Palavra de Reflexão
um Blog destinado ao ensino da palavra de Deus, para todos os que amam a palavra do Senhor Jesus.
sexta-feira, 1 de maio de 2026
O que os textos originais falam sobre o inferno ?
Graça e Paz queridos,
aqui é o Pastor Rafael Nimer, depois de 2 anos sem postar, estamos retornando para dar continuidade neste projeto que é espalhar a palavra do Eterno para todos os homens.
conto com a sua participação para divulgar e pedir que estudo ou mensagem gostaria de estudar.
basta pedir que vamos através da orientação do Espirito Santo, preparar para os amados, é um prazer retornar aqui neste blog.
Deus em Cristo vos abençoe.
segunda-feira, 29 de abril de 2024
aliança com Deus
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
Obede-Edom, o Milagre da Presença de Deus
Por esse motivo ele desistiu de levar a Arca do SENHOR direto para a
Cidade de Davi. Em vez disso, levou-a para a casa de Obede-Edom, de Gate. A
Arca do SENHOR permaneceu na casa dele por três meses, e o SENHOR o abençoou
grandemente, bem como toda a sua família. 2Sm 6.10,11
Sendo assim, não trouxe a Arca para a cidade de Davi, mas a deixou na casa de Obede-Edom, o geteu. Então a Arca de Deus permaneceu durante três meses sob os cuidados da família de Obede-Edom, em sua própria casa; e Yahweh abençoou a família de Obede-Edom e fez prosperar toda a sua propriedade. 1Cr 13.13,14
Conhecer a Deus e não reverenciar as coisas sagradas pode ser tão perigoso quanto ignorar Sua presença.
O SENHOR faz empobrecer e faz enriquecer; Ele humilha e exalta. 1Sm 2.7
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo. Porquanto, Deus nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença. Ef 1.3,4
Segunda o historiador Flavio Josefo, Samuel tinha 12 anos quando Deus
o chama para o ministério profético, e ele julgou Israel por 40 anos antes de
Saul assumir como Rei e reinar por 40 anos, aí entra Davi e reina 40 anos e seu
reinado deve ter transcorrido por uns 15 a 20 anos até ele decidir buscar a
Arca.
Tinha Davi trinta anos quando começou a reinar e reinou durante quarenta anos. Em Hebrom, ele reinou sete anos e seis meses sobre Judá; em Jerusalém, reinou trinta e três anos sobre todo o Israel e sobre Judá. 2Sm 5.4,5
Durante muitos anos a arca foi para o povo israelita um símbolo da presença de Deus, era como se o próprio Deus estivesse em pessoa entre eles, a pelejar suas guerras. Essa mesma arca havia sido levada pelos filisteus após batalha em que morreu Hofni e Finéias, filhos do sacerdote Eli (1 Sm 4.10-18). Posta no templo de Dagom em Asdode, depois enviaram para Gate, depois para Ecrom, a arca trouxe grande terror ridicularizando seu deus Dagom, que diante dela teve sua cabeça e braços decepados. O povo também foi punido com hemorroidas e uma praga de ratos, tendo que fabricar ratos e hemorroidas de ouro para aplacar a ira do Senhor. A arca permaneceu na terra dos Filisteus por 7 meses. Por onde a arca passava trazia terror, ela é enviada pelos Filisteus em um carro de boi e o carro para em Bete-Semes, entretanto 70 homens de Bete-Semes se atreveram de olhar dentro da Arca e o Senhor os matou na hora. E enviaram a arca para Quiriate-Jearim, até que, finalmente, chegou à casa de Abinadabe, e lá se estabeleceu por um período de vinte anos, após consagrarem Eleazar, seu filho, como guardião da arca (1 Sm 5.1-12; 6.1-27; 7.1-2). A arca ficou sob a custódia da família de Abinadabe por cerca de setenta anos.
Uzá conhecia a pena de morte, era um levita, um coatita especificamente encarregado de tomar conta da arca (Nm 4.4-20). Tratar as coisas sagradas com leviandade é como tocar na arca, Uzá foi irreverente, não santificou o nome do Senhor. Uzá cresceu olhando para a arca, para ele a arca era apenas uma religiosidade, um culto como outro qualquer. Durante vinte anos nada aconteceu em sua casa, nada aconteceu em sua vida, não existe registro algum de que aquela presença possa ter alterado alguma coisa em sua família.
A tragédia que trouxe morte para Uzá produziu vida para Obede-Edom. Parece que Deus havia tomado uma decisão: “Ele nem habitaria na casa do sacerdote e nem tampouco habitaria com o rei”. Era como se estivesse enojado com o sistema e a maneira cega que lhe conduziam. Deus resolveu habitar na casa de alguém sem “status”, alguém que estava fora de alcance para todos. Deus deixou de habitar com os nobres, para transformar aquele que para todos era um anônimo. Obede-Edom significa: servo de Edom. Os edomitas eram descendentes de Esaú, os quais Deus mandou exterminar da terra e os amaldiçoou. A tragédia favoreceu toda a sua casa, um exemplo de graça onde jamais houve uma perspectiva de mudança.
Existiu uma casa
Obede-Edom antes e uma pós Arca.
Era um homem que morava a beira da estrada que levava a Jerusalém, por onde Davi com sua comitiva passavam quando aconteceu o ocorrido com Uzá (2Sm 6:1-7).
Segundo o historiador Flávio Josefo a família de Obede-Edom a princípio era muito pobre, mas a presença de Deus em sua casa a fez uma família prospera (bem-sucedido, feliz, afortunado) a tal modo que esta notícia se tornou conhecida em toda Israel. (Com. Bíblico de Champlin)
Imagine que você mora em uma casinha de beira de estrada, certo dia você e sua família estão a mesa conversando a respeito das tantas dificuldades em suas vidas. Talvez já se conformando que não tem saída e que tudo está perdido, agora e só esperar a morte chegar. De repente alguém bate à sua porta, você ouve e decide abrir, se depara então com O Rei falando a respeito da oportunidade da Presença de Deus fazer morada em sua casa.
Qual seria sua
resposta?
Obede-edom disse sim
e a Shekinah de Deus entrou em sua casa, família, vida.
Shekinah é um termo bíblico que tem origem no hebraico e quer dizer habitação,
assentamento ou presença de Deus (divina presença), usado principalmente no
Templo em Jerusalém.
A presença de Deus fez morada dentro de um lar humilde, mas aberto para sua presença.
Quando a presença de Deus entra em um ambiente, ela transforme tudo, traz vida, esperança, alegria, paz, salvação. Foi exatamente isso que aconteceu na casa de Obede-edom.
Obede-Edom, o geteu. Isto é, um homem de Gate. É incerto se a referência é à Gate dos filisteus (1Sm 5.8, Então mandaram que alguns mensageiros fossem chamar todos os cinco príncipes filisteus e lhes indagaram: “Que devemos fazer com a Arca do Deus de Israel?” E, tomaram a seguinte decisão: “A Arca do Deus de Israel seja transportada imediatamente a Gate!” E então levaram a Arca do Deus de Israel.) ou à Gate-Rimom (uma cidade levítica no território de Dã ou Manassés; Js 21.23-25). Nos livros de Crônicas, Obede-Edom é frequentemente referido como um levita (p. ex, 1Cr 15.17-25; 16.5,38; 26.4-5,8,15; 2Cr 25.24)
Quando ninguém queria arriscar-se num compromisso tão radical com Deus, ele abre as portas de sua casa e decide ser o modelo que aquela nação precisava. Obede-Edom teve coragem, pois qual homem que assistindo ao funeral de alguém fulminado pela arca a colocaria em sua casa? Obede-Edom arriscou sua vida e a de sua família, e, é exatamente isso que acontece quando a presença de Deus entra em nossa casa. Nós corremos risco (Sl 44.22 Entretanto, por amor de ti somos entregues à morte todos os dias; fomos considerados como ovelhas para o matadouro.; Rm 8.36). Evangelho nunca foi fácil, sempre trouxe marcas, perseguição, e sangue (Mc 13.12 E sucederá que um irmão trairá seu próprio irmão, entregando-o à morte, e dessa mesma maneira agirá o pai para com seu filho. Filhos haverá que se revoltarão contra seus próprios pais e os assassinarão).
Hoje é que as coisas mudaram. Não se sabe mais quem é ou quem não é; quem realmente serve ou quem apenas guarda a arca. Tudo está tão misturado; tão comum, e tão fácil, que a graça se tornou engraçada para muitos. Sl 100.2,4 Rendei culto ao SENHOR com alegria, vinde à sua presença com cânticos de louvor. Entrai por suas portas com ações de graças e em seus átrios com hinos de adoração; exaltai-o e bendizei o seu Nome!
Uzá morreu instantaneamente, por tocar a arca, mas Deus abençoou a casa de Obede-Edom, onde a arca estava alojada. Isto demonstra os dois lados do caráter de Deus; Ele é perfeitamente amoroso e perfeitamente justo. Grandes bênçãos vêm aos que obedecem aos seus mandamentos, mas severa punição vem aos que desobedecem a Ele. A punição pode vir rapidamente ou com o passar do tempo, mas virá. Às vezes, nós nos concentramos apenas nas bênçãos que Deus nos dá, esquecendo-nos de que, quando pecamos, (Hb 10.31 Assim, terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo!). Em outras ocasiões, no entanto, nós nos concentramos tanto no juízo que deixamos de perceber as bênçãos. Não se limite a uma visão unilateral de Deus. Com as bênçãos do Senhor, vem a responsabilidade de viver à altura de suas exigências de justiça, honestidade e imparcialidade.
Obede-Edom não somente arriscou, mas teve a rotina de sua vida alterada. É impossível Deus entrar em uma vida e as coisas continuarem do mesmo jeito. Foram três meses apenas, mas três meses que marcaram a história. Poderíamos até conjecturar dizendo que: no primeiro mês houve a restauração da vida sentimental de Obede-Edom, pois sua mulher engravidou e gerou filhos; no segundo mês aconteceu a restauração financeira, onde seu gado e sua hortaliça produziram absurdamente; no terceiro mês sua vida espiritual deu uma guinada, e ele desejou deixar tudo para seguir o caminho da arca. A morte de Uzá foi a porta de entrada para Obede-Edom, e a benção na casa de Obede-Edom foi a causa de um avivamento em Jerusalém (2Sm 6.12 Então informaram ao rei Davi: “O SENHOR tem abençoado grandemente a família de Obede-Edom e tudo o que ele possui, por causa da Arca de Deus!” Então Davi, promoveu grande festa, foi até a casa de Obede-Edom e ordenou que transportassem a Arca de Deus para a Cidade de Davi).
Para Obede-Edom a presença de Deus era mais importante do que os milagres derramados sobre sua vida. Ele segue para Jerusalém, abandona sua residência, deixa tudo e se torna porteiro do Santuário (1Cr 15.18 Com eles estavam também seus parentes pertencentes ao segundo escalão: Zehariáhu Ben, Zacarias Filho, Jaaziel, Semiramote, Jeiel, Uni, Eliabe, Benaia, Maaseias, Matitias, Elifeleu, Micneias, Obede-Edom e Jeiel, os porteiros). Ele queria ficar perto da presença, mesmo que fosse pelas frestas da porta; com o desejo de entrar mais nessa presença ele se tornou músico (1Cr 15.21 e Matitias, Elifeleu, Micneias, Obede-Edom, Jeiel e Azazias deviam tocar as harpas em oitava, marcando o ritmo); em seguida é visto como um guardião da arca ele anelava por mais e mais de Deus (1Cr 15.24 Os sacerdotes Sebanias, Josafá, Natanael, Amasai, Zacarias, Benaia e Eliézer deviam tocar as trombetas diante da Arca de Deus. Obede-Edom e Jeías também exerceriam a função de porteiros e vigiar para que ninguém tocasse na Arca); de guardião ele se tornou um ministro de adoração, liderado por Asafe (1Cr 16.5 Estes homens escolhidos foram: Asafe, que foi nomeado o chefe desse grupo de ministros, Zacarias vinha em segundo lugar, e logo em seguida Jeiel, Semiramote, Jeiel, Matitias, Eliabe, Benata, Obede-Edom e Jeiel. Eles foram incumbidos de executar suas liras e harpas, enquanto Asafe tocava os címbalos); de repente, o incansável adorador que era liderado por Asafe, deixa de ser somente um ministro de adoração e se torna um líder de sessenta e oito pessoas (1Cr 16.38 Também determinou que Obede-Edom e seus sessenta e oito parentes cooperassem na ministração. Obede-Edom, filho de Jedutum, e também Hosa, serviram como porteiros).
Desde aquele dia em que a arca do Senhor passou a fazer ´parte da vida de Obede-Edom, ele jamais deixou de ser um homem ligado ao Senhor, e para cada momento vivido, um filho expressava o conteúdo de sua amizade com Deus. Vejamos seus nomes: 1) Semaías – Ouvido por Jeová; 2) Jozabade – Jeová quem me deu; 3) Joá – Jeovaé meu irmão; 4) Sacar – Ordenado; 5) Natanael – Meu amigo é Deus; 6) Amiel – existe recompensa; 7) Issacar – Portador do salário; 8) Peuletai – Salário (1 Cr 26.4-5 Foram estes os filhos de Obede-Edom: Semaías, o primogênito, Jeozabade, o segundo, Joá, o terceiro, Sacar, o quarto, Natanael, o quinto, Amiel, o sexto, Issacar, o sétimo, e Peuletai, o oitavo, porquanto Deus havia derramado suas bênçãos sobre Obede-Edom). Toda a geração de Obede-Edom foi alcançada pelo Senhor, e todos se destacaram nas páginas Sagradas como valentes e de força para o ministério (1Cr 26.6-8 Seu filho Semaías também gerou filhos, que se tornaram líderes na família de seu pai, pois eram homens capazes e corajosos. Foram estes os filhos de Semaías: Otni, Rafael, Obede e Elzabade. Os parentes dele, Eliú e Semaquias, também foram homens notáveis. Todos esses foram descendentes de Obede-Edom; eles e os seus filhos e parentes eram capazes, valentes e hábeis em suas funções. Somavam sessenta e dois descendentes da linhagem de Obede-Edom).
Da mesma forma que muitas pessoas estão abrindo suas portas para a
presença de Deus, e sua sede por Ele tem produzido mudanças generalizadas,
alguns estão enveredando pelo caminho de Abinadabe, não passando o temor divino
aos seus filhos, e permitindo que morram não somente de forma espiritual, mas
literal (Pv 22.6 Ensina a criança no
Caminho em que deve andar, e mesmo quando for idoso não se desviará dele!). É tempo de buscar ao Senhor (Is 55.6 Procurai a Yahweh enquanto
é possível encontrá-lo; invocai-o enquanto está próximo).
terça-feira, 7 de setembro de 2021
Lição 11 – Jesus Cristo é Poderoso para Solucionar Problemas Extremos
12 de setembro de 2021
TEXTO ÁUREO
“E sentiram um grande
temor e diziam uns aos outros: Mas quem é este que até o vento e o mar lhe
obedecem?” Marcos 4.41
VERDADE APLICADA
Não devemos temer nada, pois Jesus é
suficientemente poderoso para nos fazer vitoriosos.
OBJETIVOS DA LIÇÃO
Apresentar o poder de Jesus
sobre as forças da natureza.
Apresentar o poder de Jesus
sobre as forças do mal.
Mostrar que Jesus não
mudou.
TEXTOS DE REFERÊNCIA
MARCOS 4
35. E, naquele dia,
sendo já tarde, disse-lhes: Passemos para a outra banda.
36. E eles, deixando a
multidão, o levaram consigo, assim como estava, no barco; e havia também com
ele outros barquinhos.
37. E levantou-se
grande temporal de vento, e subiam as ondas por cima do barco, de maneira que
já se enchia.
38. E ele estava na
popa dormindo sobre uma almofada; e despertaram-no, dizendo-lhe: Mestre, não se
te dá que pereçamos?
39. E ele,
despertando, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento
se aquietou, e houve grande bonança.
LEITURAS COMPLEMENTARES
SEGUNDA / Mt 12.29 Jesus é aquele que
amarra o valente.
TERÇA / Mc 5.1-13 Jesus exerce autoridade
sobre os demônios.
QUARTA / Mc 5.14-20 Um homem endemoniado é
liberto.
QUINTA / Lc 8.22-25 Jesus acalma a
tempestade.
SEXTA / Cl 2.15 Jesus despojou todo
principado e potestade.
SÁBADO / Hb 2.14 Jesus venceu o diabo.
HINOS SUGERIDOS 33, 467, 578
MOTIVOS DE ORAÇÃO
Ore para que Deus nos dê força diante das
provações.
ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1. O poder de Jesus sobre as tempestades
2. O poder de Jesus sobre os demônios
3. Jesus ainda é o mesmo
Conclusão
INTRODUÇÃO
Seja qual for a adversidade que aparecer
diante do nosso caminho, Jesus tem poder sobre tudo e sobre todos. Basta a cada
um de nós confiar nEle.
A
confiança em Jesus nos levará a usufruir de tudo que Ele nos prometeu e,
segundo deixou escrito em João 14.12, agindo com fé, crendo de verdade, podemos
fazer tudo que Ele fez, e até obras maiores; pois, segundo Jesus, todo poder que
o Pai o concedeu, Ele garantiu ter nos repassado por fé.
PONTO DE PARTIDA
Jesus repreende as tempestades.
1. O Poder de Jesus sobre as
Tempestades
Quando Jesus repreendeu a tempestade no Mar
da Galileia, os discípulos ainda estavam crescendo no conhecimento acerca dEle
[Mc 4.41]. As tempestades da vida servem para que reconheçamos a ação e o poder
de Jesus sobre as adversidades.
Mc 4.41 Os discípulos viviam com Jesus, mas 0 subestimavam. Eles
não viam que seu poder se aplicava à sua própria situação. Jesus tem estado com
seu povo há dois mil anos, e, no entanto, nós, como os discípulos, subestimamos
seu poder de lidar com crises em nossas vidas. Os discípulos não tinham conhecimento
suficiente a respeito de Jesus. Nós não podemos usar a mesma desculpa. (BÍBLIA
DE ESTUDO CRONOLÓGICA APLICAÇÃO PESSOAL pg 1353)
1.1. A ordem de Jesus. Em Marcos 4.35,
Jesus dá uma ordem direta aos Seus discípulos para irem à outra margem do Mar
da Galileia. Henri Daniel-Rops afirma: “Não raro, no Mar da Galileia ocorria
tempestades, no inverno, o vento qadim, frio e seco, que torna o ar
claro como cristal, baixando a temperatura cerca de 18º numa só rajada, provoca
uma espécie de redemoinho quando sopra sobre o mar, denotando a dificuldade em
ultrapassá-lo”. Os discípulos obedeceram a ordem do Mestre, mas isso não os
isentou de passar por uma tempestade. Assim também é a vida do crente, muitas
vezes, ao seguir Jesus passaremos pela tempestade, mas a grande diferença é que
não estaremos sozinhos, Ele está conosco no barco da nossa vida.
Subsídio do Professor: O
verdadeiro discípulo obedece a Palavra de Jesus. Passar para a outra margem do
Mar da Galileia era uma aventura e tanto na Palestina do século I, onde não
existiam ferramentas de orientação e navegação eficientes como temos
atualmente. Eles estavam cientes do perigo que poderiam enfrentar, mas, com
Jesus no barco, o que pode dar de errado? Com Jesus no barco, as ondas podem
até se levantar, o vento pode até soprar, mas todos esses se curvam diante da
majestade e do poderio daquele que criou o vento e o mar.
Mc 4.35-38 O "lago” é o mar da Galileia, um volume de água que
está a 207 metros abaixo do nível do mar, cercado de montanhas. Ventos sopram
pela terra, e ficam mais intensos perto do mar, frequentemente provocando
violentas e inesperadas tempestades. Os discípulos eram pescadores experientes,
que haviam passado suas vidas pescando nesse enorme lago, mas durante essa
provação, todos entraram em pânico.
Mt 8.24 O mar da Galileia é um volume incomum de água. É
relativamente pequeno (21 quilômetros de comprimento, 11 quilômetros de
largura), mas sua profundidade é de 46-61 metros, e sua margem está a 207 metros
abaixo do nível do mar. Tempestades repentinas podem aparecer sobre os montes vizinhos,
com poucos avisos prévios, e agitar as águas, criando violentas ondas de até
seis metros de altura. Os discípulos não haviam entrado em uma tempestade de
forma tola. Eles haviam sido surpreendidos, sem aviso prévio, e o perigo que
corriam era grande. (BÍBLIA DE ESTUDO CRONOLÓGICA APLICAÇÃO PESSOAL pg 1353)
1.2. Jesus também estava no barco. Mesmo com a
presença de Jesus no barco, os discípulos não estavam isentos de enfrentar uma
grande tempestade. Nas Escrituras, as águas, muitas vezes, simbolizam a morte
(o batismo reflete isso – Romanos 6.4), logo, o mar aqui representa o caos
primordial que tenta destruir a criação de Deus. O mar também representa a
adversidade e o perigo (Israel passou pelo Mar Vermelho – Êxodo 14.16). Na
passagem, o mar e o vento se opõem veementemente ao barco dos discípulos, a
vida deles está em risco. Jesus nos prometeu que estaria conosco até a
consumação dos séculos [Mt 28.20], mas também disse que no mundo teríamos
aflições [Jo 16.33].
Subsídio do Professor:
Cassio Murilo Rosa da Silva: “Três palavras nos chamam a atenção nesta passagem
[Mc 4.39]:
1)
repreendeu (do grego, epitimao) – exprimir forte desaprovação pelo agir
de alguém; ordenar com implicação de ameaça;
2)
Cala-te (do grego, siopao) – ficar silencioso, aguardar em silêncio,
ficar calmo, inativo; e
3)
Aquieta-te (do grego, fimoo) – fechar a boca com uma mordaça, fazer
calar.
Ao observar esses três
verbos, conclui-se que Jesus assumiu para si a ameaça pessoal que se abateu
sobre Seus discípulos, Ele exige que cesse a atividade caótica, tanto do vento
como do mar”. As nossas tempestades também são as tempestades de Jesus, pois
Ele está no nosso barco conosco.
Mt 8.25 Embora os discípulos tivessem testemunhado muitos milagres,
entraram em pânico em meio a esta tempestade. Sendo marinheiros experientes,
eles conheciam o perigo que corriam; o que não sabiam era que Cristo podia
controlar as forças da natureza. Frequentemente, encontramos tempestades em
nossa vida, em que sentimos que Deus não pode ou não deseja operar. No entanto,
quando verdadeiramente entendermos quem Deus é, perceberemos que Ele controla
tanto as tempestades da natureza como as tempestades do coração perturbado. O
poder de Jesus, que acalmou essa tempestade, também pode nos ajudar a lidar com
os problemas que enfrentamos. Jesus está disposto a ajudar, mas somente se lhe
pedirmos ajuda. Nunca devemos descartar seu poder, mesmo em meio a terríveis provações.
(BÍBLIA DE ESTUDO CRONOLÓGICA APLICAÇÃO PESSOAL pg 1353)
1.3. Jesus repreende o vento e o
mar.
A cena em que Jesus apazigua a tempestade é icônica nos evangelhos. Ao ordenar
ao mar que se cale, Jesus amordaça-o, pois, tentava devorar o barco. O mar fica
inativo diante do poderio de Jesus. Ao vento, Ele manda se calar. Com isso,
podemos observar que tanto o vento quanto o mar reconhecem a autoridade de
Jesus e obedecem. Enquanto Jesus está inativo, dormindo sobre um travesseiro, a
tempestade tenta engolir o barquinho, mas quando Jesus se torna ativo, todos e
tudo têm que se submeter à Sua vontade. Jesus se importa conosco e muitas das
provações servem para testar a nossa fé [Mc 4.40].
Subsídio do Professor: Dewy
M. Mulholland: “Tempestades certamente atingiram a igreja através dos tempos
(cf. as experiências de Paulo, relatadas em 2Co 11.23-28). Os crentes não
enfrentam as provações sozinhos, pois Jesus os ajuda em tempos de problemas e
os livra do temor da morte [Hb 2.14-18]. Ainda que a interpretação alegórica
parece a propósito, não devemos permitir que enfraqueça a ênfase cristológica
deste evento”.
Mt 8.23-27. Apaziguando a tempestade. Uma grande tempestade.
A palavra geralmente usada para "terremoto" foi empregada aqui,
talvez por causa da turbulência da água, tão violenta que aterrorizou até mesmo
marinheiros experientes. Tempestades violentas não são raras na Galiléia. (W.M.
Thomson, The Land and the Book, pág. 347). Mt 8.26 Repreendeu os ventos e o
mar. Além de ordenar aos ventos, Cristo falou também ao mar, o qual teria,
caso contrário, continuado encapelado por algum tempo.
Mc 4.39. Apresentando um contraste, Marcos narra a ordem que Cristo
deu à tempestade. O aoristo grego mostra que ele repreendeu o
vento uma vez (ação imediata), e houve grande bonança (gr. aoristo).
Não houve necessidade que o Senhor repetisse a sua ordem, pois suscitou obediência
imediata. Acalma-te, emudece! Literalmente, Fique quieto. Cale
a boca. Lenski traduz o perfeito imperativo da segunda ordem de Cristo de maneira
interessante, "Coloque a mordaça e a mantenha em seu lugar" (R. C. H.
Lenski, The Interpretation of Mark's Gospel, pág. 201).
Lc 8.24. Perecendo. A tempestade devia ser fora do comum
para amedrontar pescadores experimentados que conheciam todos os aspectos do
lago. Despertando-se Jesus, repreendeu o vento. Jesus tinha autoridade
sobre as forças da natureza. Se a tempestade passasse naturalmente, a calmaria
não teria se seguido instantaneamente. (Comentário Bíblico Moody)
EU ENSINEI QUE:
Jesus tem poder sobre as forças da
natureza, sobre o caos e tudo que se apresenta para nos destruir.
2. O Poder de Jesus sobre os
demônios
A tempestade se mostrou um obstáculo no
percurso de Jesus e de Seus discípulos em direção a um propósito: a libertação
de um homem gadareno.
A viagem
a Gadara tinha um propósito maravilhoso, libertar um endemoniado de seu
opressor. Quando Deus tem um propósito maior para nosso crescimento espiritual,
geralmente, Ele nos coloca em lugares que nos fará mais forjados e resistentes
para a conquista, mas a vitória é nossa pelo Sangue de Jesus.
2.1. Lidando com situações extremas. Depois do
enfrentamento da tempestade, Jesus e seus discípulos chegam à província dos
gadarenos (segundo a ARC). E encontram um homem possuído por uma legião de
demônios. Este homem, devido a possessão demoníaca, vivia nos sepulcros
gritando e se cortando com pedras [Mc 5.5], e possuía uma força descomunal de
tal forma que não podiam acorrentá-lo. Com isso, ninguém podia passar por ali.
Possivelmente, o gadareno, além de sofrer possessão demoníaca, deveria padecer
de alguma insanidade. As forças do mal tentam de todo modo deturpar e perverter
a imagem divina no ser humano.
Subsídio do Professor: O
gadareno era um problema para sua comunidade, para sua família e para si mesmo
[Mc 5.1-5]. Ele era, no seu tempo, uma situação perdida. Este morto-vivo é um
retrato vívido e realista da desordem, confusão e do medo que Satanás impõe.
Não obstante, o adversário só chega até aonde nosso Senhor permite. Não há
problemas que Jesus não resolva.
Mt 8.28 Mateus diz que havia dois homens possuídos por demônios, ao
passo que Marcos e Lucas se referem a apenas um homem. Aparentemente, Marcos e
Lucas mencionam apenas o homem que falou.
Mt 8,28 Segundo as leis cerimoniais dos judeus, os homens que Jesus
encontrou estavam impuros, de três maneiras: eles eram gentios (não judeus),
eles estavam possuídos por demônios, e eles viviam em um cemitério. Jesus os
ajudou mesmo assim. Não devemos dar as costas a pessoas que são “impuras” ou repulsivas,
ou que infringem nossos padrões morais e nossas crenças religiosas. Em vez disso,
devemos perceber que cada indivíduo humano é uma criação exclusiva de Deus, que
precisa ser tocada pelo seu amor. (BÍBLIA DE ESTUDO CRONOLÓGICA APLICAÇÃO
PESSOAL pg 1353)
2.2. Os demônios se submetem a
Jesus.
Basicamente, a pregação de Jesus era a proclamação do Reino de Deus. Os
exorcismos realizados por Jesus expressavam as características do Reino. Em
Jesus, o mal estava sendo vencido, pois o Reino já estava entre eles [Lc
17.21]. Os demônios ainda não estão totalmente inativos. Em outros textos do
Novo Testamento vemos que Deus, em Sua soberania, permite que espíritos maus
continuem atuando neste mundo [Mc 16.17; At 16.18; 1Ts 2.18]. Contudo, também
está revelado que o Senhor Jesus já os venceu e que um dia não mais atuarão [Mt
25.41; Ap 12.12; 20.10]. O Reino de Deus é presente, mas ao mesmo tempo é
oculto, ele só pode ser visto pelos olhos da fé. Todo o poder das trevas se
curva diante do sol da justiça.
Subsídio do Professor: Nos
três primeiros evangelhos a palavra grega usada para expressar os milagres e
ações poderosas de Jesus é “dynamis”. Tudo que Jesus faz expressa o
poder de Deus agindo já na terra. Raymond Brown: “Assim como acalmar a
tempestade mostrou o poder de Jesus contra a natureza caótica, o exorcismo do
endemoninhado mostra Seu poder sobre Satanás em um caso de possessão”.
Lc 8.27-28 Esses demônios reconheceram imediatamente Jesus e sua
autoridade. Eles sabiam quem Jesus era e o que seu grande poder poderia fazer
com eles. Os demônios. mensageiros de Satanás, são poderosos e destrutivos.
Ativos ainda hoje, eles tentam distorcer, desviar e destruir o relacionamento das
pessoas com Deus. Os demônios e a possessão demoníaca são reais. É vital que os
crentes reconheçam o poder de Satanás e seus demônios, mas não devemos permitir
que a curiosidade faça com que nos envolvamos com forças demoníacas (Dt
18.10-12). Os demônios são impotentes contra aqueles que confiam em Jesus. Se
resistirmos ao diabo, ele fugirá de nós (Tg 4.7). (BÍBLIA DE ESTUDO CRONOLÓGICA
APLICAÇÃO PESSOAL pg 1355) Portanto, sujeitai-vos a Deus. Resisti
ao Diabo, e ele fugirá de vós! Tg 4.7
2.3. Jesus dá nova vida. Depois de
encontrar com Jesus, aquele homem, que outrora tinha sido controlado por
espíritos imundos, agora é encontrado sentado, vestido e em perfeito juízo [Mc
5.15]. Jesus transformou as circunstâncias extremas em novas oportunidades.
Quando o ser humano tem um verdadeiro encontro com o Cristo vivo, sua vida muda
e descobrimos que não existe situação que não possa ser transformada pelo
Senhor. Seja qual for a situação ou circunstância, Jesus tem todo o poder,
basta acreditarmos e confiarmos no Seu amor.
Subsídio do Professor: O
homem, totalmente liberto, transformado, se compromete com Jesus em fazer parte
de Seu discipulado, mas Cristo ordena que ele permaneça em sua terra como
testemunho vivo de Seu poder [Mc 5.18-20]. Situações extremas revelam o poder
que Jesus tem para operar e transformar as situações. Nada é impossível para o
nosso Deus.
Mc 5.19 Jesus disse a este homem que contasse a seus amigos a
respeito da milagrosa cura. Na maior parte do tempo, Jesus pedia - que aqueles
a quem curava fizessem silêncio a respeito do benefício recebido. Por que a diferença?
(1) Jesus sabia que o homem seria uma testemunha eficaz para aqueles que conheciam
sua condição anterior, e poderiam confirmar a milagrosa cura. (2) Jesus queria expandir
seu ministério, introduzindo sua mensagem nessa região de gentios. (3) Jesus sabia
que os gentios, uma vez que não estavam esperando um Messias, não deturpariam seu
ministério, tentando coroá-lo como rei. (Na verdade, as pessoas desta região
haviam pedido que Jesus se retirasse.)
Mc 5.19-20 Este homem havia estado possuído por demônios, mas se
tomou um exemplo vivo do poder de Jesus. Ele queria ir com Jesus, mas Jesus lhe
disse que fosse para casa e divulgasse sua história a seus amigos. Se você já
recebeu o poder de Jesus em sua vida, você, como este homem, está transmitindo,
entusiasticamente, a boa notícia aos que estão próximos a você? Da mesma maneira
como contaríamos a outras pessoas a respeito de um médico que curou uma doença física,
também devemos falar a respeito de Cristo, que perdoa e tira nossos pecados. (BÍBLIA
DE ESTUDO CRONOLÓGICA APLICAÇÃO PESSOAL pg 1355)
EU ENSINEI QUE:
Assim como Jesus tem poder sobre as forças
da natureza, Ele exerce Seu poder sobre as forças das trevas. Nada pode impedir
o agir de Jesus, nem a natureza, as doenças, o diabo ou até mesmo a morte.
3. Jesus ainda é o Mesmo
Jesus é imutável, Ele não muda e não pode
mudar! Assim como Ele fez nos tempos passados, Ele ainda faz hoje.
Assim
como a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, Jesus também não muda, Ele é o mesmo
ontem, hoje e eternamente. Jesus é eterno. Ele nunca muda. Jesus pode agir de
muitas formas diferentes, mas Ele não se contradiz nem muda quem Ele é. Ele é
sempre consistente. Podemos confiar em Jesus todos os dias.
3.1. Jesus tem todo o poder. Podemos observar
que Jesus em todo o Seu ministério revela o Seu poder (do grego, dynamis)
– capacidade para fazer, poder para realizar algo, força. Ele tem poder para
curar [Mt 12.15], perdoar [Mc 2.5], expulsar demônios [Lc 11.14], ressuscitar
mortos [Jo 11.43-44], multiplicar alimentos [Mt 14.19-21], transformar a
matéria [Jo 2.9], submeter as forças da natureza [Mc 4.39]. No entanto, Ele
também tem o poder como autoridade (do grego, exousía) – autoridade para
fazer, direito de reger e governar. Em Mateus 28.18, Jesus afirma que todo
poder e autoridade foi concedido a Ele. Portanto, nós podemos confiar no nosso
Senhor que está conosco e tem todo poder.
Subsídio do Professor: No
ministério terreno de Jesus, Ele se despojou de toda a Sua glória [Fp 2.6], mas
não se despojou de quem era. Ele passou pelo processo de auto aniquilação, ou auto
esvaziamento (do grego, kenosis; Fp 2.7). Isso não significa que deixou
de ser Deus, mas, por amor a nós, Ele decidiu não utilizar de Seus atributos
imanentes e viveu uma vida direcionada pelo Espírito Santo. O processo de
esvaziamento era necessário no plano da salvação, pois Jesus deveria provar da
morte em nosso lugar, mas, ao concretizar o plano divino, em Sua ressurreição
Ele afirma que tinha recebido toda a autoridade [Mt 28.18]. Agora, Jesus não
tem mais aquele corpo frágil que foi pregado na cruz. Agora, Ele se apresenta
como aquele que tem Seus olhos como chama de fogo, Seus cabelos, brancos como a
lã e Seus pés como latão reluzente [Ap 1.14-15]. Somente Ele é digno!
Mt 28.18 Deus deu a Jesus autoridade sobre o céu e a terra. Com
base nessa autoridade, Jesus disse aos seus discípulos que deviam fazer mais
discípulos, pregando, batizando e ensinando. Com a mesma autoridade, Jesus
ainda nos diz que devemos contar aos outros as boas-novas, e fazer deles
discípulos para o reino. (BÍBLIA DE ESTUDO CRONOLÓGICA APLICAÇÃO PESSOAL pg 1509)
3.2. Jesus é o mesmo ontem, hoje e
eternamente.
Em Hebreus 13.8, o texto afirma: “Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e
eternamente”. Essa proposição é uma segurança para nós que confiamos no Seu
amor e na Sua fidelidade. Cabe a cada um de nós sermos fiéis e confiantes neste
amor. O problema não é Jesus fazer ou não fazer, pois cabe a Ele decidir, o
nosso grande desafio é confiar que a vontade de Deus é boa, perfeita e
agradável [Rm 12.2], e que Deus nos ama e deseja dar o melhor para cada um de
nós [Mt 6.25-32].
Subsídio do Professor:
Apesar da mudança física que aconteceu com Jesus em Seu ministério terreno, Ele
não mudou em Sua essência. Ele é a expressão plena do Pai [Jo 14.10-11]. Em
Jesus não houve mudança em Seu ser, Ele expressa Deus em toda Sua grandeza e
Seu amor. O Deus que Jesus revela não é o deus que oprime o fraco, que tem
preferência pelos ricos e poderosos, mas é o Deus que se faz pequeno, que está
junto dos pobres e dos que sofrem qualquer tipo de opressão; é o Deus que está
junto dos necessitados e que usa as coisas pequenas para confundir as grandes.
É um Deus que envia o Seu Filho para morrer por amor, não morre por um justo,
ou por um amigo, mas morre pelos seus inimigos. Se Deus nos amou quando nós
éramos inimigos Seus, imaginemos agora.
13.8 Embora os líderes humanos tenham muito a nos oferecer, devemos
manter nossos olhos em Cristo, nosso Lider supremo. Diferentemente de quaisquer
lideres humanos, Ele nunca mudará. Cristo foi e será o mesmo para sempre. Em um
mundo mutável, podemos confiar em nosso Senhor imutável. (BÍBLIA DE ESTUDO
CRONOLÓGICA APLICAÇÃO PESSOAL pg 1806)
Ap1.8 Alfa e Ômega são a primeira e a última letras do alfabeto
grego. 0 Senhor Deus é 0 princípio e o fim. Deus Pai é o Senhor eterno e
Governante do passado, presente e futuro (veja também Ap 4.8; Is 44.6; 48.12-15).
Sem Ele, você não tem nada que seja eterno, nada que possa transformar sua vida,
nada que possa lhe salvar do pecado. 0 Senhor é sua razão de viver, “o Alfa e o
Ômega” de sua vida? Honre àquele que é o princípio e o fim de toda a
existência, sabedoria e poder. (BÍBLIA DE ESTUDO CRONOLÓGICA APLICAÇÃO PESSOAL
pg 1824)
3.3. Permaneçamos nEle. Assim como a
videira é Jesus e nós somos os ramos, devemos estar enxertados em Cristo [Jo
15.5]. A ovelha só tem proteção se estiver debaixo do cajado do seu pastor, a
verdadeira ovelha de Jesus ouve a Sua voz, a conhece e a obedece [Jo 10.15].
Permanecemos com Jesus quando ouvimos Sua Palavra e praticamos [Mt 7.24]. O
caminho do discípulo é esse: ele ouve a Palavra e vive a Palavra! E, se vivemos
a Palavra, conheceremos a verdade que liberta e transforma [Jo 8.31-32].
Subsídio do Professor: É
interessante o quanto conseguimos repetir versículos no meio evangélico e não
nos damos conta de que o versículo se encontra em um contexto maior. João
8.31-32 é um exemplo. Repetimos de cor o versículo 32: “e
conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, mas
nos esquecemos de que, no contexto maior, a afirmação é uma bênção condicional
ao “se vós permanecerdes nas minhas palavras”. Existe aqui um “se”, ou seja,
somente conheceremos a verdade “se” vivermos as palavras de Jesus. Portanto,
para permanecermos firmes em Cristo Jesus, devemos viver a Sua Palavra
diariamente, sendo assim, nada poderá nos parar.
Jo 15.5-6 Estar em Cristo quer dizer crer que Ele é Filho de Deus (Jo
4.15), recebê-lo como Salvador e Senhor (Jo 1.12), fazer o que Deus ordena (1
Jo 3.24), continuar a crer nas boas-novas (1 Jo 2.24), e ter um relacionamento
de amor com a comunidade de crentes, o corpo de Cristo (Jo 15.12). Jo 15.5-8 Muitas
pessoas tentam ser boas e honestas, fazer o que é certo. Mas Jesus diz que a
única maneira de viver uma vida verdadeiramente boa é permanecer perto dele,
como um galho preso à videira. Sem Cristo, nossos esforços são infrutíferos.
Você está recebendo a nutrição e a vida oferecida por Cristo, a videira? Caso
negativo, você está perdendo um dom especial que Ele tem para você. (BÍBLIA DE
ESTUDO CRONOLÓGICA APLICAÇÃO PESSOAL pg 1474)
EU ENSINEI QUE:
Jesus não mudou! Aquilo que Ele fez no
passado, Ele faz ainda hoje, nós é que mudamos.
CONCLUSÃO
Nada temeremos, porque o nosso Deus tudo
pode e está conosco nos momentos de dificuldade. Que possamos permanecer nEle,
sem desviar o nosso olhar, sem sair da posição e cheios do Seu Espírito.
Se
tiveres fé e estiveres determinado a andar com Deus, sendo santo em toda
maneira de viver, nada, nem ninguém, poderá impedir o agir de Deus em seu
favor, ou seja, não haverá nada a temer, se Deus está contigo no seu barco.
Pois o amor de Deus é acompanhado de muitos cuidados e Ele almeja grandes e
excelentes conquistas para a cada um de nós, portanto, entregar a Ele o leme de
nossas vidas, com certeza, nos fará “mais que vencedores”.
quinta-feira, 30 de julho de 2020
a igreja e a esperança
Em quem esta a sua esperança, na politica, na família, em quem senão em Jesus.
ele é a nossa esperança.A boa, perfeita e agradável
Reflexão Espiritual
O que os textos originais falam sobre o inferno ?
recomendo os vídeos da Irmã Sara, assistam, comentem e se inscrevam no canal Cultura Israel.
-
27 DE MAIO DE 2012 TEXTO ÁUREO “E vi outro grande e admirável sinal no céu Sete anjos que tinham as sete últimas pragas, porque ...
-
Vamos ver os Setes Períodos das leis de Deus no Homem. São Sete Promulgações da lei Divina. 1ª - Promulgação: Escrita na Naturez...
-
07 de Outubro de 2012 Texto Áureo “Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo”. Fp 3.7 7. Se...
-
LIÇÃO 7 – 12 DE FEVEREIRO DE 2012 TEXTO ÁUREO “Jacó, porém, ficou só; e lutou com ele um homem, até que a alva subiu”. Gn 32.24 ...
-
Lição 03 - O primeiro milagre de Jesus 15 de Julho de 2012 Texto Áureo “Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da ...
