segunda-feira, 19 de março de 2012

“JACÓ PROFETIZA O FUTURO DAS TRIBOS DE ISRAEL”


LIÇÃO 13 – 25 DE MARÇO DE 2012


TEXTO ÁUREO
“Depois, chamou Jacó a seus filhos e disse Ajuntai-vos, e anunciar-vos-ei o que vos há de acontecer nos derradeiros dias”. Gn 49.1
Em suas palavras de despedida a seus filhos, Jacó elevou-se à estatura incomum do profeta que fala em linguagem poética de inspiração. Ele convocou cada filho por sua vez, à beira de sua cama, para ouvir suas palavras de bênção, de censura, ou de maldição.

VERDADE APLICADA
Como Povo de Deus neste mundo, devemos nos ocupar com o futuro, mas nunca nos preocupar com ele.
Devemos Fazer a obra do Senhor em tempo e fora de tempo pois, a qualquer momento nosso Senhor voltara para nos buscar e nos levar para estarmos com ele para todo o sempre.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar que o Senhor tem um futuro glorioso para o seu povo;
Mostrar que a Palavra do Senhor se cumpre; e
Apresentar o glorioso caminho do Senhor.

GLOSSÁRIO
Inerente: Que é próprio ou característico de alguém ou algo, pertinente;
Ignominiosa: Que causa ignomínia; vergonhosa, indigna; desonrosa; infame; e
Legislador: Aquele que legisla; autor de leis.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Dt 33.6
Viva Rúben, e não morra, e que os seus homens não sejam poucos.
  • Terça feira: Gn 49.3,4
Rúben, tu és meu primogênito, minha força e o princípio de meu vigor, o mais excelente em alteza e o mais excelente em poder.
Impetuoso como a água, não serás o mais excelente, porquanto subiste ao leito de teu pai. Então o contaminaste; subiu à minha cama.
  • Quarta feira: Dt 33.7
E isto é o que disse de Judá: Ouve, ó SENHOR, a voz de Judá, e introduze-o no seu povo; as suas mãos lhe bastem, e tu lhe sejas em ajuda contra os seus inimigos.
  • Quinta feira:  Gn 49.8-12
Judá, a ti te louvarão os teus irmãos; a tua mão será sobre o pescoço de teus inimigos; os filhos de teu pai a ti se inclinarão.
Judá é um leãozinho, da presa subiste, filho meu; encurva-se, e deita-se como um leão, e como um leão velho; quem o despertará?
O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos.
Ele amarrará o seu jumentinho à vide, e o filho da sua jumenta à cepa mais excelente; ele lavará a sua roupa no vinho, e a sua capa em sangue de uvas.
Os olhos serão vermelhos de vinho, e os dentes brancos de leite.
  • Sexta feira: Dt 33.13-17
E de José disse: Bendita do SENHOR seja a sua terra, com o mais excelente dos céus, com o orvalho e com o abismo que jaz abaixo.
E com os mais excelentes frutos do sol, e com as mais excelentes produções das luas,
E com o mais excelente dos montes antigos, e com o mais excelente dos outeiros eternos.
E com o mais excelente da terra, e da sua plenitude, e com a benevolência daquele que habitava na sarça, venha sobre a cabeça de José, e sobre o alto da cabeça daquele que foi separado de seus irmãos.
Ele tem a glória do primogênito do seu touro, e os seus chifres são chifres de boi selvagem; com eles rechaçará todos os povos até às extremidades da terra; estes pois são os dez milhares de Efraim, e estes são os milhares de Manassés.
  • Sábado: Gn 49.22-26
José é um ramo frutífero, ramo frutífero junto à fonte; seus ramos correm sobre o muro.
Os flecheiros lhe deram amargura, e o flecharam e odiaram.
O seu arco, porém, susteve-se no forte, e os braços de suas mãos foram fortalecidos pelas mãos do Valente de Jacó (de onde é o pastor e a pedra de Israel).
Pelo Deus de teu pai, o qual te ajudará, e pelo Todo-Poderoso, o qual te abençoará com bênçãos dos altos céus, com bênçãos do abismo que está embaixo, com bênçãos dos seios e da madre.
As bênçãos de teu pai excederão as bênçãos de meus pais, até à extremidade dos outeiros eternos; elas estarão sobre a cabeça de José, e sobre o alto da cabeça do que foi separado de seus irmãos.

INTRODUÇÃO
Nesta lição, serão estudadas as bênçãos impetradas pelo patriarca Jacó aos seus filhos. Um homem que viveu intensamente na companhia de Deus e sua família. Erros e acertos são mencionados na sua biografia. Que possamos ter a posse do que é construtivo para a formação de nosso caráter e dispensar de nossa agenda aquilo que de ruim ele deixou registrado na sua história.

1 . TRIBOS DE RUBEN, SIMEÃO E LEVI
Jacó profetizou para seus filhos Ruben, Simeão e Levi. Foram mencionados fatos históricos destes filhos que geraram alegrias e mágoas escondidas na sua despedida.

1.1.A Tribo de Ruben
O primogênito de Lia destacava-se entre seus irmãos. Mas ele perdeu seus direitos naturais. Seu lugar de primogênito favorecido foi dado a José. Seus privilégios de sacerdote seriam passados a Levi. Seu direito de ser o chefe das tribos de Israel, isto é, seus direitos reais, seriam de Judá. Assim Rúben, dotado de dignidade, direitos de primogenitura e superioridade natural, perderia o direito a todo e qualquer lugar de poder e influência por causa da instabilidade do seu caráter. Seu indescritível pecado com Bila deu evidência de uma fraqueza moral que significa ruína. Suas paixões incontroladas (impetuoso como a água) foram descritas na expressão hebraica, "água sem repressão jorrando em torrente espumante" (v. 4). Embora capaz de sonhos, planos e boas intenções, não se podia contar com ele para a realização dos mesmos.

1.2.As Tribos de Simeão e Levi
o segundo e o terceiro filho de Jacó com Lia, eram irmãos na violência. O velho pai não poderia jamais esquecer o cruel massacre dos siquemitas. Naquele dia revelaram seu verdadeiro caráter, pois violentamente atacaram e destruíram homens que eles desarmaram por meio da estratégia e fraude. Naquela ocasião foram censurados por seu pai. Agora, ao lado do seu leito de morte, tiveram de ouvir as cortantes palavras de sua maldição: Dividi-los-ei em Jacó, e os espalharei em Israel (v. 7b). Não teriam território que pudessem chamar de seu, mas seriam dispersos entre as outras tribos. Em Canaã esta maldição foi cumprida: os simeonitas foram engolidos pela tribo de Judá; e os levitas não receberam nenhum território, pois serviram como ministros do santuário e mestres de Israel.

1.3.A Tribo de Levi
A sentença acerca de Levi se converteria em bênção. Esta tribo realizou um serviço agradável a Deus em seu zelo contra os adoradores do bezerro de ouro (Êx 32). Tendo sido separados por Deus como sacerdotes, nesse caráter foram espalhados pela nação de Israel. Levi não teve herança em Israel, mas herdou cidades espalhadas por todas as tribos. (Js 13.33; 21.1-45)

 2 . JUDÁ, ZEBULOM, ISSACAR E JOSÉ (EFRAIM E MANASSÉS)
Agora as bênçãos serão direcionadas aos da tribo de Judá, Zebulom, Issacar, Efraim e Manasses.

2.1.                  A Tribo de Judá
o quarto filho de Jacó com Lia, recebeu o primeiro inqualificável louvor do velho patriarca. Levava sobre si a esperança de Israel. Não tendo o direito da primogenitura, nem dignidade excepcional, ou poderes espirituais, sobressairia como o poderoso líder de um povo, que entusiasticamente haveria de admirá-lo e louvá-lo. (Judá significa louvor.) Seria temido pelos seus inimigos, pois como um leão os perseguiria sem descanso até que a vitória fosse sua. Então, tendo completado sua missão, retornaria à fortaleza de suas montanhas para descansar na segurança de uma fortaleza que ninguém poderia invadir. Apoderar-se-ia do cetro ou bastão que simbolizaria seu inteiro domínio no papel de guerreiro, rei e juiz. Qualquer nação seria feliz, segura e honrada com Judá como chefe e protetor.
A frase, até que venha Siló, foi pronunciada por Jacó no meio do quadro profético referente ao lugar de Judá no plano de Deus. Para nós, o fulgor incomum de sua predição está grandemente realçado pelo fato de que desde os tempos antigos tem sido considerada como mensagem messiânica. O hebraico poderia ser traduzido, até que venha Siló, ou até que venha aquele a quem ele pertence. Em ambas as traduções a referência deve ser, primeiramente, a Judá, mas em última análise o Messias é Aquele que deve vir. Em outras palavras, a soberania jamais se apartará de Judá, até que venha Aquele que tem o direito de reinar.

2.2.                  A Tribo de Zebulom
o sexto filho de Jacó com Lia, seria colocado em um lugar onde seriam possíveis a atividade comercial e a prosperidade. Isto pode significar que a tribo de Zebulom receberia um território ao longo da costa. Ou, pode significar que a prosperidade seria a herança dos descendentes de Zebulom, por causa de sua proximidade com os fenícios que tinham acesso ilimitado às rotas do comércio. Jacó menciona Sidom como fazendo parte deles. É possível também que a predição de Jacó não fosse inteiramente realizada quando da divisão final da terra. No cântico de Débora (Jz. 5) o povo de Zebulom foi sinceramente elogiado por sua valorosa atitude contra Sísera e seu exército.

2.3.      As Tribos de Issacar e José (Efraim e Manasses)
O quinto filho de Jacó com Lia está representado como um forte amante, do descanso e do sossego, como um boi. A palavra hamor, literalmente, jumento, não se refere ao animal selvagem, veloz, fogoso que dá na vista do espectador. Pelo contrário, designa a forte besta de carga que se submete ao jugo mortificante, sem se queixar, a fim de poder ficar livre para deitar-se sossegadamente, com tranqüilidade e conforto. Jacó estava predizendo que a Tribo de Issacar se submeteria à invasão dos cananitas que lhe colocaria um jugo. Em vez de lutar, os homens desta tribo submissamente se tornariam escravos dos povos da terra. Prefeririam a vergonha e a escravidão em lugar da ação corajosa.

O primeiro filho de Raquel recebeu os mais altos louvores dentre todos os filhos. Um homem de visão, de sonhos, de força moral e espiritual, ele foi um exemplo do melhor que há nas vidas do V.T. Em seus diversos desempenhos, como filho, irmão, escravo e administrador, ele demonstrou seu caráter superior através de sua imutável lealdade para com o seu Deus. Jacó chamou José de ramo frutífero. O hebraico para contém um jogo de palavras como nome de "Efraim". A referência é a uma árvore ou videira que cresce vigorosamente, com a idéia de vitalidade ou juventude. Como resultado de ter sido plantada junto a uma fonte rumorejante, continuaria a crescer e dar fruto. Numa terra seca, a água fazia diferença entre a esterilidade e a fertilidade. A humildade garantia a fertilidade. Uma árvore assim fortalecida podia lançar seus ramos e suas gavinhas sobre o muro, partilhando com o mundo da abundância de seus frutos.
Resumindo, José seria sempre considerado um príncipe entre seus irmãos (distinguido entre seus irmãos). O hebraico nezir indica "alguém separado", ou "alguém que é separado ou consagrado para importantes obrigações". O nazireu era um homem que havia sido oferecido a Deus e, através de voto especial, ficava-Lhe irrevogavelmente entregue. Efraim, seu filho, teria as qualidades necessárias para a santa dedicação e realizaria o propósito divino de alguém que foi escolhido para pôr em ação os princípios tão lindamente exemplificados por José. Ele foi o príncipe entre as tribos de Israel.

3. DÃ, GADE, ASER, NAFTALI E BENJAMIM
O que Deus fez por meio de Israel tipifica o que ele quer fazer por meio da Igreja. Deus quer que a Igreja seja um instrumento abençoador na terra. Onde houver um salvo aí estará a bênção do Senhor. A incumbência da igreja é cumprir a obra restauradora de Deus. A igreja é o vaso de Deus na sua obra de restauração. Israel deveria ser uma bênção na terra para encaminhar as demais nações ao encontro de Deus e hoje a responsabilidade da Igreja é pregar o Evangelho para que todo o homem tenha conhecimento do Senhor Jesus.

3.1.      A Tribo de Dã
o primeiro filho de Bila, seria um forte defensor do seu povo. Advogaria, defenderia e ajudaria na luta pela independência. A tribo seria pequena, mas seria grandemente temida pelos vizinhos que tentariam espezinhá-la. Jacó chamou Dã de serpente junto ao caminho, que causaria terror e infligida ferimentos rápidos e fatais. O hebraico neiheish significa mais do que uma serpente no gramado, um réptil venenoso com presas fatais. Isto é, Dã seria sobremaneira perigoso aos seus inimigos. Mais tarde, membros da tribo de Dã cumpriram esta palavra com exatidão notável. Depois de algum tempo em seu território original, os danitas mudaram-se para o norte e ocuparam o extremo norte de Israel. Este povo nunca se distinguiu por seus predicados espirituais. Em 931 A.C. Jeroboão levantou um bezerro de ouro em Dã, para que a adoração pagã fosse fomentada.

3.2.      A Tribo de Gade
Foi o primeiro filho de Zilpa, a serva de Lia. O velho patriarca reconheceu que o espírito corajoso e guerreiro de Gade seriam forte ajuda para o seu povo na vida em Canaã. Jacó predisse que Gade precisaria de toda sua astúcia, coragem e persistência na luta, pois seria continuamente molestado por ataques das tribos do deserto. Bandos de saqueadores fariam pressão contra ele. Jacó fez uso de um jogo de palavras Gade que significa tropa – para indicar a ferocidade e a crueldade dos atacantes do deserto. Ele profetizou que Gade seria vitorioso e seria capaz de expulsar o inimigo. Depois da conquista da Palestina, a tribo de Gade ficou localizada a leste do Jordão.

3.3.      As Tribos de Aser, Naftali e Benjamim
O segundo filho de Zilpa, tem um nome que significa feliz. Jacó o descreveu em um campo fértil, onde o trigo, o vinho e o azeite seriam produzidos em quantidades abundantes. Seria próspero e rico. As guloseimas que produziria seriam próprias da mesa de um rei. (Até os reis de Tiro e Sidom haveriam de querê-las.) A tribo de Aser testemunhou o cumprimento desta profecia patriarcal.

O segundo filho de Bila, demonstraria um notável amor à liberdade; ele era uma gazela solta, disse Jacó. A ilustração descreve um animal selvagem, rápido e gracioso que se deleita com a liberdade das montanhas cobertas de bosques e dos vales abertos. Naftali teria o domínio dos grandes campos de Deus. Prefere palavras formosas é, talvez, uma referência aos discursos eloqüentes e úteis que sairiam da boca dos homens desta tribo. Baraque, por causa do seu valor, veio a ser um dos seus vencedores. Em Juí. 5:18 lemos: "Zebulom é povo, que expôs a sua vida à morte, como também Naftali".

O filho mais moço de Raquel, caracterizava-se como um lobo feroz e perigoso que faria grandes estragos. O lobo é alerta e furtivo em seus movimentos. De noite ele entra sorrateiramente entre as ovelhas e foge com a sua presa. O hebraico teiraf significa rasgar em tiras. Fala de crueldade selvagem. Os lobos do início da noite podem ser tão selvagens e destruidores como aqueles da madrugada. Em qualquer momento estão prontos para os ferozes negócios do comportamento desumano. Eúde, Saul e Jônatas estão entre os descendentes de Benjamim, os quais evidenciaram seus poderes guerreiros. Os homens desta tribo tornaram-se famosos pelos seus arqueiros e seus lanceiros (cons. Jz. 5:14; 20:16).

 CONCLUSÃO
Hoje terminamos mais um trimestre. Que Deus em Jesus possa nos abençoar com toda sorte de bênçãos espirituais. Que a vida de Jacó possa nos inspirar na formação de um caráter ilibado. A Deus toda honra e toda glória!
Nesta lição estudamos as bênçãos impetradas pelo patriarca Jacó aos seus filhos. Um homem que viveu intensamente na companhia de Deus e sua família. Erros e acertos são mencionados na sua biografia. Que possamos ter a posse do que é construtivo para a formação de nosso caráter e dispensar de nossa agenda aquilo que de ruim ele deixou registrado na sua história.


AMADOS
Já estão disponíveis as revistas do próximo trimestre.
A partir de domingo que vem estaremos estudando O LIVRO DO APOCALÍPSE. Serão 13 lições fantásticas comentadas pelo Pastor Orivaldo Aparecido Prattis. Que o Espírito Santo nos ajude a compreender os Mistérios de Deus revelados em Sua Palavra.

Deus abençoe a todos em Nome de Jesus!
Equipe Betel



Fontes:
Bíblia de Estudo Dake – Atos
Comentario Biblico de Moody
Comentario Biblico  AT –Genesis a Neemias – Matthews Henry
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição13.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Insensato!


Meditação: [Salmo de Davi para o músico-mor] Disse o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem. Salmos 14:1

Pensamento: Não é insensato aquele que abre mão do que não pode reter para ganhar o que não pode perder. (Jim Elliot)

Leitura: Lucas 12:16-21.
E propôs-lhe uma parábola, dizendo: A herdade de um homem rico tinha produzido com abundância;
E ele arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos.
E disse: Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens;
E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga.
Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?
Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus. 

Mensagem:

              Parece-me relativamente contraditório que Jesus, que era tão gentil em alguns momentos (Mateus 19:13-15), chamasse algumas pessoas de insensatas. No entanto, os evangelhos registram várias vezes que o nosso Senhor usou este termo depreciativo para descrever aqueles de quem falava – especialmente os fariseus (Mateus 23:27-29; Lucas 11:39-40).
            Jesus também usou a palavra insensato numa parábola, após alertar um homem sobre a cobiça (Lucas 12:13-21). O que o tornou insensato não foi ter construído celeiros maiores para armazenar sua colheita abundante (Lucas 12:16-18). Teria sido mais insensato ainda deixar a colheita nos campos onde o clima severo a deterioraria. Nem foi considerado insensato por pensar que essa provisão inesperada fosse suficiente para mantê-lo por longo tempo (Lucas 12:19). Afinal, somos estimulados a seguir o exemplo da formiga e “armazenar” a colheita (Provérbios 6:6-8).
            Como esse homem se tornou um insensato? Ele deixou Deus de fora. Foi chamado de insensato porque falhou em perceber que sua vida estava nas mãos de Deus. Enquanto planejava cuidadosamente sua vida confortável na terra, falhou em planejar para a eternidade e em armazenar tesouros no céu (Mateus 6:20).
        17. Que farei? O fazendeiro estava preocupado com suas riquezas, mas não imaginou a possibilidade de utilizar suas abundantes colheitas para o benefício de outros. 18. Celeiros. Em grego, apothêkê, armazém, depósito.
              19. Alma: Tens em depósito muitos bens para muitos anos. O homem rico não contava com a repentina intimação que receberia de comparecer diante de Deus, deixando as propriedades que tão cuidadosamente acumulou. Na certeza de uma boa colheita, o homem, fazendeiro riquíssimo, estava pronto para se aposentar. Tinha concepção errada de várias coisas: Que a alma podia ser satisfeita com bens materiais; que os bens materiais podiam durar muitos anos; que ele viveria o tempo suficiente para gozar de tudo.

          21. Rico para com Deus. Jesus deu a entender que a riqueza pode ser investida em valores eternos (cons. 16:9).
            Você incluiu Deus em seus planos para o futuro? Você não vai querer ser chamado de insensato por Ele quando o fim chegar, vai?




Comentario Biblico - Moody.
Biblia de Estudo Dake.

terça-feira, 13 de março de 2012

“JACÓ ABENÇOA OS FILHOS DE JOSÉ”


LIÇÃO 12 – 18 DE MARÇO DE 2012


TEXTO ÁUREO
“Mas Israel estendeu a sua mão direita e a pôs sobre a cabeça de Efraim, ainda que era o menor, e a sua esquerda sobre a cabeça de Manassés, dirigindo as suas mãos avisadamente, ainda que Manassés era o primogênito”. Gn 48.14

VERDADE APLICADA
Se vemos a mão de Deus em todas as coisas, devemos deixar nas mãos de Deus todas as coisas.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Mostrar as promessas de Deus fortalece os seus filhos;
Ensinar a depender de Deus;  e
Apresentar os pais abençoando os filhos.

GLOSSÁRIO
Inescrutável: Que não se pode escrutar; insondável; impenetrável;
Dramático: Que comove ou emociona, que é grave, terrível; e
Obscurecidos: Pouca luz, ou nenhuma.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: 1Rs 2.1-3
E aproximaram-se os dias da morte de Davi e deu ele ordem a Salomão, seu filho, dizendo: Eu vou pelo caminho de toda a terra; esforça-te, pois, e sê homem.
E guarda a observância do SENHOR, teu Deus, para andares nos seus caminhos e para guardares os seus estatutos, e os seus mandamentos, e os seus juízos, e os seus testemunhos, como está escrito na Lei de Moisés, para que prosperes em tudo quanto fizeres, para onde quer que te voltares.
  • Terça feira: Gn 48.13-15
E tomou José a ambos, a Efraim na sua mão direita, à esquerda de Israel, e a Manassés na sua mão esquerda, à direita de Israel, e fê-los chegar a ele.
Mas Israel estendeu a sua mão direita e a pôs sobre a cabeça de Efraim, ainda que era o menor, e a sua esquerda sobre a cabeça de Manassés, dirigindo as suas mãos avisadamente, ainda que Manassés era o primogênito.
E abençoou a José e disse: O Deus, em cuja presença andaram os meus pais Abraão e Isaque, o Deus que me sustentou, desde que eu nasci até este dia,
  • Quarta feira: Gn 9.25-27
E disse: Maldito seja sCanaã; servo dos servos seja aos seus irmãos.
E disse: Bendito seja o SENHOR, Deus de Sem; e seja-lhe Canaã por servo.
Alargue Deus a Jafé, e habite nas tendas de Sem; e seja-lhe Canaã por servo.
  • Quinta feira: Ef 6.1-4
Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.
Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.
E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.
  • Sexta feira: Gn 48.20-22
Assim, os abençoou naquele dia, dizendo: Em ti Israel abençoará, dizendo: Deus te ponha como a Efraim e como a Manassés. E pôs a Efraim diante de Manassés.
Depois, disse Israel a José: Eis que eu morro, mas Deus será convosco e vos fará tornar à terra de vossos pais.
E eu te tenho dado a ti um pedaço de terra mais que a teus irmãos, o qual tomei com a minha espada e com o meu arco da mão dos amorreus.
  • Sábado:  2Co 12.14
Eis aqui estou pronto para, pela terceira vez, ir ter convosco e não vos serei pesado; pois que não busco o que é vosso, mas, sim, a vós; porque não devem os filhos entesourar para os pais, mas os pais, para os filhos.

INTRODUÇÃO
Os muitos episódios da vida de Jacó revelam que Deus continuava sendo o Senhor da história. Nada fugiu do seu domínio; governos e poderes estavam nas suas mãos. Nesta lição, há provas de que quando Deus intervém na história da humanidade homens e mulheres podem ser abençoados de forma imensurável.
Podemos ver isto através dos grandes homens e mulheres que se levantaram para realizar a obra do Senhor, na historia de Jose guiando ele ate o governo de toda terra do mundo então, livrando o pequeno Moises da morte para se tornar o libertador de Israel, de Davi ungido Rei de Israel, quando o rei Saul se distanciou de Deus não obedecendo suas ordens, a obedecendo suas ordens, usando a Juiza Debora e Jael esposa de Heber para guerrearem e matarem Sisera com uma estaca na fronte. Entre outros. E hoje ele pode usar você também basta que esteja no centro da vontade de Deus.

1. JACÓ E A BÊNÇÃO DE DEUS (GN 48.3-13)
A Bíblia diz que, algum tempo depois, disseram a José que seu pai estava doente. Então José foi visitá-lo, levando consigo seus dois filhos, Efraim e Manassés. Ao saber que eles estavam chegando, Jacó no seu leito, após um esforço sobre humano conseguiu sentar na cama. Em seguida, disse a José que Deus o Todo-Poderoso havia aparecido a ele na cidade de Luz (Betel), e que o teria abençoado.

1.1.  Deus, o Todo-Poderoso (Gn 48.3)
Deus se manifesta novamente a Jacó quando este estava em Betel (35.11), a aliança abraâmica foi novamente renovada com Jacó (28.13-15; 32.9,12; 35.11,12) Heb. El-Shaddai= o Todo-abundante ou Todo-suficiente, um titulo em acordo com a promessa de uma nação unificada ou uma companhia das nações, referindo-se à união das distintas tribos de Israel.

1.2.Jacó abençoa os filhos de José (Gn 48.13)
José trouxe seus dois filhos para que recebessem a bênção de seu pai. Ele arranjou seus filhos de tal forma que a mão direita ficasse sobre Manassés, o filho mais velho, e sua mão esquerda sobre Efraim. Mas, embora Jacó fosse velho e quase cego, deliberadamente corrigiu a posição, colocando sua mão direita  sobre a cabeça do mais jovem e a esquerda sobre Manassés.
O livro aos Hebreus aponta o ato de Jacó, ao abençoar Efraim e Manassés, como uma evidência suprema da sua fé resoluta em Deus (Hb 11.21).

1.3.A segurança de Jacó
Quando José tentou mudar a posição das mãos de seu pai para que Manassés recebesse a bênção principal (de acordo com o costume), foi informado de que era Efraim mesmo que estava destinado a recebê-la (v. 19). A solene bênção do patriarca pronunciada sobre os filhos de José foi tão certa como um testamento. Nela Jacó incluiu uma predição do futuro destaque de cada um dos rapazes, mas o desenvolvimento e eficiência de Efraim sobrepujaria de muito a de Manassés.
O SEU IRMÃO MENOR SERÁ MAIOR QUE ELE. Note-se que em diversas ocasiões na história do AT, Deus escolheu o filho mais novo em vez do mais velho. Escolheu Isaque em vez de Ismael (21.12), Jacó em vez de Esaú (25.23), José em vez de Rúben (vv. 21,22; 49.3,4), Efraim em vez de Manassés (vv. 14-20), Gideão em vez dos irmãos dele (Jz 6.11-16) e Davi em vez dos irmãos dele (1 Sm 16). Isso evidencia o fato de que ter primazia entre os seres humanos não significa ter primazia com Deus. Deus escolhe as pessoas à base da sinceridade, pureza e amor, e não da sua posição na família (ver Mt 19.30 nota; 20.26 nota; 1 Co 1.27,28; Tg 2.5).

2. A NOVA ESPIRITUALIDADE DE JACÓ
Seria muito natural que José colocasse a direita de seu pai o seu filho mais velho, Manassés, para que o abençoasse com a benção maior; e Efraim a sua esquerda para que recebesse a benção menor, pois era o filho mais novo. Mas, conscientemente, e por sua própria vontade, Jacó cruzou os braços para que Efraim fosse abençoado.

2.1. A atitude de Jacó
A atitude de Jaco foi de quem sabia o que estava fazendo quando seus netos vieram a ele para ser abençoados, não estava como Isaque sem visão espiritual, mais ele via alem da razão, ao ponto abençoa-los mesmo Jose colocando eles na posição correta de receber a benção, sendo mudada por Jaco no momento da benção. Precisamos ter visão espiritual para podermos enchergar o que se passa em nossa volta. Precisamos de virtudes que nos conduzam como profetas aprovados pelo Senhor para profetizarmos bênçãos para todos que tem compromisso com Deus.

2.2. Adotando os filhos de José
OS TEUS DOIS FILHOS... SÃO MEUS. Jacó considerou os dois filhos de José como se fossem dele mesmo, e assim garantiu a José uma porção dupla de herança. Efraim e Manassés, portanto, iam ter os mesmos direitos e posição dos demais filhos de Jacó, tais como Rúben e Simeão. Os descendentes de Efraim e de Manassés, respectivamente, formaram duas tribos distintas.

2.3 A cegueira de Jacó
Jacó já conhecera os filhos anteriormente, mas agora estava quase cego e sem condições de dizer quem estava com Jose, por isso ele fez a pergunta (v.10). Nesse tempo, os filhos Jose tinham aproximadamente entre 22 e 24 anos de idade.
Embora Jacó fosse velho e quase cego, deliberadamente corrigiu a posição, colocando sua mão direita  sobre a cabeça do mais jovem e a esquerda sobre Manassés. Ele sabia o que estava fazendo.

3. JACÓ CRUZA AS MÃOS
Então José tirou os dois do colo do seu pai, ajoelhou-se e encostou o rosto no chão. (Gn 48.12). Um lindo exemplo na Palavra de Deus de um filho que soube honrar o seu pai. De modo natural, José posicionou seus filhos diante de seu pai para que fosse abençoado por ele. José compreende que, apesar de todo o sucesso, que ele havia conseguido, ainda assim a autoridade paterna não podia ser questionada. Quantos hoje que, por conseguirem se destacar com determinado sucesso, já se acham tão importantes que não querem se submeter a autoridades instituídas por Deus. A capacidade ou talento não credenciam ninguém desonrar seu semelhante, ou desrespeitar a quem quer que seja. O exemplo de José nos inspira a ter uma vida de submissão inteligente e não de subserviência.

3.1. Os caminhos de Deus
Quantas vezes você já parou para pensar sobre os caminhos de Deus em sua vida?
A idéia dos caminhos e pensamentos de Deus sendo mais altos do que os do homem esta relacionada a idéia do perdão de Deus.
6 aspectos – os caminhos e pensamentos mais altos de Deus:

1º em perdão: os homens jamais teriam intentado perdoar seus inimigos, como fez Deus. Os homens procuram vingar-se dos tais e guardar malicia e ódio, enquanto o intento de Deus é a redenção e inumeráveis glorias para seus inimigos (Jo 3.16; Rm 5.8)
2º em numero de ofensas: sob circunstancia favoráveis e especiais, os homens as vezes perdoam, mas estão prontos a não perdoar após ofensas repetidas. Deus perdoa livremente muitas vezes e de um modo tão pleno e amoroso tanto na ultima como na primeira vez (Mt 12.31; 18.21,22; 1Jo 1.9)
3º em numero de ofensores: os homens podem perdoar uma ou algumas pessoas que os ofendem, mas quanto maior for o numero de ofensores, menores são as chances de eles estarem propensos a perdoar. Deus perdoa a todos, independentemente do numero de ofensores (Jo 3.16: 1Tm 2.4; 2Pe 3.9; Ap 22.17)
4º em tipos de ofensas: os homens normalmente se limitam com relação ao tipo de ofensa que perdoarão, mas Deus não tem qualificações neste sentido, exceto a ofensa de rejeitar o único meio de auxilio que ele pode oferecer (Mt 12.31,32)
5º em grau de ofensas: os homens perdoam se a ofensa for pequena a ponto de não lhes causar um grande dano; mas Deus perdoará a maior e mais grave ofensa feita contra ele á a maior e mais grave ofensa feita contra ele (Is 53, Jo 3.16)
6º em modo de perdão: os homens podem estar dispostos a perdoar se, para isso, não tiverem de pagar um alto preço e se virem que isso lhes será proveitoso; mas Deus deu o presente mais precioso do céu para quepudesse ter uma base de perdão para seus inimigos. Deus redime, perdoa por meio daquele a quem tentaram destruir, ele abençoa pela fé na expiação feita com sangue e na morte de um inicente.

3.2. Jacó abençoa os filhos de José
Ao abençoar os filhos de José, Jacó intercambia suas mãos. José está disposto a manter a seu primogênito e poderia ter removido as mãos de seu pai. Mas Jacó agiu não por erro nem por afeto parcial a um mais que ao outro; mas sim através de um espírito profético, e pelo Divino conselho. Deus está abençoando a seu povo, dá mais a um que ao outro, graça e comodidades, e mais das coisas boas da vida. Usualmente lhe dá mais àqueles que menos possibilidades têm de receber. Ele escolhe as coisas fracas do mundo; levanta o pobre do pó. A graça observa não a ordem da natureza, nem tampouco Deus prefere àqueles que nós pensamos que mais o merecem, senão ao prazer dEle. Que pobres são àqueles que não têm riquezas, senão as deste mundo! Que miserável o leito de morte para aqueles que não têm um bom fundamento de esperança, mas sim terríveis apreensões de maldade, e nada além de maldade para sempre!

3.3. O Amor gratuito de Deus (Gn 48.19,20)
Jacó já conhecia os filhos de Jose anteriormente, mas agora estava quase cego e sem condições de dizer quem estava com Jose, por isso ele fez a pergunta (v.10) nesse tempo, os filhos de Jose tinham aproximadamente 24 a 26 anos de idade. Jacó estava quase cego ou completamente, por causa da idade avançada.

CONCLUSÃO
Jacó foi alvo da revelação de Deus e profetizou o futuro dos seus filhos. No fim de sua vida, pode-se perceber o quanto a jornada dele com Deus formou em Jacó uma pessoa melhor. Que o Senhor ajude a todos os crentes para que sejam transformados à medida que caminham com o Senhor.

Fontes:
Bíblia de Estudos Duke
Comentário Biblico Moody
Comentário Biblico AT – Genesis a Neemias – Matthew Henry
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 12.

segunda-feira, 12 de março de 2012

O Mais Importante


Meditação: … Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, […] alma e […] entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. (Mateus 22:37-38)

Pensamento: A prova de nosso amor por Deus é a nossa obediência aos Seus mandamentos.

Leitura: Mateus 22:34-40.
E os fariseus, ouvindo que ele fizera emudecer os saduceus, reuniram-se no mesmo lugar.
E um deles, doutor da lei, interrogou-o para o experimentar, dizendo:
Mestre, qual é o grande mandamento na lei?
E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.
Este é o primeiro e grande mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. 
 

Mensagem:

            O que é mais importante nos esportes? São os campeonatos? Recordes? Honras? No estádio de basquete da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, uma placa apresenta uma perspectiva diferente sobre o que é mais importante em esportes. Diz o seguinte: “Vencer o jogo é importante. Jogá-lo é ainda mais importante. Mas amar o jogo é o mais importante de todos”. Este lembrete traz à memória que esportes são, no fim das contas, apenas os jogos que jogamos com alegria quando éramos crianças.
            Um líder religioso certa vez perguntou a Jesus sobre o que era mais importante: “… qual é o grande mandamento…?” (Mateus 22:36). Jesus respondeu desafiando aquele líder a amar – amar a Deus e aos outros. Jesus disse: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:37-39).
              36. Qual é o grande mandamento na lei? O propósito máximo do doutor não está muito evidente, e deve-se notar que Jesus tratou a pergunta diretamente e depois elogiou  a sagacidade da resposta do doutor (Mc, 12:34). Costuma-se sugerir que ele desejava levar Jesus a discutir a computação que os rabis fizeram de 613 mandamentos.  
           37-40. Nosso Senhor resumiu as duas tábuas da Lei nas palavras de Dt. 6:5 e Lv. 19:18. Uma devida consideração de Deus e do próximo é a essência das obrigações do homem. Todo o V.T, interpreta e aplica esses princípios (Rm. 13:8).  
              Todo o teu coração. No pensamento hebreu, o coração simboliza a totalidade do ser, que contém a alma e o entendimento, os elementos animador e raciocinador. Um amor a Deus que envolva tudo levará a pessoa a cumprir com todas as obrigações morais. Mas esse padrão inatingível apenas prova a corrupção do coração humano.

            Seja o que nossa fé em Cristo nos estimular a fazer, nada será mais importante do que demonstrar o nosso amor – pois o amor revela o coração de nosso santo Pai celestial. Afinal, “Deus é amor” (1 João 4:8). É fácil distrair-se por coisas menos importantes; nossa atenção deve permanecer no que é maior – amar o nosso Deus. Isso por sua vez, nos capacita a amarmos uns aos outros. Não há nada maior do que isso.

tenham todos uma ótima semana em nome de Jesus.

shallom

quinta-feira, 8 de março de 2012

Manuseie Com Cuidado


Meditação: Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio. (Salmo 90:12)

Pensamento: O ontem já se foi; o amanhã é incerto; o hoje está aqui. Use-o com sabedoria.

Leitura: Salmo 90:1-12.

Mensagem:


            Vivemos numa sociedade assolada com avisos de alerta. De bula de remédios, datas de vencimento em embalagens de sopa, a alertas de risco em motosserras – avisos de alerta chamam nossa atenção para riscos iminentes. Quando compramos algum utensílio ou equipamento eletrônico, o remetente havia colocado no pacote um grande adesivo vermelho que dizia: frágil. Manuseie com cuidado. Quando penso sobre a vida e sua fragilidade, me questiono se não deveríamos todos usar adesivos com tais advertências.
            Não é boa a idéia de excursionar pela vida pensando que somos invencíveis e tudo ficará bem – apenas para descobrirmos que somos muito mais frágeis do que pensávamos. Basta uma ligação do médico nos dizendo que temos uma doença ameaçando nossas vidas, ou o desvio de um motorista descuidado à nossa frente para nos lembrarmos de que a vida é radicalmente incerta. Não há garantias! Nenhum de nós pode ter a garantia de que em seguida poderá respirar. Neste contexto, o salmista tem um conselho importante… um tipo de aviso de alerta: “Ensina-nos a contar nossos dias, para que alcancemos um coração sábio” (Salmo 90:12).
              Embora esta possa ser a meditação de um indivíduo, está claro o seu propósito de proferir o pedido feito por um grupo corporativo. O autor volta os olhos para um longo período da história por vir segundo o seu conceito da ira de Deus. À vista da fragilidade e brevidade da vida humana, ele roga pela restauração do favor de Deus. 
            1-6. A Vida Humana em Contraste com a Eternidade de Deus. Senhor, tu tens sido o nosso refúgio. O salmista começa citando sua confiança na natureza eterna de Deus (cons. Dt. 33:27). Verdadeiramente todas as gerações o têm confirmado. O Senhor é imortal; o homem é mortal. O Senhor está acima da limitação do tempo; o homem sempre está consciente do tempo. O Senhor é de eternidade à eternidade; o homem, como a relva, tem a vida curta. Os símiles dos versículos 4-6 não enfatizam só a brevidade ou fragilidade da vida, mas também a dependência humana do Eterno. O homem certamente está à disposição de Deus, retornando ao pó quando Ele ordena e sendo varrido como por uma enchente. 
           7-12. O Homem Consumido pela Ira de Deus. Pois somos consumidos pela tua ira. Agora o salmista interpreta a razão da transitoriedade da natureza humana e seus sofrimentos. Ele percebe a partir da história e da experiência pessoal que a face divina é como a luz do sol em seu poder de sondar as profundezas do ser humano. Comparado com a eternidade de Deus, o período de vida de setenta ou oitenta anos parece deploravelmente curto. Além disso, este período de anos está cheio de tristeza e sofrimentos. Fora desta visão pessimista da vida parte o clamor plangente para que se conceda ensinamento e sabedoria para auxilia um homem a discernir o verdadeiro significado da vida . 

            Escolhamos viver como se este fosse o nosso último momento na terra amando mais profundamente, perdoando mais prontamente, dando mais generosamente e falando mais gentilmente.
            É assim que se manuseia a vida com cuidado.

tenham um ótimo dia na graça do Senhor Jesus.

Shallom Adonai

terça-feira, 6 de março de 2012

Um Apelo à Experiência Cristã


Meditação: Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. (Filipenses 2:4)

Pensamento: A vida é gratificante se estiver repleta de amor por Deus e pelos outros.

Leitura: Filipenses 2:1-4.
Portanto, se há alguma exortação em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão do Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões,
completai o meu gozo, para que tenhais o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, pensando a mesma coisa;
nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo;
não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros. 
 

Mensagem:
Um Apelo à Experiência Cristã

           Em quatro compactas cláusulas condicionais, Paulo apresenta a motivação poderosa da harmonia na comunidade cristã. 
1. A primeira categoria das cláusulas condicionais (se) aceita a premissa como verdadeira, e o se costuma ser traduzido para desde que. Exortação em Cristo. O fundamento do apelo é estarem em Cristo. Consolação de amor. O incentivo que o laço de amor fornece. Comunhão do Espírito. A preocupação mútua despertada pelo Espírito de Deus. Entranhados afetos e misericórdias (unindo os dois substantivos). Um apelo à bondade humana.  
2. A alegria de Paulo seria completa se os filipenses continuassem (observem o tempo presente) pensando a mesma coisa, tendo o mesmo amor, sendo unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. A sinceridade do apóstolo se vê em sua expansão quase redundante – tendo o mesmo amor e unidos de alma (simpsikê), tendo o mesmo sentimento.
3. Partidarismo (cons. 1:17) e vanglória (kenodoxia combina as duas palavras "vazio" e "opinião") eram os inimigos teimosos e traiçoeiros da vida da igreja. Deviam ceder lugar à humildade (os gregos defendiam tanto os seus próprios direitos que uma nova palavra precisou ser cunhada) e considerando cada um (estimando) os outros superiores a si mesmo (não necessariamente como se fosse essencialmente superior, mas como merecedor de tratamento preferencial). Muller descreve a humildade como sendo "a visão interior da própria insignificância" (op, cit., pág. 75).  
4. Assim como a humildade (v. 3a) é a antítese da vanglória, a consideração pelos outros (v. 4) é a antítese da contenda (ambições egoístas).

Estas são outras exortações aos deveres cristãos, à unanimidade, à humildade, conforme ao exemplo do Senhor Jesus. A bondade é a lei do Reino de Cristo, a lição de sua escola, o uniforme de sua família.
Mencionam-se diversos motivos para o amor fraternal. Se esperam ou experimentam o benefício das compaixões de Deus para si mesmos, sejam compassivos uns com outros. é o gozo dos ministros ver a unanimidade de sua gente.
Cristo veio a fazer-nos humildes para que não exista entre nós espírito de orgulho. Devemos ser severos com nossas próprias faltas, e rápidos para observar nossos defeitos, mas estar dispostos a favorecer com concessões ao próximo. Devemos cuidar bondosamente dos outros, e não entremeter-nos em assuntos alheios. Não se pode desfrutar de paz interior nem exterior sem humildade.

shallom Adonai



“JACÓ VAI AO EGITO SE ENCONTRAR COM JOSÉ”



LIÇÃO 11 – 11 DE MARÇO DE 2012


TEXTO ÁUREO
“E disse Israel: Basta; ainda vive meu filho José; eu irei e o verei antes que morra”. Gn 45.28
Quando viu os carros e os presentes, e ouviu a mensagem que José lhe enviara, seu espírito reviveu e ele começou a desejar um encontro com seu filho no Egito. Foi um dia de conforto e regozijo para alguém que tinha sofrido tanto.

VERDADE APLICADA
As pegadas na areia do tempo não são deixadas por pessoas sentadas, mas por homens e mulheres que se aventuram em cumprir a vontade de Deus.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar que Deus provê o necessário para cada situação;
Mostrar que sempre é necessário buscar a orientação divina; e
Demonstrar que quando estamos na vontade de Deus em qualquer lugar somos abençoados.

GLOSSÁRIO
Singelo: Que é muito simples, que é fácil, sem complexidade;
Mazela: Aflição, infortúnio, doença, moléstia, enfermidade; e
Ensejar: Dar ensejo a, ser motivo de; motivar; possibilitar.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Gn 47.28
E Jacó viveu na terra do Egito dezessete anos; de sorte que os dias de Jacó, os anos da sua vida, foram cento e quarenta e sete anos.
  • Terça feira: At 7.17
Aproximando-se, porém, o tempo da promessa que Deus tinha feito a Abraão, o povo cresceu e se multiplicou no Egito;
  • Quarta feira: Gn 15.13
Então, disse a Abrão: Saibas, decerto, que peregrina será a tua semente em terra que não é sua; e servi-los-á e afligi-la-ão quatrocentos anos.
  • Quinta feira: Gl 3.17
Mas digo isto: que tendo sido o testamento anteriormente confirmado por Deus, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não o invalida, de forma a abolir a promessa.
  • Sexta feira: Mt 2.15
E esteve lá até a morte de Herodes, para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Do Egito chamei o meu Filho.
  • Sábado: Is 19.25
Porque o SENHOR dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança.

INTRODUÇÃO
Hoje o estudo da lição acompanha a trajetória de Jacó e sua família ao Egito. Narra a alegria do patriarca em reencontrar José - o filho que mais amava - e a providência de Deus na preservação da família da Aliança e a bela recepção de Faraó na sua chegada àquele lugar.

1. A MENSAGEM DE JOSÉ PARA JACÓ (GN 45.5-8)
Finalmente José e seus irmãos fizeram as pazes. Tudo havia acontecido conforme a vontade do Senhor (vs.5-8), para salvar a vida não somente da família de Jacó, bem como, a vida de muitas outras famílias. Chegara o momento de José poder rever seu pai Jacó e isso foi possível através de seus irmãos “Apressai-vos, e subi a meu pai, e dizei-lhe assim tem dito o teu filho José Deus me tem posto por senhor em toda a terra do Egito; desce a mim, e não te demores;” (Gn 45.9). José havia diligentemente esperado por esse momento. Deus tem tudo sob o seu controle, tivera-o na época de José e sempre o terá (Sl 40.1).
1-8. José, não se podendo conter... levantou a voz em choro . . . e disse a seus irmãos: Eu sou José. Quando José não conseguia mais reprimir seus sentimentos, ele soltou a sua voz chorando (literalmente ).
Imediatamente revelou sua identidade e abriu seu grande coração aos seus irmãos. Eles, cheios de confusão e temor, ficaram sem fala. Mas José os confortou. Declarou-lhes: Para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós (v.5).
Que generoso perdão a seus irmãos; que conforto para esses que tinham pecado; e que fé em Deus por ver sua mão nesses 22 anos de saudades de casa, Deus estava aguardando o momento para o próximo passo no cumprimento de seu plano concernente a Israel e à vinda do Messias para redimir o homem e restaurar o domínio. Os dois anos de escassez e os sete anos de abundância somados aos 30 anos que Jose havia vivido antes de ser levantado perante o Faraó (41.46) mostram que Jose tinha 39 anos quando seus irmãos vieram a conhecê-lo novamente, agora como governador de toda terra do Egito.

1.1.Enviando seus irmãos (Gn 45.9)
José insistiu com seus irmãos a que trouxessem seu pai e que viessem morar no Egito. Ele explicou  que a fome ainda duraria mais cinco anos, mas que no Egito ele poderia arranjar um lar e mantimentos ilimitados para Jacó e toda a sua família. Eles podiam se estabelecer na terra de Gósen, que ficava cerca de 64 kms do local da atual Cairo. Situada no delta do Nilo, esta seção era o melhor trecho de terras para o gado e os rebanhos. Ficava perto de Om e também de Mênfis, onde José morava, ficando assim separada dos centros principais da vida egípcia. Ali, os israelitas viveriam isolados dos egípcios e se desenvolveriam como nação.

1.2. Provendo o sustento para o caminho (Gn 45.20,21)
Flavio Josefo Historia Judeu do 1º século em seu livro – A Historia dos Hebreus –- diz: Faraó Presenteou-lhes com carros carregados de trigo e grande quantidade de ouro e prata, para levarem ao seu pai. José entregou-lhes também outros valiosos presentes para em seu nome serem oferecidos a Jacó. Igualmente, distribuiu presentes a todos os irmãos, além de alguns em particular a Benjamim. 2º Livro Cap 3.79
Quando os irmãos partiram de volta para casa, José mandou que levassem carros junto com eles para fazer a mudança e encheu-os de cereais, presentes e provisões de todo tipo.

1.3.O conselho de José (Gn 45.24)
Uma despedida bem diferente da anterior (44.2). Antes ele estava testando-os, agora ele tinha se revelado e eles haviam obtido benção e presentes para levar a Jacó, como prova de que seu amado filho estava vivo. “E despediu os seus irmãos, e partiram; e disse-lhes: Não*contendais pelo caminho”. (45.24) em hebraico quer dizer: não se excedam, fazendo alusão à possibilidade de eles discutirem no caminho. Eles agora tinham de encarar Jacó E contar-lhe a verdade de sua crueldade para com José e como haviam enganado o próprio pai.


2. A DECISÃO DE JACÓ (GN 45.25-28)
 Os filhos de Jacó saíram do Egito e quando chegaram a Canaã foram direto à casa de seu pai. Então foram logo dizendo que José estava vivo e governava todo o Egito. Jacó quase desmaiou e não podia acreditar. Porém, quando lhe contaram tudo que José tinha dito, e viu toda a bagagem que José tinha enviado, Jacó ficou muito animado. E antes que morresse decidiu ir ver José.
Flavio Josefo Historia Judeu do 1º século em seu livro – A Historia dos Hebreus –- Voltaram eles então ao seu país, e Jacó não teve dificuldade em prestar fé à declaração de que o filho por quem havia chorado tanto tempo estava não somente cheio de vida, mas elevado a tão grande autoridade, governando todo o Egito, abaixo somente do rei. Esse fiel servidor recebeu tantas provas da infinita bondade de Deus que delas não podia duvidar. Foi como se os fatos, durante algum tempo, estivessem como que suspensos. Assim, ele não viu impedimento em partir imediatamente, para dar a José e deste receber, ao mesmo tempo, a maior de todas as consola­ções que um e outro poderiam desejar em vida. 2º Livro Cap 3.79
Não há registro da reação de Jacó diante da confissão de seus filhos, exceto que ele foi revigorado e se preparou para ir reencontrar com seu filho antes de morrer. Jacó viveu mais 17 anos depois disso. (47.9,28).

2.1. O reavivamento de Jacó
Enquanto o velho patriarca Jacó ouvia o relatório dos seus filhos, o coração lhe ficou como sem palpitar (desmaiou, E.R.C.), pois não conseguia crer em tão boas notícias sobre o seu filho que estava a tanto tempo perdido (v. 26). Mas quando viu os carros e os presentes, e ouviu a mensagem que José lhe enviara, seu espírito reviveu e ele começou a desejar um encontro com seu filho no Egito. Foi um dia de conforto e regozijo para alguém que tinha sofrido tanto.

2.2. A decisão de Jacó
Ele foi impactado pelas boas noticias e por suas dúvidas sobre a veracidade delas. Ele aprendera quão imprevisíveis seus filhos eram. Ele finalmente se convence da verdade; então disse: “basta. Eu creio. Irei e o verei antes de morrer.”  Note o uso de Jacó quando fraqueza e incredulidade estão envolvidas (v.26,27), e Israel quando se referem à força e à fé (v.28).

2.3. A oferta de Jacó (Gn 46.1-5)
Partiu, pois, Israel...e veio a Berseba. De onde Jacó estava  ate Berseba dava uns 40Km. É quase certo que Jacó, nessa ocasião, estivesse morando no Hebrom. Sua primeira parada nessa momentosa viagem ao Egito foi em Berseba. Ali ofereceu sacrifícios, e ali, em uma visão noturna, Deus lhe falou, encorajando-o a fazer essa viagem e assegurando-lhe incontáveis bênçãos.
Flavio Josefo Historia Judeu do 1º século em seu livro – A Historia dos Hebreus – Quando Jacó chegou aos poços do juramento, ofereceu a Deus um sacrifício, e o seu espírito achou-se então agitado por diversos pensamentos. Isso porque, de um lado, ele temia que a abundância do Egito tentasse os filhos a permanecer lá e os fizesse perder o desejo de voltar à terra de Canaã, da qual Deus lhe prometera a posse, atraindo assim a cólera divina, por terem ousado mudar de país sem consultar ao Senhor. Por outro lado, ele temia morrer antes de ter o consolo de ver José. Livro Cap 4.80

3. JACÓ DESCE AO EGITO
Deus movimenta nações em favor do seu povo. José fora autorizado pelo próprio Faraó para que trouxesse Jacó e sua família para o Egito (Gn 45.17-20), e deveria trazer para o Egito tudo o que possuíssem e se instalarem na fértil terra de Gósen. Jacó chegou ao Egito, viu José e se estabeleceu ali. O encontro de Jacó com José foi cheio de emoção e ele se expressou dizendo “E Israel disse a José morra eu agora, pois já tenho visto o teu rosto, que ainda vives” (Gn 46.30). Antes ele dissera “com choro hei de descer ao meu filho até à sepultura. Assim o chorou seu pai” (Gn 37.35). Deus mudara a sorte de Jacó.

3.1. Deus fala com Jacó
Deus lhe falou, encorajando-o a fazer essa viagem e assegurando-lhe incontáveis bênçãos. Primeiro, renovou a promessa de que os descendentes de Jacó se tornariam uma grande nação. Tornou claro que o Egito seria a terra onde este desenvolvimento aconteceria. Segundo, ele disse: Eu descerei contigo, garantindo-lhe assim proteção e segurança. Terceiro, ele disse: E te farei tornar a subir.

3.2. Deus promete estar com Jacó no Egito (Gn 46.34)
Quando ele lhes perguntasse a respeito de sua ocupação, deviam se apresentar como pastores. Então Faraó lhes indicaria a terra de Gósen para moradia. Gósen tinha excelentes pastos para seus rebanhos e gado. Ficariam todos juntos e, portanto, bem protegidos contra a mistura com os outros povos.
Ficava a leste de Memfis, satisfatório para pastagem, e próximo de Canaã de forma que eles poderiam ser separados dos maus egípcios. Esse foi chamado de o campo de zoan e foi habitado pelos que não eram egípcios e semitas.

3.3. Deus faz mais uma promessa a Jacó (Gn 46.4)
Esta predição seria cumprida depois da morte de Jacó, no Êxodo, quando a poderosa mão de Deus libertaria os Seus escolhidos do poder do Egito e os traria de volta a Canaã. A declaração de que a mão de José fechará os teus olhos era uma profecia de que o ilustre filho realizaria os rituais fúnebres quando da morte do pai.
Era costume o ente mais próximo da família fechar os olhos e beijar o corpo da pessoa amada no momento da morte. Isto deve ter confortado Jacó em saber que seu filho perdido por tanto tempo, iria fazer isto com ele. (50.1)

CONCLUSÃO
Os Israelitas ficaram morando na terra de Gósen (Gn 46.28,29; 47.1,4,6,11). Além de ser uma região muito fértil, tiveram a segurança de viverem fora do alcance dos egípcios (Gn 46.34). Deus cumpriu a Sua Palavra aos da família da Aliança.



Fontes:
Bíblia de Estudo – Dake
Biblia de Estudo Pentecostal
COMENTÁRIO BÍBLICO MOODY – Genesis
A História dos Hebreus – Flavio Josefo
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 11.

Reflexão Espiritual

O que os textos originais falam sobre o inferno ?

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