terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

“JACÓ SOFRE PERDAS IMPREVISÍVEIS NA FAMÍLIA”


LIÇÃO 10 – 04 DE MARÇO DE 2012


TEXTO ÁUREO
“E enviaram a túnica de várias cores, mandando levá-la a seu pai, e disseram Temos achado esta túnica; conhece agora se esta será ou não a túnica de teu filho”. Gn 37.32
Parece que a túnica foi enviada a Jacó por seus servos, e só depois mais tarde os filhos foram consolar o pai. A expressão foi dita “a túnica de teu filho”, não a túnica de nosso irmão, para não ocasionar peso na consciência do que eles havia feito a José

VERDADE APLICADA
Para compreendermos o valor da âncora, é preciso enfrentar uma tempestade.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Mostrar que Deus não se esquece das suas promessas;
Demonstrar que a confiança em Deus nos faz avançar nos momentos de adversidades; e
Ensinar que a colheita é o resultado do que plantamos.

GLOSSÁRIO
Irrefutável: Que não se pode refutar (argumento irrefutável); incontestável;
Sabra: Diz-se de pessoa nascida no Estado de Israel; e
Operação cesariana: Cirurgia que consiste em abrir o útero da mãe para retirar o feto.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Gn 35.17-21
E aconteceu que, tendo ela trabalho em seu parto, lhe disse a parteira: Não temas, porque também este filho terás.
E aconteceu que, saindo-se-lhe a alma (porque morreu), chamou-lhe Benoni; mas seu pai chamou-lhe Benjamim.
Assim morreu Raquel, e foi sepultada no caminho de Efrata; que é Belém.
E Jacó pôs uma coluna sobre a sua sepultura; esta é a coluna da sepultura de Raquel até o dia de hoje.
Então partiu Israel, e estendeu a sua tenda além de Migdal Eder. 

  • Terça feira: Gn 35.27-29
E Jacó veio a seu pai Isaque, a Manre, a Quiriate-Arba (que é Hebrom), onde peregrinaram Abraão e Isaque.
E foram os dias de Isaque cento e oitenta anos.
E Isaque expirou, e morreu, e foi recolhido ao seu povo, velho e farto de dias; e Esaú e Jacó, seus filhos, o sepultaram.

  • Quarta feira: Rm 4.13
Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé.

  • Quinta feira:  1Jo 2.25
E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna.

  • Sexta feira: Gn 37.11
Seus irmãos, pois, o invejavam; seu pai porém guardava este negócio no seu coração.

  • Sábado:  1Co 15.54-56
E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.
Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?
Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. 

INTRODUÇÃO
Jacó sobe a Betel em obediência à Palavra de Deus, levanta um altar, promove purificação no meio do seu acampamento; levanta uma coluna em testemunho fazendo libação sobre ela e depois de toda a comunhão e adoração a Deus Jacó será imerso em experiências de dores com perdas irreparáveis na família.

1. RENOVANDO A PROMESSA
Deus apareceu a Jacó e renovou a promessa que fizera a Abraão, Isaque e a ele quando,  pela primeira vez, estivera em Betel. Deus conheceu a fragilidade do homem e para que este não desvanecesse de tempo em tempo lhe faz lembrar o que prometeu. Com isso Deus esperou que a humanidade fosse agradecida e que tivesse sempre motivação para continuar fazendo a sua vontade, buscando parecer cada vez mais com Ele, e servindo ao próximo e a Ele de todo o coração “E apareceu Deus outra vez a Jacó, vindo de Padã-Arã, e abençoou-o” (Gn 35.9). Não existem barreiras entre Deus e Jacó e, por isso, ele pôde ser abençoado por Deus.
Ao retornar para Betel e adorar a Deus, o Senhor aparece a ele reafirmando as promessas feitas a seus pais Abraão e Isaque. O El Shaddai = o Deus todo Poderoso reafirma a sua promessa a ele feita anos antes quando ele fugia de seus irmão Esau. Deus conhecia nossas fragilidades, mais mesmo assim ele trabalha com essas fragilidades, para nos tornar fortes e dispostos na sua obra. Deus trabalha é na nossa fraqueza para nos tornar fortes. Você já viu Deus escolhendo os fortes? Não né, ele escolhe os fracos, pois com o tempo ele vai se fortalecendo em sua presença.

1.1.Promessa de crescimento
Vemos a mão de Deus sobre esta nação, pois desde a sua fundação pos exílio em 14 de maio de 1948 quando então foi proclamado o Estado de Israel, no dia seguinte a criação do Estado de Israel, os 6 Estados da Liga Arabe – Jordania, Síria, Libano, Iraque, Egito e Arabia Saudita, invadiram o território de Israel para liquidá-los, guerra esta que só terminou em 1949 com a derrota total dos inimigos do povo de Deus. E outras guerras que anos mais tarde veio a acontecer.
Mesmo com todos esses acontecimentos temos observado a poderosa mão de Deus sobre seu povo, tudo por causa de uma promessa que ele fez a Abraão, Isaque e Jacó. Números 23:19 “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?”

1.2.Promessa da posse da terra
Novamente Deus apareceu a Jacó e assegurou-lhe que seu novo nome, Israel, seria um lembrete constante de seu novo caráter, seu novo relacionamento com Jeová, e sua caminhada real no divino caminho da vida. Ele era o herdeiro das promessas feitas a Abraão. A aliança continuava em pleno vigor, e continuariam a agir sobre ele e seus
descendentes. Ao falar com Jacó, Deus usou o Seu nome, Deus Todo-poderoso, 'El Shadday, "o Todo-suficiente" (v. 11). Jacó podia contar com 'El Shadday para suprir qualquer necessidade e para lhe dar graça para enfrentar qualquer emergência.

1.3.A morte de Raquel
Agora Raquel, que fornecera a  Jacó a inspiração e o amor necessários, chegava ao fim de  sua vida. Morreu dando à luz o seu segundo filho, o qual chamou de Benoni,  filho da minha tristeza. Mas Jacó escolheu o nome Benjamim, filho da minha destra. Raquel deve ter sido sepultada em algum lugar ao sul de Betel, na estrada que vai para o Hebrom (cons. 35:16, 19). Betel ficava 16kms ao norte de Jerusalém, e Belém ficava cerca de 9,6 kms ao  sul de Jerusalém. Conclui-se que Raquel foi sepultada nas imediações de Belém. O lugar tradicional costuma ainda ser apontado para os visitantes da cidade.
O primeiro registro de lapide. Tanto judeus como árabes continuam honrando sua supultura. Agora esta marcada por uma pequena construção com um domo branco. A 1,6Km de Belém e 4.8Km de Jerusalém.
Flavio Josefo historiador judeu do primeiro século diz no seu livro a Historia dos Hebreus - 1º livro cap. 18.59 sobre esse acontecimento. (foi sacrificar em Betei,* no mesmo lugar onde tivera a visão de que acabamos de falar. De lá passou a Efrata, onde Raquel teve um filho e morreu de parto. Ela foi sepultada ali mesmo, sendo a única de sua descen­dência que não foi levada a Hebrom, ao sepulcro de seus antepassados. A morte dela causou grande aflição a ]acó, e ele chamou ao filho Benjamim, porque havia sido causa de dor, ao custo da vida de sua mãe Belém

2. EXPERIÊNCIAS HUMANAS: NASCER E MORRER
Isaque viveu até aos cento e oitenta anos. Viveu por cerca de quarenta anos depois de haver abençoado Jacó e Esaú. A morte passou a todos os homens, como um acidente, pois Deus não criou o homem para que morresse (Rm 5.12). O homem não pode remover este obstáculo, e Jesus veio nos trazer essa libertação. “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.”
Através da transgressão e queda de Adão, o pecado como princípio ou poder ativo conseguiu penetrar na raça humana (vv. 17,19; Gn 3; 1 Co 15.21,22). (1) Duas conseqüências decorrem disso: (a) O pecado e a corrupção penetraram no coração e na vida de Adão; e (b) Adão transmitiu o pecado ao gênero humano, corrompendo todas as pessoas nascidas a partir de então. Todos os seres humanos passaram a nascer propensos ao pecado e ao mal (v. 19; 1.21; 7.24; Gn 6.5,12; 8.21; Sl 14.1-3; Jr 17.9; Mc 7.21,22; 1 Co 2.14; Gl 5.19-21; Ef 2.1-3; Cl 1.21; 1 Jo 5.19). (2) Paulo não explica como o pecado de Adão é transmitido aos seus descendentes.
Nem diz que toda a humanidade estava presente em Adão e que assim ela participou do seu pecado e por isso herda a sua culpa. Paulo não diz, em nenhum lugar, que Adão foi o cabeça coletivo dos seus descendentes, nem que o pecado de Adão foi-lhes imputado. Todos são culpados diante de Deus por causa dos seus próprios pecados pessoais, porque "todos pecaram" (v. 12). O único ensino no tocante a isso, que tem apoio bíblico, é que homens e mulheres herdam uma natureza moral corrupta, bem como a propensão para o pecado e o mal (ver 6.1 nota). (3) A morte entrou no mundo através do pecado e por isso todos estão sujeitos à morte, "por isso que todos pecaram" (vv. 12,14; cf. 3.23; Gn 2.17; 3.19;

2.1 A morte de Isaque (Gn 35.27-29)
Isaque viveu até a volta de Jacó, de Harã. De Berseba mudou-se para Mamre, pertinho da cidade de Hebrom. Ali Abraão comprou a Caverna de Macpela para o sepultamento de Sara. Agora com 189 anos de idade, expirou Isaque e morreu. A palavra hebraica geiwei significa "decair" ou "enfraquecer-se". Na hora do sepultamento, Esaú e Jacó estiveram juntos ao lado da sepultura, em homenagem ao seu pai.
Os irmãos estavam unidos por uma dor comum, como Ismael e Isaque estiveram junto à sepultura de Abraão.
Josefo historiador judeu do primeiro século diz no seu livro a Historia dos Hebreus – 1º livro Cap 19.60 - Jacó não teve a consolação de encontrar Rebeca, sua mãe, ainda com vida, e Isaque viveu muito pouco depois do seu regresso. Esaú e Jacó enterraram-no junto de Rebeca, em Hebrom, no túmulo destinado a toda a sua descendên­cia. Esse homem foi tão ilustre em virtude que mereceu que Deus o cumulasse de bênçãos e não tomasse menos cuidado dele do que de Abraão, seu pai. Viveu cento e oitenta e cinco anos, que então era uma longa idade. Só teve e mereceu louvores durante todo o curso de sua vida.

2.2. O nascimento de Benjamim (Gn 35.16-21)
35.18 CHAMOU O SEU NOME BENONI; MAS SEU PAI O CHAMOU BENJAMIM. Léia e Raquel deram nomes a todos os filhos de Jacó. No entanto, o nome Benoni que significa (filho da minha aflição) teria colocado um ônus terrível de culpa no menino, pois o levaria a pensar que fora culpado da morte da mãe. Jacó mudou seu nome para outro nome mais honroso: Benjamim, que significa (filho da minha mão direita), indicando que ele, como pai, estava jubiloso por ter este filho, apesar de Raquel ter falecido. As crianças não devem ser culpadas por problemas que surgem no lar, sem elas os terem originado.

3. O FAVORITISMO DE JACÓ POR JOSÉ (GN 37.1-36)
O mesmo tipo de favoritismo que Jacó vira sua mãe ter por ele e Isaque ter por Esaú, ele estava tendo por José. Como já foi dito em outra lição o favoritismo dos pais sempre cria males no meio da família. Quando José foi levado para o Egito, o favoritismo de Jacó fora transferido para Benjamim. Ambos foram favorecidos por Jacó por serem filhos de Raquel a quem ele amava.
A história de Jose começa agora, e a de Jacó é interrompida, e só será retomada no cap 46. Jacó tinha 107 anos aproximadamente, e estava de volta a Canaã fazia 10 anos.

3.1. José filho da esposa amada
Josefo historiador judeu do primeiro século diz no seu livro a Historia dos Hebreus - no 2º livro cap. 2.64 - José, que Jacó tivera de Raquel, era o mais querido de todos os seus filhos, fosse por causa das melhores qualidades de espírito e de corpo, em que sobrepujava os outros, fosse por sua grande sabedoria. Esse afeto, que o pai não conseguia esconder, incitou contra José a inveja e o ódio dos irmãos, agrava­dos ainda por causa de alguns sonhos que o moço lhes contara na presença do pai e que lhe pressagiavam uma felicidade extraordinária, capaz mesmo de sus­citar inveja entre as pessoas mais próximas.
De um lado, ele reagia fortemente contra o comportamento imoral e contrário à ética dos seus irmãos, denunciando-os ao seu pai e, assim, levando a fama de intrigante. Para piorar ainda mais a situação, seu pai lhe deu túnicas reais, com longas mangas esvoaçantes, o que o destacava como o mais favorecido do grupo. Deduzimos naturalmente que Jacó havia escolhido José como aquele através do qual as bênçãos divinas continuariam. Além disso, José tinha sonhos que apontavam para sua futura e destacada grandeza, e ele contava seus sonhos aos seus irmãos.

3.2. José, o filho predileto
Os irmãos de Jose eram jovens, Ruben, o mais velho, tinha aproximadamente 29 anos, e benjamim, o mais novo talvez sete ou oito anos. Todos os irmãos que o venderam aos ismaelitas no caminho para o Egito tinham entre 18 e 29 anos – uma fase mais propensa a invejas, a atos imprudentes e despreocupados, do que em outra fase mais madura da vida.
De Hebrom, onde moravam, a Siquém no norte, esses homens foram à procura de pastos para seus rebanhos e gado. Jacó enviou José a Siquém para visitar seus outros filhos e trazer-lhe notícias deles. Quando chegou perto de Siquém, José soube que seus irmãos tinham ido para Dotã, uns 24 kms mais para o norte. Quando os irmãos viram José que vinha chegando, planejaram matá-lo, embora Rúben terrina procurado salvar a vida do rapaz. Rúben convenceu os outros a colocarem José dentro de uma cisterna, esperando retirá-lo de lá mais tarde. Subseqüentemente Judá convenceu seus irmãos que seria melhor retirar o rapaz da cisterna e vendê-lo a uma caravana que passava a caminho do Egito.
No desenrolar dos fatos, José encontrou-se prisioneiro de uma caravana de Ismaelitas (v.25) ou midianitas. Logo mais seria escravo em alguma família egípcia. Ismaelitas e midianitas eram descendentes de Abraão. Talvez o grupo fosse composto de ambos.
Dolorosamente apresentaram a Jacó uma vestimenta manchada de sangue e uma história mentirosa que praticamente quebrou o coração do velho patriarca. Convenceu-se de que o seu filho favorito estava morto. Aquele que, na sua mocidade, fora o campeão dos enganadores, estava sendo agora cruelmente enganado.

3.3. José o filho da velhice
37.3 UMA TÚNICA DE VÁRIAS CORES. A túnica ricamente ornamentada que José recebeu de seu pai, contrasta fortemente com as túnicas comuns usadas por seus irmãos. Ela revelava uma posição especial de favoritismo e honra diante de seu pai. José, o filho mais velho de Raquel, era o predileto de seu pai
Jacó. Por causa disso e por outros motivos ele ficou prejudicado diante dos seus irmãos.
Jacó tinha 91 anos aproximadamente quando Jose nasceu ele não era o filho de sua velhice mais do que os outros. Benjamim nasceu aproximadamente nove anos após Jose. A frase filho da velhice se refere mais a um filho especialmente devotado ao cuidado de Jacó em sua velhice. Após a morte de Raquel, Jose talvez tenha se tornado o principal provedor das necessidades do pai, e um intermediador entre ele e seus irmãos. (v. 2,13,14)

CONCLUSÃO
Depois que Jacó passou a ser modelado por Deus, através de seus sofrimentos, e reconheceu a sua própria fraqueza, é que, gradativamente, ele foi transformado. Tudo o que Deus fez na intrigante história de Jacó é para se aproximar mais e mais dele. E mostrar ao neto de Abraão que sua história terá um final melhor.
“Levanta-te e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras.” Jr 18.2 - Esta parábola contém várias lições importantes sobre a obra de Deus em nossa vida. (1) Nossa submissão a Deus como aquele que molda tanto o nosso caráter quanto o nosso serviço para Ele, determina, em grande parte, o que Ele pode fazer através de nós. (2) Falta de profunda dedicação a Deus, da nossa parte, pode estorvar seu propósito original para nossa vida (cf. v. 10). (3) Deus, se quiser, pode mudar seus planos para a nossa vida (fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos seus olhos fazer, v. 4).
“Mas, agora, ó SENHOR, tu és o nosso Pai; nós, o barro, e tu, o nosso oleiro; e todos nós, obra das tuas mãos.” Is 64;8
Romanos 9.20,21 – “Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura, a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim?” “Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da    mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?”



Fontes:
Bíblia de Estudo – Dake
Biblia de Estudo Pentecostal
COMENTÁRIO BÍBLICO MOODY – Genesis
A Historia dos Hebreus – Flavio Josefo
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 10

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Precisa-se de Ajuda


Meditação: Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade.  (Hebreus 4:16)

 Pensamento: Não permita que a oração seja o seu último recurso em tempos de necessidade; faça-a ser o primeiro.

 Leitura: Hebreus 4:12-16.
Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração.
Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a quem havemos de prestar contas.
Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos,
pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.
Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade.

Mensagem:
Precisa-se de Ajuda

            Durante a Segunda Guerra Mundial, as Ilhas Britânicas representavam a última linha de resistência contra a expansão da opressão nazista na Europa. No entanto, sob incessante ataque e em perigo de colapso, a Inglaterra não tinha os recursos para encerrar o conflito com vitória. Por essa razão, o Primeiro-Ministro britânico Winston Churchill foi à rádio BBC e fez um apelo ao mundo: “Deem-nos as ferramentas e terminaremos o trabalho”. Ele sabia que, sem ajuda externa, não conseguiriam suportar o ataque que estavam enfrentando.
            A vida é assim. Frequentemente, somos inadequados para as tribulações que a vida nos traz e necessitamos de ajuda externa. Como membros do corpo de Cristo, essa ajuda pode, às vezes, vir de nossos irmãos e irmãs em Cristo (Romanos 12:10-13) – e isso é maravilhoso. Desse modo, finalmente, buscamos a ajuda de nosso Pai celestial. A boa e grande novidade é que nosso Deus nos convidou para virmos confiantemente diante dele: “Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade.” (Hebreus 4:16).
            Nesses momentos, nosso maior recurso é a oração, pois ela nos traz à presença de Deus. Na presença divina encontramos, em Sua misericórdia e graça, a ajuda que necessitamos.
         O profeta Jeremias nos convida a clamar o Senhor ‘Clame a mim e eu responderei e lhe direi coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece’. (Jeremias 33:3)
         Como esta a sua confiança em Jesus? Tens entregado sua vida a ele para que ele possa cuidar? Ou estas tão preocupado com as coisas deste mundo que não parou para ver que somente Jesus pode resolver seus problemas e somente ele nos conduz ate a presença de Deus.
         O Salmista diz: “Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do seu coração.” (Salmos 37:4) “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.” (Salmo 37:5)
                Jesus em Mateus em seu sermão ele nos adverte a não nos preocuparmos com as coisas passageiras, pois Deus tudo sabe e tudo provê. “Portanto eu lhes digo: não se preocupem com suas próprias vidas, quanto ao que comer ou beber; nem com seus próprios corpos, quanto ao que vestir. Não é a vida mais importante do que a comida, e o corpo mais importante do que a roupa?
Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas?
Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?
Por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem.

Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles.
Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé?
Portanto, não se preocupem, dizendo: ‘Que vamos comer? ’ ou ‘que vamos beber? ’ ou ‘que vamos vestir? ’
Pois os pagãos é que correm atrás dessas coisas; mas o Pai celestial sabe que vocês precisam delas.
Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas.
Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal". (Mateus 6:25-34)


         Estas precisando de ajuda? Deus é o socorro bem presente na angustia “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.”
(Salmos 46:1)
Clame ao Senhor agora pois ele esta ao seu lado para te ouvir e te ajudar, mais faça com  fé não duvidando “Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte.” (Tiago 1:6)
“Meu filho, se você aceitar as minhas palavras e guardar no coração os meus mandamentos;
se der ouvidos à sabedoria e inclinar o coração para o discernimento;
se clamar por entendimento e por discernimento gritar bem alto,
se procurar a sabedoria como se procura a prata e buscá-la como quem busca um tesouro escondido,
então você entenderá o que é temer ao Senhor e achará o conhecimento de Deus.”(Provérbios 2:1-5)

          Um ótimo fim de semana para todos em nome de Jesus.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

“JACÓ SOBE A BETEL E EDIFICA UM ALTAR A DEUS”


LIÇÃO 9 – 26 DE FEVEREIRO DE 2012


TEXTO ÁUREO
“E edificou ali um altar, e chamou aquele lugar El-Betel; porquanto Deus ali se lhe tinha manifestado, quando fugia da face de seu irmão”. Gn 35.7
Heb. O Deus da casa de Deus. Note que se trata do mesmo lugar e da mesma feita quando Deus apareceu para ele (28. 13-15)

VERDADE APLICADA
Não haverá nenhuma virtude em nosso despertamento se ele não nos levar a obedecer a Deus.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar o poder da Palavra de Deus;
Mostrar que Deus sempre alcança seu objetivo; e
Acrescentar o desejo da busca do avivamento.

GLOSSÁRIO
Hodierno: Nos dias atuais, hoje em dia;
Impessoal: Que não se refere ou não é dirigido a alguém em especial; e
Libação: Derramamento de um líquido como oferenda a uma divindade.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Segunda feira: Gn 12.8
E moveu-se dali para a montanha do lado oriental de Betel, e armou a sua tenda, tendo Betel ao ocidente, e Ai ao oriente; e edificou ali um altar ao SENHOR, e invocou o nome do SENHOR. 

Terça feira: Gn 28.19
E chamou o nome daquele lugar Betel; o nome porém daquela cidade antes era Luz. 

Quarta feira: Js 7.2
Enviando, pois, Josué, de Jericó, alguns homens a Ai, que está junto a Bete-Aven do lado do oriente de Betel, falou-lhes dizendo: Subi, e espiai a terra. Subiram, pois, aqueles homens, e espiaram a Ai. 

Quinta feira:  2 Rs 2.2,3
E disse Elias a Eliseu: Fica-te aqui, porque o SENHOR me enviou a Betel. Porém Eliseu disse: Vive o SENHOR, e vive a tua alma, que não te deixarei. E assim foram a Betel.
Então os filhos dos profetas que estavam em Betel saíram ao encontro de Eliseu, e lhe disseram: Sabes que o SENHOR hoje tomará o teu senhor por sobre a tua cabeça? E ele disse: Também eu bem o sei; calai-vos. 

Sexta feira: Am 7.13
Mas em Betel daqui por diante não profetizes mais, porque é o santuário do rei e casa real. 

Sábado: At. 1-4
E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes. 

INTRODUÇÃO
A lição deste Domingo ensinará como a voz de Deus poderá provocar mudanças significativas na conduta do seu povo. Jacó e sua família são ordenados pelo Senhor a um realimento na sua jornada espiritual. Após assumir uma postura de obediência, a família da promessa volta mais uma vez a estar no centro da vontade de Deus.
Deus permitiu o ocorrido com sua filha para que eles voltassem ao curso da sua viagem de volta a berseba, que apartir de então o Senhor o chama novamente a realidade e a sua missão.

1. DEUS FALA COM JACÓ (GN 35.1-15)
Deus disse a Jacó para que ele se aprontasse e fosse para a cidade de Betel e construísse um altar e dedicasse a Ele, lembrando o episódio em que o Senhor apareceu a ele em Betel quando estava fugindo de Esaú. Jacó então reuniu sua família e todos os que estavam com ele e pediu para que se apartassem de toda a idolatria e purificassem as suas vestes. É interessante que todo verdadeiro despertamento começa quando Deus fala conosco (PV 29.18 Aqui, Deus direciona Jacó para um lugar mais seguro, e coloca medo no coração de outras cidades para que elas não o seguissem. (v.1,5) Despertamento começa quando Deus fala conosco (Pv 29.18) Provérbios 29:18 “ Não havendo profecia, o povo perece; porém o que guarda a lei, esse é bem-aventurado.”

1.1.  Despertamento de Jacó
Jeová enunciou uma ordem severa para Jacó prosseguir no seu alvo: Levanta-te, sobe a Betel, e habita ali; faze ali um altar. Betel ficava 310 ms acima de Siquém e estava situada junto à estrada que levava a Jerusalém, Belém e Hebrom. Jacó já se demorara demais em alcançar este santo lugar. Agora ele deveria retornar e adorar ao Senhor novamente naquele lugar, Deus Também quer que nós nos despertemos para fazermos a sua vontade e sua obra.

1.2.  A obediência à voz de Deus (Gn 35.4-8)
O medo de Jacó era desnecessário. Deus tinha feito muitas promessas de proteção e as mantivera com Abraão (12.17; 20.7,17) Isaque (26.6-31) e assim continuaria com jaco (27.41,42; 31; 32.10-32;33.1-17) portanto era de se esperar que Deus continuasse protegendo-o, pois o plano de Deus para Israel teria de ser completado. O povo dos lugares pelos quais eles passaram estavam tão pasmados com o terror de Deus que não molestaram os peregrinos (v. 5). Quando Jacó chegou a Luz, sabia que estava para pisar em terreno santo. Levantou um altar a Jeová e chamou aquele lugar de El-Betel, o Deus da casa de Deus.

1.3.  O despertamento na família
Imediata e obedientemente, Jacó aprontou-se para a viagem a Betel. Primeiro, convocou sua família semi-pagã e ordenou que todos se purificassem (v. 2), abandonando todos os tereipim ou terafins e representações visíveis de deuses estranhos. Então a família de Jacó prosseguiu em sua santa peregrinação a Betel.

2. TIRANDO OS DEUSES ESTRANHOS (GN 35.4)
Antes de ir embora, Jacó volta a entender a construção de sua história com Deus e manda que todos os ídolos sejam retirados do meio de sua Família. Não que necessariamente houvesse idolatria declarada, mas era comum a algumas famílias terem em suas casas objetos que eram mais superstição do que idolatria. Ele manda que se livrem inclusive dos brincos que usavam em suas orelhas. Eram mais que joias ou enfeites, os brincos eram vistos como amuletos de proteção e eram usados também no culto a deuses estrangeiros (Ex 32.2,3).

2.1. Lançando fora os deuses estranhos
Os brincos que as mulheres entregam a Jacó, eram usados na idolatria, era feitos de bronze, ouro, prato madeira ou marfim e eram freqüentemente adornados com pedras preciosas. Aqui eles eram ligados a idolatria, e é por isso que Jacó ordenou que fossem retirados. Por essa razão, eles foram condenados em Is 3.20; Os. 2.13. na idolatria, eram usados como amuletos e talismãs para desviar o mal. No oriente, eles continuam sendo usados por algum propósito nos dias atuais.

2.2. Purificação
A idolatria fora abolida em Israel (v.2; 31.19). a purificação era sempre necessária quando eles iam a Betel, a casa de Deus. Vemos a purificação sendo exigida do povo de Israel na entrada da terra prometida quando Josue no comando chama o povo para a responsabilidade. Josué 3:5 “Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o SENHOR maravilhas no meio de vós.” Salmos 119:9 “Com que purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra.” I João 1:9 “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.”

2.3. Mudando as vestes
A mudança de vestes fala da santidade que deve haver no servo do Senhor, pois quando estávamos no mundo vivíamos conforme nossos costumes e usávamos o que queríamos, ora para se mostrar, ora para nos identificar com um grupo de pessoas ou tribo. Para nós crentes em Cristo Jesus temos nossas vestes, e elas devem ser santas Apocalipse 3:4,5 “Mas também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram suas vestes, e comigo andarão de branco; porquanto são dignas disso.” “O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.” O vestuário do crente deve ser para glorificar o nome do Senhor em nossas vidas.

3. A TERCEIRA COLUNA LEVANTADA POR JACÓ
Na sua chegada a cidade de Betel a imagem, que se desenha, é de um despertamento coletivo na família de Jacó. O texto diz que assim que Jacó e toda a sua família chegaram à cidade de Luz, que passaria a ser chamada de Betel, ali ele construiu um altar em adoração ao Senhor (Gn 35.6,7). Uma nova etapa sendo construída na família da Aliança.

3.1. Uma coluna de pedras
Devia agora edificar ali um altar, como Abraão o fizera na sua memorável viagem à Palestina. Jacó edificara um massiba, isto é, uma coluna de pedras, depois de sua inesquecível experiência com Jeová, ao fugir para Harã. Esta volta ao lugar santo envolveria uma entrega total de sua vida ao Senhor. Ele negligenciara o altar de Deus. A ênfase espiritual estivera ausente do seu pensamento e vida. Quando Jacó chegou a Luz, sabia que estava para pisar em terreno santo. Levantou um altar a Jeová e chamou aquele lugar de El-Betel, o Deus da casa de Deus.

3.2. Uma libação de azeite
No cap 28.18 Jacó desperta depois de sonhar um sonho em que anjos subiam e desciam e Deus estava no topo da escada. Ele levanta e coloca a pedra que usou como travesseiro e erige como monumento e a ungiu para consagrá-la a Deus como um altar, agora 30 anos mais tarde aproximadamente ele repete esse soto solene no mesmo lugar (35.14) era costume fazer isso quando se comemorava grandes eventos. Êxodo 24:4 “Moisés escreveu todas as palavras do SENHOR, e levantou-se pela manhã de madrugada, e edificou um altar ao pé do monte, e doze monumentos, segundo as doze tribos de Israel;”

3.3. O testemunho do avivamento
Jacó agora feliz por estar na direção do Senhor novamente, e ele renova memorial de sua fé como Deus renovara sua promessa (28.11-22). O testemunho do avivamento tem que ser verdadeiro, e cheio de fé, ao avivar seu povo como prometido Deus estava capacitando para algo muito maior que haveria de acontecer nos últimos dias, a pregação do evangelho. Qual tem sido o seu testemunho sobre o seu avivamento? Deus tem te avivado nesses últimos dias? Ou você está tão preocupado com as coisas seculares que esta se esquecendo de buscar do Senhor a sua vontade? Mateus 6:33 “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Joel 2:28 “E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões.” Atos 2:4 “E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.”

CONCLUSÃO
Urge em nossos dias a necessidade de um despertamento no seio da Igreja. A Palavra de Deus precisa ser pregada sistematicamente através de nossos meios de comunicação, para que o povo de Deus experimente, a cada dia, a sua vontade na sua peregrinação rumo ao céu.

Fontes:
Bíblia de Estudo – Dake
COMENTÁRIO BÍBLICO MOODY – Genesis
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 09.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

o superior e o soldado



 
Um jovem que trabalhava no exército era humilhado por ser Cristão. Um dia seu superior querendo humilhá-lo na frente do pelotão chamou o soldado e disse:
Pegue esta chave, vá até aquele Jipe e estacione ali na frente. O jovem disse: Não sei dirigir. Então disse o superior, peça ajuda a seu Deus.
Mostre que ele existe. O soldado pegou a chave e começou a orar, depois ligou o veículo, manobrou e estacionou perfeitamente. Ao sair do Jipe o soldado viu todos de joelhos, chorando e dizendo: Nós queremos teu Deus.
O jovem soldado espantado, perguntou o que estava acontecendo. O superior chorando abriu o capô do Jipe e mostrou para o jovem que o carro estava sem motor. Salmos 55:22 Confia os teus cuidados ao Senhor, e
ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado.
QUEM ACREDITA QUE DEUS É PODEROSO PARA VENCER SUAS CAUSAS REPASSA

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Perdeu o Chão?


Meditação: Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. (Salmo 46:1)

Pensamento: Em nenhum lugar as tristezas da terra são mais sentidas do que no céu.

Leitura: Salmo 116:1-6.

Mensagem:


            Por ter escrito muitos artigos e um livro sobre como lidar com as perdas da vida, tenho o privilégio de ser apresentado a várias outras pessoas que lutam na jornada diária. Uma de minhas novas amigas é uma mãe cuja filha de 21 anos morreu repentinamente em 2009; o que a deixou sem chão. Ela me disse: “Sinto-me como uma pária do mundo normal. Sinto-me esmagada e minha alma está sofrendo muito”.
            De fato, nossas perdas podem fazer-nos perder o chão – seja uma morte na família, um filho que se afasta de Deus e da família, ou um revés físico ou mental.
            Ainda assim, o que descobri é algo que o músico Jeremy Camp deixou claro numa canção escrita após a morte de sua esposa em 2001: Quando você perder o chão resultante de dificuldades da vida, lembre-se de que “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Salmo 46:1). Esse é um motivo suficiente para nos levantarmos novamente. O músico descreveu sua luta na canção: Understand (Compreender). Ele perguntou: “Por que não me restabeleço novamente?” e reconheceu que poderia porque afirma: “Eu sei que tu compreenderás tudo”.
            Quando a tribulação nos derruba, podemos olhar para cima. Deus está lá. Ele compreende e se preocupa. Não é fácil, mas podemos confiar nele para ajudar-nos a levantar novamente.

FONTE:
J. David Branon
Nosso Andar Diário – Ministério RBC
MENSAGENS Q EDIFICAM

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Asas Como de Pomba


Meditação: … quem me dera asas como de pomba! Voaria e acharia pouso. (Salmo 55:6)


Pensamento: Por Deus se importar conosco, podemos entregar nossos cuidados a Ele.


Leitura: Salmo 55:4-22.


Mensagem:


              Davi suspirou: “… quem me dera asas como de pomba! Voaria e acharia pouso” (Salmo 55:6). Quanto a mim, edificaria uma cabana nas montanhas ou assumiria um posto permanente numa torre de vigia de incêndio. Quando a vida fica pesada para mim, também anseio voar para longe e repousar.
            Davi escreveu sobre suas circunstâncias abertamente: violência, opressão e contenda cercavam-no por todos os lados, encorajadas pela deslealdade de um velho amigo (Salmo 55:8-14). Medo e terror, dor e tremedeira, ansiedade e agitação o oprimiam (Salmo 55:4-5). É difícil imaginar que ele desejasse fugir de tal situação?
            Mas, escapar era impossível. Ele não podia fugir do seu destino, e só podia entregar suas circunstâncias a Deus: “Eu, porém, invocarei a Deus, e o SENHOR me salvará. À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz” (Salmo 55:16-17).
            Sejam quais forem as nossas circunstâncias – um ministério penoso, um casamento difícil, desemprego ou uma profunda solidão – podemos entregá-las a Deus. Ele retirou o fardo dos nossos pecados; não retirará o peso das nossas tristezas? Confiamos nele com nossas almas eternas; não poderíamos confiar nossas circunstâncias atuais a Ele? “Confia os teus cuidados ao SENHOR, e ele te susterá…” (Salmo 55:22).


David H. Roper
Nosso Andar Diário – Ministério RBC
MENSAGENS Q EDIFICAM

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

“JACÓ EM SIQUÉM”


LIÇÃO 8 – 19 DE FEVEREIRO DE 2012



TEXTO ÁUREO
“E vieram os filhos de Jacó do campo, ouvindo isso, e entristeceram-se os homens, e iraram-se muito, porquanto Siquém cometera uma insensatez em Israel, deitando-se com a filha de Jacó; o que não se devia fazer assim”. Gn 34.7

VERDADE APLICADA
Diante do perigo, o que nos leva a vencer o medo e a ansiedade e permanecer firme, é a confiança nas promessas de Deus.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar que quando confiamos em Deus não precisamos temer ao homem;
Lembrar que temos que cumprir os votos que fazemos a Deus; e
Mostrar o perigo das amizades com os ímpios.

GLOSSÁRIO
Aplacar: Fazer diminuir a força, o ímpeto de; tornar mais brando, plácido; acalmar; serenar;
Constituir: Dar existência a; criar, formar, organizar; e
Dispensação: Período de tempo os quais Deus trata com o homem, em relação a revelação a este concedida.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Segunda feira: Gn 33.1-4
E levantou Jacó os seus olhos, e olhou, e eis que vinha Esaú, e quatrocentos homens com ele. Então repartiu os filhos entre Lia, e Raquel, e as duas servas.
E pôs as servas e seus filhos na frente, e a Lia e seus filhos atrás; porém a Raquel e José os derradeiros.
E ele mesmo passou adiante deles e inclinou-se à terra sete vezes, até que chegou a seu irmão.
Então Esaú correu-lhe ao encontro, e abraçou-o, e lançou-se sobre o seu pescoço, e beijou-o; e choraram. 

Terça feira: Gn 33.5-7
Depois levantou os seus olhos, e viu as mulheres, e os meninos, e disse: Quem são estes contigo? E ele disse: Os filhos que Deus graciosamente tem dado a teu servo.
Então chegaram as servas; elas e os seus filhos, e inclinaram-se.
E chegou também Lia com seus filhos, e inclinaram-se; e depois chegou José e Raquel e inclinaram-se. 

Quarta feira: Lc 9.57-62
E aconteceu que, indo eles pelo caminho, lhe disse um: Senhor, seguir-te-ei para onde quer que fores.
E disse-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu, ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.
E disse a outro: Segue-me. Mas ele respondeu: Senhor, deixa que primeiro eu vá a enterrar meu pai.
Mas Jesus lhe observou: Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vai e anuncia o reino de Deus.
Disse também outro: Senhor, eu te seguirei, mas deixa-me despedir primeiro dos que estão em minha casa.
E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus. 

Quinta feira:  Ec 5.1-4
Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal.
Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra; assim sejam poucas as tuas palavras.
Porque, da muita ocupação vêm os sonhos, e a voz do tolo da multidão das palavras.
Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o. 

Sexta feira: Dt 22.28,29
Quando um homem achar uma moça virgem, que não for desposada, e pegar nela, e se deitar com ela, e forem apanhados,
Então o homem que se deitou com ela dará ao pai da moça cinqüenta siclos de prata; e porquanto a humilhou, lhe será por mulher; não a poderá despedir em todos os seus dias. 

Sábado:  2Co 6.14-16
Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?
E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. 

INTRODUÇÃO
Essa lição vai mostrar que todas as aparições de Deus não foram suficientes para dar segurança e produzir transformação total na vida de Jacó. Muitos crentes acham que experiências específicas com Deus são suficientes para promover mudanças radicais. É preciso lembrar que a vida com Deus é resultado de uma jornada e não de eventos isolados como no caso de Jacó.

1. O REENCONTRO COM ESAÚ (GN 33.1-20)
O reencontro é uma experiência clássica de reconciliação. Quando Jacó viu que Esaú estava chegando com os seus quatrocentos homens, dividiu os seus filhos em grupos, que ficaram com suas respectivas esposas Léia e Raquel, bem como suas criadas. Jacó separou estrategicamente sua família e suas posses no intuito de estabelecer, antes do encontro, um ambiente de paz; pois sabia da animosidade que havia na família.
Chegou o dia de prestação de contas. Aproximou-se a companhia que vinha com Esaú. Jacó, temeroso, enviou à sua frente suas esposas e seus filhos, a fim de tentar tocar o coração de Esaú e fazê-lo sentir misericórdia. Porém, tudo era desnecessário. Esaú não estava mais irado. E tudo se resumiu em uma daquelas tocantes reuniões de família, após tantos anos de separação. Deus já havia cuidado da situação. Esaú nem ao menos estava interessado nos liberais presentes que Jacó lhe oferecia. Jacó humilhou-se diante de Esaú e prostrou-se por sete vezes; mas Esaú não poderia ter dado menor atenção às homenagens. «Esaú correu-lhe ao encontro, lançou-se lhe ao pescoço e o beijou; e eles choraram» (Gn 33:4).

1.1.  O presente de Jacó a Esaú
O presente, ou minha foi algo muito bem escolhido, consistindo de cerca de 580 animais dentre os seus melhores rebanhos. O minha era um presente que geralmente se oferecia a um superior com a intenção de se obter um favor ou para despertar sua boa vontade. Jacó disse: Eu o aplacarei (v. 20). A palavra é muito significativa no que se refere à expiação. Seu sentido literal é, “eu cobrirei”. Por meio do presente, Jacó esperava "cobrir" o rosto de Esaú, de modo que ele fizesse vista grossa para a injúria, abandonando sua ira. Suas próximas palavras – porventura me aceitará – são, literalmente, para que ele levante o meu rosto. É uma linguagem simbólica, indicando plena aceitação depois do perdão. Jacó foi excepcionalmente humilde, cortês e conciliatório em suas mensagens para Esaú. Ele chamou Esaú de "meu Senhor" e intitulou-se "seu servo". Ele não deixaria nenhuma pedra que não fosse revolvida em busca da reconciliação.

1.2.  Apresentando sua família
Esaú observou o grande número de pessoas que estavam em companhia de Jacó, suas esposas, seus filhos, seus criados e todos os animais. Admirado, indagou quem era toda aquela gente. Jacó falou-lhe sobre como Deus o havia feito prosperar; e isso é o que explica todas as boas coisas que acontecem conosco. Então Jacó forçou Esaú a aceitar alguns generosos presentes, que Esaú aceitou com relutância. Jacó afirmou: «... aceita o presente da minha mão; porquanto tenho visto o teu rosto, como se tivesse visto o rosto de Deus, e tu te agradaste de mim» (Gn 33:10).

1.3.  A reconciliação
Embora Jacó não aceitasse a generosa oferta de proteção de Esaú, nem o seu insistente convite a que fosse para o Monte Seir, apreciou grandemente o espírito magnânimo do seu irmão. Esaú provara que era capaz de perdoar e esquecer. Os irmãos separaram-se em paz e amizade, o que prevaleceu durante todo o resto de suas vidas. E não se encontraram de novo senão quando chegou o tempo de sepultar o pai deles, Isaque, na sepultura da família (Gn 35:29).

2. A VIDA DE JACÓ EM SIQUÉM
Deus queria que Jacó voltasse para a terra de seu pai, mas ele permaneceu em Siquém que era uma parada no caminho de Canaã. Primeiro ele construiu uma casa em Sucote, e por fim comprou uma parte do campo e armou a sua tenda. Ele não havia chegado a Betel nem a Hebrom; estava apenas em Siquém e habitava ali, e não apenas habitava, mas comprara uma terra, e isso demonstrou que Jacó não aprendera adequadamente a lição. A diferença da família dos patriarcas com os demais povos da época era a relação que estes tinham com Deus, pois eles eram monoteístas e desfrutavam das revelações e promessas de Deus, e, hoje, é essa a diferença da Igreja para com o mundo e suas religiões. A Igreja por servir ao Deus Vivo tem um padrão moral que o mundo não conhece e nem compreende (Mt 16.18; 1 Co 1.2; Ef 5.27; Ap 3.20).
Não temos provas conclusivas quanto ao tempo que Jacó ficou em Sucote. Pode ter sido muito tempo. Depois de fazer as pazes com Esaú, não precisava mais se apressar. Antes de atravessar o Jordão, provavelmente passou vários anos na região bem aguada ao leste do rio. Vemos o escolhido do Senhor mesmo depois de mudado seu nome agindo de forma errada a vontade do Senhor, pois a ordem era retornar para berseba e não construir residência em outra localidade, e por conta desta desobediência digamos assim, Jacó pagou o preço como veremos abaixo por causa de um ato violento por parte de siquém filho do rei de siquém.

2.1. O altar levantado em Siquém
Atravessando o no, encontrou-se nas redondezas de Siquém, onde Abraão acampara em sua primeira viagem à terra de Canaã. Siquém ficava aproximadamente 61,6 kms ao norte de Jerusalém, no vale entre o Monte Ebal e o Monte Gerizim. O poço de Jacó ficava ali e Sicar não ficava muito longe. Jacó comprou algumas terras nas vizinhanças de Siquém, e assim estabeleceu-se como proprietário em Canaã. Recebera ordens de retomar à terra de seus pais e ao seu povo, provavelmente significando que devia dirigir-se ao Hebrom. Certamente deveria ter ao menos ido até Betel. Ele aprenderia que o povo de Siquém não seria uma boa influência para a sua família.

2.2. O altar lugar de adoração
Sendo considerado pelo próprio Deus um local de adoração, ele próprio erigiu altares, no livro de Hebreus 8.5 – “Os quais servem de exemplo e sombra das coisas celestiais, como Moisés divinamente foi avisado, estando já para acabar o tabernáculo; porque foi dito: Olha, faze tudo conforme o modelo que no monte se te mostrou.” Hebreus 9:23
 -“De sorte que era bem necessário que as figuras das coisas que estão no céu assim se purificassem; mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes.” Apocalipse 6:9 –“E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram.”
O escritor de Hebreus declara que Deus mandou Moises fazer tudo conforme o modelo do que ele vira no monte, e moises ao fazer o altar estava recriando conforme Deus havia mostrado para ele.

2.3. O altar é para adoração ao senhor
Quando o profeta Elias foi ate Israel no reinado de Acabe, ele convoca o povo para o sacrifício e para a adoração ao verdadeiro Deus I Reis 18:21 – “Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu.” So que antes do sacrifício ele teve que arrumar o altar que estava quebrado I Reis 18:30 – “Então Elias disse a todo o povo: Chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele; e restaurou o altar do SENHOR, que estava quebrado” ele chama o povo para perto de si e conserta o altar, pois Deus não recebe adoração de altar desconcertado, fora de comunhão. Josué 3:5 – “Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o SENHOR maravilhas no meio de vós.”

3. PRESERVANDO A IDENTIDADE
Um dos grandes perigos que o povo de Deus enfrentou e ainda enfrentará enquanto estiver aqui na terra, é a mistura com povos que não temem ao Senhor. Isso aconteceu no tempo de Noé (Gn 6.2), Jacó estava diante de uma situação semelhante (Gn 34.9) e o apóstolo Paulo recomenda às Igrejas que isso deve ser evitado, pois este tipo de união desagrada a Deus (2Co 6.14-17). Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?
E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. 

3.1. O passeio de Diná
Diná, uma filha de Jacó e Lia, a julgar pela idade de Judá e José, Diná tinha aproximadamente uns 14 ou 15 anos, fizera uma visita desastrosa à vizinha cidade de Siquém. A imatura jovenzinha não tinha formação espiritual para apoiá-la na hora da necessidade. Siquém, o jovem filho de Hamor, apaixonou-se desesperadamente por ela e logo a família de Jacó conheceria as trágicas conseqüências do incidente. O hebraico leiqah, tomando-a (v. 2), indica que foi usada força irresistível. A palavra eina, humilhou (desonrou), indica tratamento desonroso. A pobre moça estava arruinada. Imediatamente Siquém falou-lhe ao coração (v. 3), tentando consolar aquela a quem fizera mal. Amava-a e queria se casar com ela.

3.2. A vingança de Simeão e Levi
Entretanto, os filhos de Jacó eram esquentados, obstinados e inescrupulosos. Com o subterfúgio de exigirem observâncias religiosas, obrigaram os homens de Siquém a se circuncidarem. Todos os homens da tribo submeteram-se ao ritual.  Os filhos de Jacó mataram todos os homens enquanto estavam incapacitados de lutar e levaram consigo suas famílias e propriedades. Na história da família do patriarca, este é um sórdido capítulo de paixão, crueldade e desgraça.
O ataque foi feito no terceiro dia, quando a febre e a inflamação, que geralmente acompanhavam a circuncisão, estavam mais fortes, e os siquemitas estariam menos aptos a se defenderem.

3.3. Preservando a linhagem
Pela ordem do Senhor não era para se misturarem com os povos das nações que estavam na terra de Canaã, para preservarem a linhagem sem contaminação, o fato do povo de Israel em casar-se com habitantes da terra de Canaã, serviria para a implantação da idolatria, como vemos em Números os conselhos de Balaão a Balaque para que Deus viesse a amaldiçoar o seu povo, era para as mulheres moabitas casar-se com os homens Israelitas e assim Deus amaldiçoaria seu povo por esse ato. “E Israel deteve-se em Sitim e o povo começou a prostituir-se com as filhas dos moabitas.” Nm 25.1 Pelo que Deus não tolerou essa desobediência e exterminou com uma praga 24 mil homens de Israel “Eis que estas foram as que, por conselho de Balaão, deram ocasião aos filhos de Israel de transgredir contra o SENHOR no caso de Peor; por isso houve aquela praga entre a congregação do SENHOR.”
Nm 31.16
Da mesma forma nos dias de hoje o Senhor quer de seu povo a pureza em sua linhagem, ou seja não é ideal um crente se casar com um incrédulo, ou de um ministério diferente do seu, pois Paulo trata como julgo desigual II Corintios 6:14 – “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?”

CONCLUSÃO
Jacó foi desonrado em Siquém e dois dos seus filhos tramaram e mataram Siquém e todos os homens da cidade. Jacó ficou em dificuldade, e foi então que Deus o chamou para Betel. As circunstâncias podem ser usadas por Deus para nos ensinar e fazer cumprir os seus propósitos.


Curiosidade bíblica.

O Nome Jacó. O sentido básico desse nome é que El (Deus) proteja (no hebraico, Ya' qub ei). Esse nome tem sido encontrado em tabletes do século XVIII A.C., descobertos em Chagar Bazar, no norte da Mesopotâmia. O nome Jacó também foi encontra­do como nome locativo, na lista de lugares de Tutmés III, do século XV A.C.


Fontes:
Bíblia de Estudo – Dake
COMENTÁRIO BÍBLICO MOODY – Genesis
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 08.

Reflexão Espiritual

O que os textos originais falam sobre o inferno ?

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