quinta-feira, 10 de maio de 2012

Pedidos de Perdão


Meditação: Se […] te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, […] vai primeiro reconciliar-te com teu irmão. (Mateus 5:23-24)

Pensamento: A melhor maneira de dar a última palavra é pedir perdão.

Leitura: Mateus 5:21-26.
Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.
Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.
Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,
Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta.
Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão.
Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último ceitil. 

Mensagem:

             Marcos confundiu-se. Chegou uma hora mais tarde ao restaurante em que deveria encontrar um amigo da igreja. O amigo já tinha ido embora, e ele sentiu-se mal por esse engano, Marcos comprou um vale-presente do restaurante e parou numa loja de cartões para procurar um cartão de desculpas. Dentre centenas de cartões, ficou surpreso ao encontrar poucos cartões de “pedidos de desculpas” numa parte ignorada da loja. Ele comprou um dos cartões e o deu ao seu amigo, que aceitou o seu pedido de desculpas.

            Embora estes cartões não sejam tão populares, os pedidos de perdão são frequentemente necessários em nossos relacionamentos. Perdoar é uma atitude bíblica. Jesus instruiu Seus seguidores a se reconciliarem com aqueles a quem tivessem ofendido (Mateus 5:23-24; 18:15-20). E o apóstolo Paulo disse: “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos” (Romanos 12:18). Viver em paz pode exigir pedidos de perdão.

21-26. Primeira ilustração: homicídio. Jesus mostra como esse cumprimento da Lei é mais profundo que uma simples conformidade exterior. Quem matar destaca um desenvolvimento tradicional de Êx. 20:13, mas ainda trata do ato de homicídio. O julgamento. O tribunal civil judeu, conforme baseado em Deut. 16:18 (veja também Josefo, Antig. iv. 8.14). Os melhores manuscritos omitem "sem motivo" ainda que Efésios 4:26 indique a possibilidade de se inferir corretamente alguma restrição. Insulto. (Raca na ERC.) Provavelmente "cabeça vazia" (de uma palavra aramaica significando "vazio"). Tolo. Considerando que esta série exige epítetos progressivamente mais graves, Bruce acha que Raca é um desacato à cabeça do homem, e tolo, ao seu caráter (Exp GT, I, 107). Inferno de fogo. Literalmente uma referência ao vale de Hinon nos arredores de Jerusalém, onde o lixo, os restos e as carcaças de animais abatidos eram queimados e também uma metáfora pitoresca do lugar do tormento eterno. (A sua história horrível se encontra em Jr. 7:31, 32; II Cr. 28:3; 33:6; lI Reis 23:10.) Cristo localiza a raiz do homicídio no coração do homem irado, e promete que no Seu reino o julgamento imediato será feito antes que o homicídio seja cometido. Ao altar. Indicação do disfarce judaico deste discurso. Teu irmão tem alguma coisa contra ti, isto é, se você cometeu uma injustiça contra o seu irmão. Vai primeiro reconciliar-te obriga o adorador que está a caminho, a prestar satisfações ao ofendido para que a sua oferta seja aceitável (confirma com Sl. 66:18). Adversário. Um oponente da lei (confira com Lc. 12:58, 59). Considerando que o juízo está próximo, os ofensores deveriam se apressar em ajustar contas. Enquanto não pagares. Provavelmente uma situação literal no reino. Se, entretanto, a prisão é símbolo do inferno, a implícita possibilidade de pagamento e soltura aplica-se apenas à parábola, não a sua interpretação. A Escritura é clara ao declarar que aqueles que estão no inferno ficarão lá para sempre (Mt. 25:41, 46), porque a sua dívida não pode ser paga.

            Pode ser difícil pedir perdão, pois é necessário um espírito de humildade para admitir o nosso erro, atitude nem sempre natural em nós. Mas, assumir a responsabilidade por estarmos errados em uma situação pode trazer cura e restauração a um relacionamento.

            Você se confundiu? Engula seu orgulho e dê o primeiro passo – mesmo se não puder encontrar um cartão para ajudá-lo a dizer isso.



terça-feira, 8 de maio de 2012

LIÇÃO 07 - A MULHER VESTIDA DO SOL E SEUS ADVERSÁRIOS



13 DE MAIO DE 2012


TEXTO ÁUREO
“Edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Mt 16.18

VERDADE APLICADA
Os últimos dias serão marcados por sinais e prodígios de mentira. Mas a igreja do Deus vivo seguirá triunfante e reinará gloriosa.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Mostrar que a igreja está envolta na luz de Deus;
Insistir em que a igreja use toda a armadura de Deus Único meio de resistir no dia mau; e
Lembrar que Satanás e os homens ímpios são poderosos, mas destinados à derrota.

GLOSSÁRIO
Teólogos: aquele que sabe teologia ou que é versado nesta ciência;
Destronado: derrubar do trono; e
Laico: comum, ordinário. Que não sofre influência ou controle por parte da Igreja.

Textos de Referência
Ap 12.1     E vi um grande sinal no céu: Uma mulher vestida do sol, e tendo à lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça.
Ap 12.2     E estava grávida com dores de parto e gritava com ânsias de dar a luz.
Ap 12.3     E viu-se outro sinal no céu, e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres e, sobre as cabeças sete diademas.
Ap.12.4b   E o dragão parou diante da mulher que havia de dar a luz, para que dando ela a luz, lhe tragasse o filho.
Ap 12.5     E deu a luz um filho, um varão que há de reger as na­ções com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
Ap 13.1     E eu pus-me sobre a areia do mar e vi subir do mar uma besta que tinha sete ca­beças e dez chifres, e, sobre os chifres, dez diademas, e, sobre a cabeça um nome de blasfêmia.
Ap 13.11   E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordei­ro; e falava com o dragão.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Ap 12.6-9
E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.
  • Terça feira:  Ap 12.10-12
E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite.
  • Quarta feira: Ap 12.13-17
E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho homem.
  • Quinta feira:  Ap 13.2-10
E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.
  • Sexta feira:  Ap 13.12-18
E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.
  • Sábado: Ef  6.10-18
No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.

INTRODUÇÃO
A mulher de Apocalipse 12, que estudaremos nesta lição, sempre teve por adversários ardilosos e ferozes, o Dragão e a Besta, mas, quando a sétima trombeta anunciar que “os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do Seu Cristo”, os inimigos tirarão a máscara e mostrarão todo o seu furor e malícia contra a mulher. É o que estudaremos agora. Deus nos abençoe e abra os olhos do nosso entendimento.
Podemos entender que isto acontecera quando tiver passado os primeiros três anos e meio, pois ai o anticristo quebrara sua aliança com Israel de paz e começara a fazer guerra contra o povo de Deus como esta em “E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até a consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.” Dn 9:27
27. Ele fará firme aliança com muitos por uma semana. A linguagem (

1. A MULHER E SEU FILHO
A identificação da mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos pés, uma coroa de doze estrelas na cabeça e grávida de um filho varão, desperta a imaginação dos leitores do Apocalipse. Confira as três interpretações mais conhecidas.

1.1. A mulher é Israel, o filho varão Jesus
1-5.  O capítulo 12 apresenta outro problema de identificação – a

Quase que todos os teólogos, seguem neste capítulo, a mesma linha de pensamentos, a saber: A mulher representa a Nação Israelita. Jr 4.31; (em figura de retórica ver Os 1.2, 3). A posição em que foi colocada, recebendo proteção, amor e a iluminação divina, faz-nos pensar em um vulto visto no “céu”. Isto é, nesse caso significa no firmamento. A mulher teria de estar no firmamento, se é que está sobre a lua. Mas a cena é imediatamente transferida para a terra, assim que o filho varão da mulher é dado à luz).

1.2. A mulher é a própria terra e o filho varão os santos mortos
“...e a terra ajudou a mulher”. Deus usará novamente a terra como o fez no passado (a própria terra da Palestina) mormente “EDOM, E MOABE, E AS PRIMÍCIAS DOS FILHOS DE AMOM” (Dn 11.41). Essa “corrente de água” (o exército) será absorvida antes de ter alcançado o lugar de “refúgio” preparado por Deus (Is 16.4). Deus usará tanto meios naturais como divinos. O certo é que a terra serviu de “bandeira” como diz o profeta Isaías (59.19): “...vindo o inimigo como uma corrente de água, o Espírito do Senhor arvorará contra ele a sua bandeira”. Alguns expositores do Apocalipse interpretam literalmente estes dois versículos (15 e 16); e, na realidade, nada há que impeça sua realização literal. Na passagem de Nm 16.31 diz que acabando Moisés de falar “...a terra que estava debaixo deles se fendeu. E a terra abriu a sua boca, e os tragou... e eles e tudo o que era seu desceram vivos ao sepulcro, e a terra os cobriu...”. O Salmo de número 55.15 retrata o assunto da mesma maneira: “A morte os assalte, e vivos os engula a terra...”. Seja como for, a proteção assegurada por 1.260 dias “fora da vista da serpente”. A terra, já que pertence a Deus, em última análise, está ao lado da bondade. Deus finalmente, fará o sistema da “terra” ficar submisso a si mesmo, quando do reino milenial de Cristo. O que Deus fará lá, pode ter sua introdução aqui (cf. Ec 3.15).

1.3. A mulher é a igreja visível, o filho varão, os fiéis
A Bíblia menciona somente três classes de pessoas hoje:
Portanto a mulher deve simbolizar a nação de Israel.
As escrituras falam dos judeus como o único povo que sofre dores de parto nos últimos dias (v.2-5; Mt 24.8; Mc 13.8; Is 66.7; Jr 30.6-9; Mq 5.3; Zc 12.10-13.1) (

Sendo assim a igreja visível que o comentarista coloca seria a que ficara para a grande tribulação, ou seja, os que não forem arrebatados e permanecerem fieis e o varão seria os fieis da grande tribulação, mais isto não condiz com a visão que João vê e sim como colocamos acima

2. O GRANDE DRAGÃO VERMELHO
Uma das regras de interpretação da bíblia é que “a Bíblia interpreta a própria Bíblia”. O texto aponta para um “grande dragão vermelho” (Ap 12.3). O texto diz que o “grande dragão” é Satanás, a antiga serpente, chamada o diabo (Ap 12.9). Neste ponto da revelação, o dragão (Satanás) é lançado fora das esferas celestiais para nunca mais voltar (Ap 12.8), Seu papel de acusador termina (Ap 12. 10b). Ao ser destronado, Satanás compreende que lhe resta pouco tempo e, com grande ira, sua única esperança é organizar um exército para fazer guerra contra Jesus em sua segunda vinda. Essa será a batalha do Armagedon (Ap 12.12, 17; Ap 19.19). O texto ainda revela que as sete cabeças do dragão apontam para sua posição geográfica “sete montes”, diz que “são sete reis” e, cinco deles já perderam sua força, um ainda existe e o outro vira nesse tempo (Ap 17.9-10). Por fim, diz “E os dez chifres que viste são dez reis” (líderes mundiais) que, na força de Satanás lutarão contra o cordeiro (Ap 17.12, 14).
7-9. Agora somos introduzidos ao que Swete designa corretamente de "a suprema tentativa da parte do dragão de destronar o Filho da Mulher, restabelecendo-se ele próprio na presença de Deus". São vários os termos designativos de Satanás neste parágrafo (v. 9), mais do que em qualquer outra simples passagem da Palavra de Deus:
19:1-8. Enquanto o capítulo 19 deste livro recebe generalizadamente o título, "A Batalha do Armagedom", na verdade a primeira metade do capítulo se ocupa com uma cena no céu, onde temos os três últimos hinos do Apocalipse. Primeiro, uma grande multidão se ouve cantando,
Aleluias aparecem no começo dos Salmos 111 e 112, e no começo e fim dos Salmos 146 a 150, etc. Este hino repete-se uma segunda vez. Então os vinte e quatro anciãos e as quatro criaturas viventes caem diante de Deus, também gritando

17-21. Não posso deixar de crer que esta batalha se realizará literalmente, e por isso exige atenção cuidadosa, ainda que rápida. A planície de Megido, em outro lugar chamada de planície de Jezreel, ou Esdrelom, ficou famosa na história de Israel, por suas derrotas e vitórias. Aqui se deu a vitória de Baraque Sobre os cananeus, quando os próprios astros lutaram contra Sísera (Jz. 4:5); a vitória de Gideão contra os midianitas (Jz. 7); e do mesmo modo a derrota e morte do Rei Saul e seus três filhos sob as mãos dos filisteus (I Sm. 4). Aqui aconteceu a grande tragédia da derrota e morte do Rei Josias sob as mãos dos egípcios (II Reis 23:29, 30). Mais tarde na história, as cruzadas foram aqui derrotadas, na batalha de Horns de Hattin, em 1187 A.D.
Profecias que provavelmente se referem a esta batalha futura são encontradas desde 800 A.C. (Joel 3:9-15; veja também Jr. 51:27-36; Sf. 3:8; e Ap. 14:14-20; 16:13-16; 17:14).
A batalha termina quase que imediatamente após ter começado. Dois grandes inimigos de Deus são presos, a besta e o falso profeta (cuja obra foi destacada no capítulo 13), e são
A palavra

O Armagedom (v. 19). Uma visão antecipada dele está em 16.19. Aqui é o fato real. Milhões morrerão de praga aqui. (Ler Zc 14.12.) Outros milhões morrerão atacando-se uns aos outros (Zc 14.13).
Os primeiros ocupantes do lago de fogo (v. 20).  São o Anticristo e o Falso Profeta.  Eles são homens,  pois são tratados aqui como homens. Assim virá com poder e grande glória o Filho de Deus, e também filho de Davi. É o cumprimento das promessas divinas, como vemos em 2 Sm 7.16 e Lc 1.31,32. De Davi foi dito no passado: "...
Que estamos nós fazendo para apressar a volta do nosso Rei? (Daniel e o )

2.1. A força do dragão
“...grande prostituta”. Nos capítulos 17 e 18 deste livro, nas sete visões da condenação da “grande Babilônia”, são vistos dois “sistemas” se combinando entre SI: Babilônia (política e religiosa) e (literal e comercial). A primeira sendo descrita no capítulo 17 e a segunda, no capítulo 18. As predições bíblicas têm cumprimento a curto ou a longo prazo. Portanto, nos “últimos dias”, que são dias da ira tanto humana como divina, veremos o “aparecimento” tanto de um império político: a federação dos dez reis escatológicos, pelo Anticristo (v.13), tendo como sede a cidade de Roma, como também veremos o “aparecimento” de “um falso culto” dedicado à Besta, o homem do pecado. Também veremos ainda, a condenação duma grande prostituta denominada “a grande Babilônia” envolvida em “mistérios”. A Babilônia, a grande, cerca de 713, (a. C.). O profeta Naum chamou-a de “graciosa meretriz” (Na 3.4). De modo bem similar, e por razoes idênticas um outro profeta aplica o mesmo epítero vergonhoso a cidade de Tiro, predizendo sua ruína (Is 23.15). Profeticamente falando, este “sistema misterioso” desta secção, representa o novo paganismo do tempo do Anticristo, e especialmente, o culto dele e suas formas de expressões.
“...uma mulher assentada”. A mulher e a Besta nesta secção simbolizam dois poderes: o religioso e o político. O fato de ela está “assentada sobre a Besta” indica que a grande prostituta e domina as nações religiosamente, assim como a Besta sobre a qual cavalga faz politicamente. Isso também revela sua influência e, ao menos aparentemente, parece controlar e até dirigir a Besta. por sua vez a mulher é sustentada pela Besta. O presente texto nos mostra o primeiro poder (religioso) à cavalgar sobre o segundo (político).
A mulher e a Besta são significativas especialmente em suas vestes e em seu poder, mas habitam no deserto. Isso indica claramente suas naturezas demoníacas (Lc 11.24). Ela é realmente vista onde deve ser vista: num lugar desolado, faminto, sedento apropriada para uma meretriz horrenda. A esse lugar o anjo levou o profeta. Há ainda neste versículo um fato curioso que chamou a atenção de João: a Besta estava coberta de nomes de blasfêmia. Isso indica que o sistema predominante da Besta é totalmente corrupto.

2.2. A influência do dragão
“...sua cauda”. Segundo o Dr. H. L. Sr, “a cauda, representa a parte mais perigosa do dragão, é como um grande cometa neste monstro (cf. Dn 8.10). Assim (Is 9.15) assemelha o profeta mentiroso a uma causa, o poder e influência malignos de Satanás como mentiroso e enganador são semelhantemente descrito”. Na simbologia profética das Escrituras Sagradas, isso também aponta seu “baixo caráter” (Dt 28.13; Is 9.15) sua influência daninha – “derribou um terço das estrelas do céu”. Multidões que brilhavam no ordenado firmamento de Deus se tornam meteoritos carbonizados por causa do dragão.
E lançou-as sobre a terra (as estrelas). Esse versículo apresenta um segundo quadro da revolta original de Satanás quando se rebelou contra Deus no passado. A causa da queda (pecado) foi o orgulho (Ez 28.1 e ss); quando ele disse em seu coração. O “eu subirei” (Is14.13), ali o pecado teve início. Mas, como “um abismo chama outro abismo” (Sl 42.7), ele queria se assentar “sobre a cadeira de Deus” (Ez 28.2), e ser semelhante ao Altíssimo (Is 14.14; Ez 28.6), chegou até dizer: “...eu sou Deus” (Ez 28.2); queria estabelecer seu trono na região setentrional: (região norte) do céu (Is 14.13); mas foi frustrado o seu plano, e ele com “grande ira” abriu uma “cisão” no exército celeste e, conquistou a “terça parte” das estrelas (anjos) do céu. Provavelmente, essa batalha teve lugar na região norte do céu (estelar) onde existe um “vazio” (cf. Jó 26.7; Is 14.13; Jr 1.14).
"... A terça parte das estrelas do céu...". Isto refere-se aos anjos que caíram com Lúcifer, conforme Is 14.12 e Ez 28.16. Muitas referências na Bíblia aponta os anjos como estrelas, exemplo: Jz 5.20; Jó 38.7; 25.5; Is 14.13, etc. "A sua cauda arrasta a...". É conhecida a grande força que a serpente e outros répteis como o jacaré, têm na cauda. Os animais pré-históricos do tipo réptil tinham gigantesca força nas suas caudas para ataque e defesa. O termo dragão significa animal monstruoso; serpente gigantesca. O dragão, no versículo 3, figura o Diabo, e é chamado serpente, em 12.9. O termo no original deriva de um verbo que significa ver de modo penetrante.

2.3. As cabeças, os diademas e os chifres da Besta
O dragão com sete cabeças. Isso fala de sua plenitude de astúcias. Dez chifres = seu imenso poderio. Sete diademas = seu domínio. O dragão era vermelho. Vermelho é a cor do sangue e do fogo. Isso indica como sabemos que ele é o provocador de mortes, guerras, intrigas, contendas e de tensões individuais e coletivas, quentes como o fogo e que terminam explodindo.  Ler Gn 4.5,8 comparando com l Jo 3.12. Quem anda fazendo assim é parente do Dragão. ()

“...Por que te admira?”. Já tivemos ocasião de mencionar Babilônia como sendo um novo “sistema” à se levantar nos últimos dias. A cidade de Babilônia nasceu quando Ninrode (cujo nome significa “nós nos revoltaremos” ou “rebelde”), edificou a cidade na Planície de Sinear, com o objetivo de construir seu império (Gn 10.8-10). Assim Babilônia se tornou a primeira potência mundial.
Sete cabeças e dez chifres. Nos versículos 9 e 12 deste capítulo, o anjo celestial faz a interpretação par o Apóstolo dizendo: “...As sete cabeças são sete monte, sobre os quais a mulher está assentada.... e os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino...”. Isso significa, segundo se depreende da visão de Daniel (7.240 que durante o período da Grande Tribulação, “se levantarão dez reis” dentro dos limites do antigo império romano. São eles as ‘dez pontas” que João contempla na cabeça da Besta que subiu do mar (Ap 13.1). Eles serão dez agente de Satanás, que ajudarão ao Anticristo, em sua política sombria pela conquista do mundo (17.13). Alguns deles (3) receberão poder apenas por “uma hora”; depois cairão e só sete permanecerão (Dn 7.8; Ap 17.12). ()

3. EXPLICANDO APOCALIPSE COM APOCALIPSE
Como entender o significado de figura tão estranha como aquela que João, no capítulo treze, por falta de outra palavra chama de a Besta Aprendamos, pois com as explicações que o próprio Jesus nos dá no capítulo 17. A Besta fala de poder temporal histórico, presente e futuro. Veja lição 10.

3.1. O último império de Satanás na Terra, a Besta que se levanta do mar
"... Uma Besta...". A palavra usada no original, indica animal selvagem. Isso evidencia o caráter bestial, animalesco, baixo e vil do Anticristo, quando ele se manifestar abertamente. Esta Besta será uma pessoa e não apenas uma personificação do mal, ela é chamada de “Besta”, porque do ponto de vista divino de observação é o que ela é. A passagem fala claramente de uma pessoa, pelo uso do pronome “ela” (13.4; 17.11; 19.20). “Em inglês, o pronome é “he”, usado somente para pessoas. Deve-se ter isto em mente para compreensão do significado do pensamento, pois em português, “ela” é usado tanto para pessoas animais ou coisas”.
Ele será o monstro mais hediondo que o mundo já conheceu; somos forçados a crer que ele tenha duas nacionalidades: uma romana e a outra judia. Sobre a primeira (Dn 2.44; 7.7 e ss; 8.9 e ss; 9.27; Ap 13.1 e ss); sobre a segunda (Dn 11.37, 38, 45; Mt 24.15; Mc 13.14; Jo 5.43; 2Ts 2.4; 1Jo 2.18; 2Jo v.7). Em figura de retórica ver At 22.28. Sobre sua raça ver Ez 21.25-27; 28.2 e ss; Dn 8.23-25; 9.27; Mt 12.43-45. Semelhantemente, ele exercerá suas atividades em duas capitais: (Roma – centro político) e (Jerusalém – centro religioso). Os rabinos judaicos ensinam que ele será da tribo de Dã: “Dã será (no futuro) serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda” (Gn 30.6; 49.17). Os místicos contemporâneos dizem que o Anticristo nasceu a 5 de fevereiro de 1962, na Palestina; foi para um dos países árabes. Atualmente se encontra em silêncio em Jerusalém. Não sabemos se isso é real, ou fictício, mas será uma coincidência curiosa que adicionando os números da data desse ano, temos 1 + 9 + 6 + 2 = 18, ou seja, três x6 ou 666. Não devemos duvidar se há ou não nisso significação especial, pois a Bíblia afirma que “...já o mistério da injustiça opera” (2Ts 2.7). “...ouvistes que vem o Anticristo... por onde conhecemos que é já a última hora” (1Jo 2.18).
O

3.2. As cabeças, os diademas e os chifres da Besta
"... dez chifres... e sobre os chifres, dez diademas...". Isso indica a sua procedência satânica, pois o dragão aparece em 12.3 com sete cabeças e dez chifres. Mas há uma diferença entre os dois. Os diademas do dragão estavam nas cabeças (12.3), e os da Besta estavam nos chifres (13.1). Deste modo, os diademas do dragão eram sete, e os da Besta eram dez. O profeta Daniel viu esse animal sob outro ângulo, todavia, tinha sete cabeças e dez chifres (Dn 7.23,24). ()

3.3. A religião do reino da Besta
 “...e adoraram a besta”. A autoridade da Besta e geograficamente extensa, é mundial: sobre cada tribo, povo, língua e nação. A exemplo dos antigos Césares, ela exigirá adoração universal. Há um pormenor a salientar no versículo 12 deste capítulo. Enquanto nos versículos 4 e 8 a adoração é aparentemente voluntária e espontânea, embora interesseira, no versículo doze parece haver intenção de coagir: observe bem a frase “faz com que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta”. Isso não é de admirar, pois além das força invisíveis do mal: o dragão lhe deu “o seu poder, e o seu trono, e grande poderio”, mas quatro coisas o ajudarão na sua popularidade: o número, a imagem, o nome e o sinal (13.17; 15.2). “O que significa tudo isso, no momento, é impossível dizer com certeza, onde estão estampados, as Escrituras claramente indicam”.
“...outra besta”. A palavra grega “therion” que é empregada para indicar a primeira Besta, é exatamente a mesma palavra empregada para descrever a segunda Besta que “subiu da terra”. O fato de a mesma ter “dois chifres” semelhante de um Cordeiro, representa simuladamente um aspecto de docilidade e mansidão, porém, essa forma sutil de engano logo será desmentida porque seu falar a denuncia – é a voz do dragão. Em outra significação do pensamento, o chifre é símbolo de poder físico, moral ou real, e os dois chifres da Besta nesta secção representam a combinação de rei e profeta. Esses “dois chifres” também podem falar do poder combinado de regiões naturais (Israel: centro religioso e Rom: centro político). Sua autoridade abrange 2 reinos (religioso e político).

CONCLUSÃO
Quando ainda na carne, Jesus falou aos seus discípulos sobre um maravilhoso organismo que nasceria de sua morte e ressurreição e declarou Edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Que maravilhosa declaração. A igreja do Senhor triunfará sobre todo o mal, e por fim, reinará gloriosa.

As portas do inferno não prevalecerão contra ela.  Inferno (equivalente a Sheol), o reino dos mortos.  As portas. A entrada para o Hades, que geralmente é a morte. A Igreja de Cristo, que seria inaugurada no Pentecostes, não ficaria à mercê da morte física, porque a ressurreição do Senhor garantiria a ressurreição de todos os crentes. Mais especificamente, os crentes que morrem antes da ressurreição vão imediatamente para Cristo, não para o Hades (Ef. 4:8, Fl. 1:23; II  Co. 5:8). (






Fontes:
Bíblia de Estudo Dake – Atos
Comentario Biblico de Moody - Apocalipse
Apocalipse Versículo por Versículo - Severino Pedro da Silva – CPAD
Daniel e o Apocalipse – o Panoramana do Futuro – Antonio Gilberto - CPAD
Revista:

Um Convite do Pai


Meditação: Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes e criai em vós coração novo e espírito novo… (Ezequiel 18:31)

Pensamento: Para desfrutar o futuro, aceite o perdão de Deus pelo passado.

Leitura: Ezequiel 18:25-32.

Mensagem:

              O livro de Ezequiel, no Antigo Testamento, aborda o julgamento de Deus sobre Seu povo desobediente. O Senhor os chamou de “… nações rebeldes que se insurgiram contra mim…” (Ezequiel 2:3) e “… filhos de duro semblante e obstinados de coração…” (Ezequiel 2:4). As descrições gráficas dos seus pecados e as imagens violentas de sua futura punição são terríveis. Contudo, nos momentos mais sombrios do lamento de Deus sobre Seu povo mantido em cativo na Babilônia, Seu amor resplandece em Seu chamado para trilharem novamente o caminho da vida.
            “Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes e criai em vós coração novo e espírito novo, pois, por que morreríeis, ó casa de Israel? Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o SENHOR Deus. Portanto, convertei-vos e vivei!” (Ezequiel 18:31-32).
31. Lançar. Aqui Ezequiel se refere à participação do homem na renovação. Em 11:19; 36:25-27, ele destaca a parte divina. Cons. Jr. 4:4; 24:7; 31:33; Sl. 51:7; Fp. 2:12, 13. Seu ministério requeria ambas as ênfases.
32. Porque não tenho prazer na morte do que morre (E.R.C.). Não desejo a morte daquele que está para morrer; isto é, daquele que merece morrer (cons. v. 24; 33:11). Ezequiel, como o atalaia escolhido pelo Senhor (3:16-21; 33:1-9), advertia e instava com seu povo, proclamando a justiça de Deus e também o Seu amor para com o pecador arrependido. Como harmonizar a responsabilidade pessoal do indivíduo e sua liberdade moral com a justiça de Deus e o tratamento de cada indivíduo é um problema difícil, com o qual lutam o livro de Jó e o Salmo 73. Jó não recebeu uma solução, mas satisfez-se com uma visão revitalizada de Deus (Jó 42:5, 6). "O coração tem razões que a razão desconhece", dizia Pascal. Apesar dos problemas do sofrimento e do pecado, confiar em um Pai Celestial amoroso é sempre a melhor atitude para o crente.


            Deus não nos pede para sentirmo-nos pior do que já nos sentimos a respeito de nossos fracassos, ou para nos esforçarmos mais a fim de seguir Seus mandamentos. Em vez disso, Ele nos convida a receber uma fonte fresca de motivação e força – um novo coração e um novo espírito provindos dele (Ezequiel 36:26-27).
26. Coração novo . . . espírito novo. Aqui se destaca a parte divina na regeneração. Cons. 11:19; 18:30-32. Veja também Jr. 31:31-34; Sl. 51:10-12. Sobre coisas novas no esquema redentor divino, veja também Is. 42:9, 10; 62:2; II Pedro 3:13; Ap. 5:1; 21:1, 5.  
27. Porei dentro em vós o meu Espírito. A aspersão do Espírito de Deus tem de constituir um aspecto da futura dispensação (cons. 37:14; 39:29; Is. 42:1; 44:3; Joel 2:28, 29; Ageu 2:5; Atos 2:16-21; Rm. 8:23; Ef. 1:13, 14; 4:30).

            Se você está sentindo que se afastou demais de Deus e que Ele está farto de você, é hora de abarcar a verdade. Você aceitará o convite do Pai para “voltar e viver” hoje?

shallom

terça-feira, 1 de maio de 2012

LIÇÃO 06 - O HERDEIRO TOMA POSSE E O USURPADOR REAGE


06 DE MAIO DE 2012


TEXTO ÁUREO
“E, se somos filhos, somos, logo, herdeiros também, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo; se é certo que com Ele padecemos para que com Ele também sejamos glorificados”. Rm 8.17

VERDAE APLICADA
Deus tem todo direito de dispor de todas as suas obras como lhe agrada. Mas ainda que todas as coisas lhe pertençam por direito de criação, Ele não age de forma arbitrária.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Fortalecer a confiança do crente na Justiça de Deus;
Mostrar que a Justiça de Deus não só se manifesta em Seu caráter, mas também no modo como julga e aplica as suas próprias leis;
Remover a falsa idéia de que a Terra será destruída e incutir a doutrina da redenção e restauração de todas as coisas.

GLOSSÁRIO
Co-herdeiros: Que, ou o que herda com outro ou outros;
Arbitrária: Que não é regulado por lei ou praxe, mas só depende do critério ou vontade; e
Castiçais: Utensílio em que se coloca uma vela para alumiar.

Textos de Referência

Ap 10.1      E vi outro anjo forte, que descia do céu, vestido de uma nuvem; e por cima da sua cabeça estava o arco celeste, e o rosto era como o sol, e os pés como colunas de fogo;
Ap 10.2      e tinha na mão direita um livrinho aberto e pôs o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra.
Ap 10.8      E a voz que eu do céu tinha ouvido tornou a falar co­migo e disse: Vai, toma o livri­nho da mão do anjo que está em pé sobre o mar e a terra.
Ap 10.9      E fui ao anjo, dizendo-lhe: dá-me o livrinho. E ele disse-me: Toma-o e come-o, e ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como o mel.
Ap 11.15    E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Ap 10.1-7
1 - E VI outro anjo forte, que descia do céu, vestido de uma nuvem; e por cima da sua cabeça estava o arco celeste, e o seu rosto era como o sol, e os seus pés como colunas de fogo;
2 - E tinha na sua mão um livrinho aberto. E pôs o seu pé direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra;
3 - E clamou com grande voz, como quando ruge um leão; e, havendo clamado, os sete trovões emitiram as suas vozes.
4 - E, quando os sete trovões acabaram de emitir as suas vozes, eu ia escrever; mas ouvi uma voz do céu, que me dizia: Sela o que os sete trovões emitiram, e não o escrevas.
5 - E o anjo que vi estar sobre o mar e sobre a terra levantou a sua mão ao céu,
6 - E jurou por aquele que vive para todo o sempre, o qual criou o céu e o que nele há, e a terra e o que nela há, e o mar e o que nele há, que não haveria mais demora;
7 - Mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como anunciou aos profetas, seus servos.
  • Terça feira:  Ap 10.8-11
8 - E a voz que eu do céu tinha ouvido tornou a falar comigo, e disse: Vai, e toma o livrinho aberto da mão do anjo que está em pé sobre o mar e sobre a terra.
9 - E fui ao anjo, dizendo-lhe: Dá-me o livrinho. E ele disse-me: Toma-o, e come-o, e ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como mel.
10 - E tomei o livrinho da mão do anjo, e comi-o; e na minha boca era doce como mel; e, havendo-o comido, o meu ventre ficou amargo.
11 - E ele disse-me: Importa que profetizes outra vez a muitos povos, e nações, e línguas e reis.
  • Quarta feira: Ap 11.1,2
1 - E FOI-ME dada uma cana semelhante a uma vara; e chegou o anjo, e disse: Levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram.
2 - E deixa o átrio que está fora do templo, e não o meças; porque foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.
  • Quinta feira:  Ap 11.3-7
3 - E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco.
4 - Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da terra.
5 - E, se alguém lhes quiser fazer mal, fogo sairá da sua boca, e devorará os seus inimigos; e, se alguém lhes quiser fazer mal, importa que assim seja morto.
6 - Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem.
7 - E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará.
  • Sexta feira:  Ap 11.8-13
8 - E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o seu Senhor também foi crucificado.
9 - E homens de vários povos, e tribos, e línguas, e nações verão seus corpos mortos por três dias e meio, e não permitirão que os seus corpos mortos sejam postos em sepulcros.
10 - E os que habitam na terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros; porquanto estes dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a terra.
11 - E depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles; e puseram-se sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram.
12 - E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para aqui. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram.
13 - E naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.
  • Sábado: Ap 11.14-19
14 - É passado o segundo ai; eis que o terceiro ai cedo virá.
15 - E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso SENHOR e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre.
16 - E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus,
17 - Dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, e que hás de vir, que tomaste o teu grande poder, e reinaste.
18 - E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.
19 - E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva.

INTRODUÇÃO:
Jesus, o dono do Planeta, está voltando para tomar posse daquilo que lhe pertence e todos os impostores serão banidos. É o assunto desta lição. Vamos estudar?

1. A LEITURA DO TERMO DE POSSE
“E vi outro anjo forte, que descia do céu, vestido de uma nuvem e por cima da sua cabeça estava o arco celeste, e o rosto era como o sol, e os pés como colunas de fogo; e tinha na mão um livrinho aberto e pôs o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra.” (Ap 10.1,2; Sl 68.17; Dn 7.10; Ez 38.4). Pés como colunas de fogo de fogo e rosto como o sol são características de Jesus listadas no capítulo um (Ap 10. 15,16). O livrinho é o mesmo que estava na mão direita de Deus. Com estas informações em mente podemos afirmar que:
Tal como diz em Ap 5.1, 7. A mão do anjo na qual estava o livrinho, provavelmente, era a “direita” conforme se depreende de Dn 12.7 e o contexto do quinto versículo desta secção. Devemos observar que os livros que trazem mensagens no apocalipse são primeiramente vistos na mão de Deus Pai (5.1); depois passam para a mão de Cristo (5.7); depois, para a mão de um anjo (cf. 1.1 e 22.16); e finalmente, para a mão de João (10.10).

1.1. Os capítulos dez e onze tratam da tomada de posse do planeta
Pôs o seu pé direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra. “O pé direito de Cristo está sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra (10.2). Nesta figura audaz e gráfica que João nos dá do anjo forte, ele é apresentado como uma figura colossal com um pé na terra e o outro no mar. Como Senhor da criação, ele domina a cena por completo”. Três vezes o anjo forte é retratado como estando de pé sobre o mar e a terra (10.2, 5, 8), e esta repetição denota a ênfase divina. À Besta que tinha dois chifres se levantará da terra (13.11 e ss): a Besta com sete cabeças e dez chifres se levantará do mar (13.1e ss). Isso significa apenas poder parcial, em contraste com a pessoa de Cristo, pois sua mão divina alcança todos os limites do universo (cf. Mt 28.18). Seus pés sobre o mar e terra significam domínio total de toda região (Dt 11.24; Js 1.3; Sl 8.6). Ele é Senhor do mar e da terra; é capaz de por-se de pé sobre uma vasta área; a mensagem que Ele traz alcançará toda a humanidade. Nada haverá de provincial ou localidade nesta mensagem que não seja atingida. O imenso domínio desse anjo aumenta com a descrição de sua “majestade” e “poder”.

1.2. A tomada de posse da herança será pública
Os sete trovões. Os trovoes não foram proferidos pelo anjo forte, porque suas vozes seguiam o seu clamor. No texto em foco, os sete trovões fizeram ecoar suas vozes como se fosse um eco retumbante de “améns” ao brado do anjo forte. Para alguns expositores do Apocalipse o simbolismo dos sete trovões provavelmente depende literalmente do trecho do sl 29.3-9. Ali é descrito a voz de Deus, em sete aspectos, semelhante a trovão, a qual fala de vários “eventos estremecedores”. Por causa do artigo definido “os” e do número “sete”, as vozes dos sete trovoes têm sido interpretadas, como uma totalidade de vozes, a saber: (a) “A voz do Senhor ouve-se sobre as águas...”. V. 3; (b) “A voz do Senhor é poderosa...”. V. 4; (c) “A voz do Senhor é cheia de majestade...”. V. 4; (d) “A voz do Senhor quebra os cedros...”. V. 5; (e) “A voz do Senhor separa as labaredas do fogo...”. V. 7; (f) “A voz do Senhor faz tremer o deserto...”. V. 8; (g) “A voz do Senhor faz parir as cervas...”. V. 9. (Ver notas expositivas sobre isso no v. seguinte).
O Apóstolo João entendeu muito bem o sentido da voz dos sete trovões, porém a exemplo de Paulo, lhe foi vedado escrever ou revelar a mensagem (cf. 2Co 12.4). O Trovão é símbolo de aviso, tanto neste livro como fora dele. Em outras passagens preliminares em que ocorrem trovões (8.5 e 11.19 e 16.18), são anúncios prévios de juízos da ira divina, o que provavelmente, se dá aqui também. No Apocalipse o trovão do hebraico “estrondar”.

1.3. A posse seguiu todos os trâmites legais
João recebe a ordem de pegar uma cana para medir o santuário de Deus, o seu altar, e os que naquele adoram (v. 1), o que certamente implica de que haverá alguma espécie de templo em Jerusalém nessa ocasião. Faz-se a declaração de que a cidade santa será pisada por quarenta e dois meses (v. 2), um período de tempo também encontrado em 13:5, idêntico aos 1.260 dias de 11:3 e 12:6. Eu o entendo como sendo a primeira metade do período de sete anos da nossa dispensação, ocorrendo a Grande tribulação na segunda metade, quando o Anticristo exercerá poder universal.

Necessariamente três coisas devem ser medidas nesta secção: (a) O Templo; (b) O Altar; (c) Os que nele adoram:
O TEMPLO. Realmente tem havido muitas especulações e debates sobre a hipótese do Templo que será erguido e por quem será erguido (o Anticristo ou judeus?) no local onde hoje se encontram as Mesquitas de Omar e El-Aksa.
Em Ezequiel capítulos 40 a 47, encontramos algo semelhante, onde se descreve a medição cuidadosa do Templo, em todas as suas dimensões. A tarefa, realizada por um mensageiro celeste, foi feita com “...um cordel de linho... e uma cana de medir”. C. Ez 40.3 cena similar aparecer em Jr 31.39 (nestas passagens, a medição é uma providência preparatória para a restauração e a reconstrução do Templo). Em 2Rs 21.13; Is 34.11; Am 7.7, 9; Lm 2.8, a palavra “medição” tem o sentido de “medido para destruição”. Em Ez 40.1 e 41.13 e 44.31 e Zc 2.2-8, encontramos uma medição completa do Templo e de suas cortes. Nestas passagens, medição tem o sentido de “reconstrução”. No presente capítulo, porém, a destruição se destina apenas aos que estão no “átrio que está fora do Templo”, e não dentro do Templo.

2. O HERDEIRO ENTREGA O PLANETA AOS CO-HERDEIROS
“E a voz que eu do céu tinha ouvido tornou a falar comigo e disse Vai e toma o livrinho aberto da mão do anjo que está em pé sobre o mar e sobre a terra. E fui ao anjo, dizendo-lhe Dá-me o livrinho. E Ele disse-me Toma-o e come-o, e ele fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como o mel.” (Ap 10.8.9; Jr 15.16; Ez 2.8; 3.1-3). Por que Jesus mandou João comer o livrinho Por que seria amargo no ventre e doce ao paladar Por que depois disso João ainda teria que profetizar a muitos povos, nações e línguas? Vamos às respostas?

2.1. João come o livrinho
“... tomei o livrinho”. Ele não deve ser interpretado como sendo o mesmo do capítulo 5: o livro selado (ainda que esteja já aberto como no v. 8); mas pode ser a continuação do mesmo M. S. S. Novah diz o que segue: “O Antigo Testamento foi escrito em hebraico e aramaico e essas línguas não poderiam ter uma palavra significando livro como entendemos atualmente...”. O vocábulo foi usado pela primeira vez por S. Crisóstomo no 4º século, embora se tenha também notícia que, o uso mais antigo de TA BIBLIA (‘os livros’) pelos cristãos, com esse sentido, segundo se diz, foi iniciado em 2 Clemente 14.2 (c. de 150 d.C.) Onde lê-se as seguinte frases: “...os livros e os Apóstolos declaram que a Igreja Primitiva tem existido desde o principio”. Dispunham, entretanto, das palavras significando “escritura” e “rolo”. João, escrevendo em grego, usou a palavra “biblos’ (de onde se origina “bíblia’’ e “biblioteca”), que veio a indicar o livro em sua forma moderna. Este do presente capítulo é retratado pelo anjo como sendo “pequeno”, embora sua mensagem fosse grande como o universo todo.

2.2. Comer o livro provoca desgosto e prazer
“... fará amargo o teu vente”. “Várias vezes nas Escrituras, a Palavra de Deus é comparada com alimento que deve ser assimilado. Portanto, o sentido inerente do texto, deve ser o mesmo sentido das palavras de Jesus em Jó 6.51-56, onde a “carne do Filho do homem” é comida, e seu “sangue” é bebida, que conforme se depreende do versículo 35, significa no pensamento de Jesus: Tomar posse da vida eterna. Ezequiel, como João, experimentou uma profecia doce-amarga (Ez 2.8 e 3.1-3). Da mesma forma, o profeta Jeremias teve de consumir a palavra da revelação divina (Jr 15.16)”. Para João, o comer, significa tomar posse da mensagem profética e transmiti-la de acordo com a vontade diretiva de Deus (cf. Jr 15.16; Ez 3.4; Ap 10.11). Notemos que primeiro o anjo disse: “... ele fará amargo o teu vente”. E no versículo 10 João diz primeiramente: “... na minha boca era doce como mel”. Parece a ordem lógica: o anjo, ao entregar o livrinho, preveniu-o do amargo, para evitar a João a frustração após a doçura do mel.

2.3. João, um pregador intercontinental
“... importa que profetizes outra vez”. Nada é dito sobre o pequeno rolo – o livrinho aberto. Expositores renomados pensam tratar-se do livro por excelência aberto a todos os “povos, e nações, e línguas e reis”: A Bíblia. Talvez essa, a pequena parte entregue a João, profetizando a todos os povos e cuja compreensão está hoje aberto a todos os que a escutam, seja o Apocalipse! Se assim for, não fechemos o grande livro de Deus.
Povos, e nações, e línguas e reis. Essa enumeração com leves variações, vista no texto em foco, tem sentido de “universalidade”, aplicável a todos os seres humanos; acham-se também sete vezes no Apocalipse, em diversas conexões (5.9; 11.9; 13.7; 14.6; 17.15) e, ao mesmo tempo, aponta para o “retorno” de João da “Ilha de Patmos” (1.9) com uma nova mensagem a toda a criatura. Neste versículo, “reis” aparecem em lugar da palavra usual, “tribo”. Provavelmente, como observa o Dr. R. N. Champrin, Ph, D isso é uma antecipação de Ap 17.10, 12. Assim sendo, Cristo, ao voltar, será governante de todos os reis e príncipes da terra, pois é “Rei dos reis, e Senhor dos senhores” (19.16). Alguém pode perguntar: Não era João tão velhinho? Teria ainda condições para grande caminhadas? Para transpor os mares em busca de nações e reis? Teria ainda forças para profetizar diante de muitos povos e línguas? O Apóstolo não sabia. Mas escreveu. E aí estão as palavras do versículo (“11”)! Em quase todas as línguas do mundo, João está falando hoje. E assim tem falado diante de muitos povos, nações, línguas e reis!

3. IDENTIFICANDO AS DUAS TESTEMUNHAS
A esta altura, você já deve ter feito à clássica pergunta quem são as testemunhas. Não vamos tentar adivinhar os seus nomes. Seguiremos as pistas espalhadas pelo capítulo onze que nos dão ideia de quem poderiam ser. Vamos examiná-las?

3.1. Pistas no capítulo onze
“... minhas duas testemunhas”. Segundo C. F. Wishart a ciência de numerologia, denominada gematria, desenvolveu-se vagarosamente. Quando essa ciência apareceu, os números eram usados para expressar conceitos, idéias e princípios. Segundo conceito oriental, o número “dois”, na simbologia profética trazia a idéia de fortaleza. Dois homens são mais fortes que um, e, se surgir um terceiro, consolida a força (Ec 4.9-12). O número “2” é a duplicação de “1” e representa força. No Antigo Testamento, duas testemunhas eram necessárias para confirmar qualquer fato. Jesus enviava seus discípulos de “dois em dois”, por razões óbvias. O número aparece no Apocalipse em referência às “duas testemunhas” (11.1 e ss) e às duas “Bestas” (13.1 e ss). Nos dias sombrios da Grande Tribulação, Deus levantará dois grandes personagens. Desse modo, as duas testemunhas surgirão para demonstrar um testemunho de grande poder.
Profetizarão... vestidas de saco. O pano de saco era a vestimenta tradicional usada pelos profetas de grande poder. Era uma fazenda de fabricação rude e tinha a cor negra (Ap 6.12). O pano de saco usualmente era usado diretamente sobre a pele, para dar desconforto, pois simbolizava o descontentamento com as coisas como elas estavam. “No dizer de Charles: a vestimenta de “cilício” tipifica a natureza sombria da mensagem deles (das duas testemunhas). Era também uma vestimenta que representava aflição. Cf. Gn 37.34; 2 Sm 3.31; 21.10; 2Rs 6.30; Et 4.1-4; Jó 16.15; Sl 30.11; 35.13; 49.11; Is 3.24; 15.3; 20.2; Jr 48.37; 49.3; Am 8.10; Jn 3.5; Mt 11.21”.

3.2.  Com quem as testemunhas se parecem
Duas testemunhas aparecem agora, enviadas por Deus a profetizar nesta cidade, embora não sejamos informados da natureza de sua mensagem. Elas são comparadas às duas oliveiras e castiçais (v. 4) descritas em Zacarias 4 Recebem poder sobrenatural, tal como Elias e Moisés (I Reis 17:1), para matar seus inimigos, provocar seca, transformar água em sangue, e ferir a terra com pragas a seu bel-prazer (vs. 5, 6). Quando elas terminarem a obra de que Deus as encarregou, a besta que surge do abismo pelejará contra elas, e as vencerá, e matará (v. 7).

No Apocalipse o fogo sempre está em foco, pois este vocábulo ocorre 17 vezes. Este versículo diz alguma coisa sobre a identidade das duas testemunhas. “Foi Elias quem teve autoridade sobre essa substância da natureza, e Moisés de igual modo. Moisés e Elias apareceram no monte da Transfiguração falando com Jesus (Mc 8.4). Mas não precisamos pensar que são eles os dois profetas retornados a terra; dois profetas escatológicos personificarão estes dois grandes profetas, assim como João Batista personificou Elias”. Mt 11.14; 17.10-13. Os dois grandes personagens têm as mesmas características ministeriais de Moisés e Elias; mas não serão Moisés e Elias, mais sim, terão seus ministérios, em razão de o Espírito de Deus ser o mesmo (Nm 11.17, 25 2Rs 2.9, 15; 1Co 12.4).

3.3. Então, quem são elas?
Para aqueles que defendem Moisés e Elias como sendo as duas testemunhas, seguem o seguinte pensamento: “A “Lei” é a Luz”. Por conseguinte, Moisés é associado a um dos candeeiros (cf. Pv 6.23). Mas a profecia também é luz, o que justifica a missão de Elias. O Antigo Testamento consiste da “lei e dos profetas”, e assim a mensagem de Deus para a humanidade (cf. Lc 16.16). “Moisés e os profetas” (Jo 5.39) testificam de Cristo. E no ministério das duas testemunhas fá-lo-ão de maneira especial, cumprindo uma missão especifica. (Comp. Ec 3.15).

“Cremos que naquela época (da Grande Tribulação) Deus levantará dois grandes profetas dentre os pregadores do “Evangelho do Reino”, que cheios de poder e autoridade de Deus, anunciarão a mensagem do juízo, com o mesmo poder e operação de maravilhas como aqueles dois grandes homens de Deus, no tempo em que estiveram na terra”. No Antigo Testamento, Moisés converteu as águas em sangue (Êx 7.19) e Elias fechou o céu para que não chovesse (Tg 5.17); ambos estiveram com Jesus no monte da Transfiguração (Mt 17.3); ambos tiveram seus ministérios interrompido (Nm 20.12 e 1Rs 19.16).
O interessante nesta passagem é que muitos colocam que as duas testemunhas serão Enoque e Elias, que foram os dois arrebatados ate os céus.
Mais analisando a palavra de Deus vimos que nosso Deus não é Deus de morto e nem permite que mortos voltem ao mundo dos vivos, pois ele mesmo proibiu essa pratica dos necromantes, pessoas que consultam mortos ou como conhecemos nos dias atuais espíritas. E com esta analise cheguei à seguinte conclusão, do meu ponto de vista e minha interpretação: as duas testemunhas serão Moisés e Elias, pois os dois foram arrebatados pelo Senhor para não provar a morte.
Parece loucura dizer isso né? Mais a própria palavra esclarece ao relatar a presença de Moisés e Elias no monte da transfiguração, pois se Moisés estivesse realmente morto ele não poderia aparecer ali em espírito, porque vai contra todas as ordens e leis do Senhor ao seu povo em consultar os mortos. E também quem escreveu o ultimo capitulo de Deuteronômio foi Josué, e ele não estava no monte quando Moisés subiu para ver a terra prometida, e receber do Senhor a negativa de que ele não iria entrar lá, por causa da desobediência dele.
Assim a mente deste jovem servo do Senhor me permite fazer uma analogia, deste momento em que Moisés sobe ao monte e o Senhor lhe mostra a terra e lhe diz que não vai pisar lá, naquele momento, mais promete a ele que logo ele o fará, creio eu pelo Espírito de Deus que ele é arrebatado e aprox. no ano 30 D.C. ele pisa na terra prometida, ao lado do profeta Elias e do filho de Deus encarnado Jesus Cristo, para fortalecê-lo e encorajá-lo do ele iria enfrentar alguns dias mais tarde em Jerusalém.
Por isso que eu creio que serão este dois homens, pois Enoque não é mencionado que ele tenha feito algum milagre ou que tivesse sido usado pelo Senhor em algo, eu descarto essa possibilidade dele voltar com Elias.

CONCLUSÃO
Os eventos de Apocalipse capítulos dez e onze constituem providências legais de Deus, para efetuar os julgamentos que ainda serão executados sobre a Terra. Todas as ações divinas narradas daqui por diante no Apocalipse, e relacionadas ao planeta estão respaldadas nestas providências.

Fontes:
Bíblia de Estudo Dake – Atos
Comentario Biblico de Moody - Apocalipse
Apocalipse Versículo por Versículo - Severino Pedro da Silva - CPAD
Revista: APOCALIPSE – Editora Betel - 2º Trimestre 2012 – Lição 06.

Reflexão Espiritual

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