segunda-feira, 2 de março de 2015

O Homem SEM CRISTO


Efés. 2:12 Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo.

Estar sem Cristo é estar sem:
1. Deus – "Deus estava em Cristo". - E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação; Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação. 2 Coríntios 5:18-19
2. Vida – "Eu sou a vida". - Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6; Eu sou o pão da vida. João 6:48

3. Luz – "Eu sou a luz do mundo". - Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. João 8:12; Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. João 9:5; Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. João 12:46

4. Promessa – "Participantes da promessa em Cristo". A saber, que os gentios são co-herdeiros, e de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho; Efésios 3:6
5. Salvação – "Em nenhum outro há salvação". E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos. Atos 4:12; E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa. Atos 16:31
6. Esperança – "Não tendo esperança". Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo. Efésios 2:12; Porque em esperança fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará? Romanos 8:24; Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição de mortos, assim dos justos como dos injustos. Atos 24:15
7. Amor – "O amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso
Senhor".
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 8:39; E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele. 1 João 4:16; Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 1 João 4:7

E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão. 1 João 4:21

Lição 10 - Dimensões da Fidelidade

Lição 10 - Dimensões da Fidelidade
08 de março de 2015

Texto Áureo
“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” 1Ts 5.23

Verdade Aplicada
Como cidadão do céu, o cristão tem obrigações para com Deus e os homens, que se evidenciam no viver fiel em todas as dimensões.

Objetivos da Lição
1. Explicar o que é fidelidade;
2. Estabelecer a diferença entre fidelidade espiritual e social;
3. Mostrar os benefícios para quem vive uma vida de fidelidade.

Glossário
Assentimento: Consentimento, acordo;
Premissa: Conclusão, diretriz;
Ornar: Ornamentar, embelezar.

Textos de referência

1Co 4.2   Além disso, requer-se nos despenseiros que cada um se ache fiel.

Ap 2.10 Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.

Mt 25.21   E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.

Leituras Complementares
Segunda: 3Jo 5  Terça: 2Co 8.21  Quarta: Hb 11.3  Quinta: Jr 7.21-26  Sexta: Jo 21.15-17  Sábado: At 5.29

Introdução
Fidelidade, do latim “fidelitate”, significa qualidade ou atitude de quem é fiel, de quem tem compromisso com aquilo que assume. Nesta lição, estudaremos sobre as duas dimensões da fidelidade: a espiritual e a social. Ambas são importantes e necessárias ao crente, pois a Bíblia diz que o salvo deve viver de maneira fiel e digna diante de Deus e dos homens (Rm 14.18).

1. Dimensão espiritual
O homem foi criado um ser racional, moral e espiritual, pois foi criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26, 27). Ele foi dotado de intelecto, emoções e vontades, para que pudesse conhecer, amar e obedecer a Deus. A fidelidade, na dimensão espiritual, se evidencia em atitudes que expressam nosso relacionamento e comunhão com o Senhor.

1.1 Crer e obedecer a Deus
Crer não é um mero assentimento intelectual (Ef 2.8). É uma operação do Espírito Santo mediante a qual a pessoa tem certeza na existência de Deus, o criador e sustentador do universo (Gn 1.1). Mas apenas crer em Deus não é suficiente (Tg 2.19), é necessário responder a Êle em ação de obediência e fidelidade, ou seja, a atitude de crer precisa acompanhada da obediência. A nossa maior ação para com Deus é a obediência, um aspecto fundamental da fé cristã (1Sm 15.22). Fé e obediência são inseparáveis entre si (Rm 1.5; 16.26). Qualquer forma exterior de culto a Deus sem obediência não passa de hipocrisia e de ritual religioso vazio (Is  1.11-17).

1.2 Amar a Deus
A fidelidade de Deus é uma forma positiva de demonstrarmos o nosso amor a Ele. O amor a Deus é a base do nosso relacionamento com Ele. A verdadeira fidelidade a Deus somente é possível quando brota de uma fé genuína em Deus e de um coração que O ama (Mt 10.37). Amar a Deus implica em amar também ao próximo e guardar Seus mandamentos (Mt 22.39; Jo 14.15, 23, 24). Esse amor deve abranger a totalidade do nosso ser e tudo o que possuímos e deve também nos capacitar a buscar a glorificação do seu nome e a realização da Sua vontade aqui na terra (Jo 21.17).

1.3 Confiar nas promessas de Deus
A verdadeira fidelidade não se caracteriza apenas pela fé na existência de Deus, mas também pela fé que Ele cumpre as Suas promessas. Nestes tempos de tantas incertezas e instabilidade, nós temos uma esperança que brota de uma fé vital no Cristo ressurreto (1Pe 1.3). O cristão deve andar por fé e não pelo que vê (2Co 5.7; Hb 11.1). Deus, por Sua própria natureza, é fiel às Suas promessas e tem poder para cumprir integralmente tudo aquilo que prometeu.SE alguém crê na existência de Deus, mas ao mesmo tempo duvida de Sua Palavra, O imputa como mentiroso (Nm 23.19; Tg 1.6, 7). Portanto para alcançarmos as Bençãos de Deus é necessário crer queEle é fiel para cumprir as suas promessas (Hb 10.23; 11.6: Jó 13.15).

2. Dimensão social
A Bíblia diz que tudo o que fizermos, devemos fazê-lo para a glória de Deus (1Co 10.31). Partindo dessa premissa, entendemos a dimensão social da fidelidade, caracterizada como fruto da obediência às leis e normas humanas, como atitudes que qualquer pessoa pode realizar. Para o cristão, entretanto, essa dimensão da fidelidade é também expressão de espiritualidade, pois, se evidencia em práticas que têm fundamentação bíblica. Existem muitas ações, contidas dentro dos princípios ético-cristãos, que devem ser praticadas pelo crente, pois são compatíveis com a dignidade da vida cristã: a obediência às autoridades constituídas, preocupação com o bem-estar do próximo, cuidado com o meio ambiente, etc.

2.1 O cristão e a obediência ao governo humano
A base de toda autoridade humana procede de Deus, de modo que o cristão deve prestar obediência às autoridades constituídas (Rm 13.1). Assim sendo, desobedecer às autoridades constitui-se desobediência ao próprio Deus, visto que foi Ele quem as estabeleceu (Rm 13.2). O próprio Senhor Jesus Cristo, como perfeito homem, submeteu-se ao poder do estado (Mt 17.24-27). As escrituras Sagradas nos levam a compreender que a presença da autoridade secular é necessária e indispensável na ordem das coisas aqui na Terra (Pv 8.15, 16). O único limite dessa obediência está na sujeição absoluta que o cristão tem com Deus, pois a lealdade a Ele é sempre prioritária sobre qualquer autoridade humana (At 5.29). A sujeição às autoridades legais faz parte de um elenco de princípios que devem ornar o caráter do crente como reflexo de sua obediência ao Senhor. Adoremos, pois, a Deus e sujeitemo-nos às autoridades constituídas por Ele (1Pe 2.13-17). 

2.2 O cristão e a solidariedade
O cristão é também chamado a ter solicitude e responsabilidade social. O descuido com as necessidades sociais representa o abandono de inúmeras recomendações bíblicas dirigidas ao povo de Deus. A Bíblia declara que a salvação do homem é dádiva de Deus mediante a fé, e não fruto de obras meritórias (Ef 2.8, 9), mas as boas obras são uma consequência natural da salvação (2Co 9.8; Ef 2.10). A dimensão da fidelidade do autêntico cristão não se esgota na verticalidade espiritual, mas se estende na horizontalidade que alcança seus semelhantes em atitudes que tenham como base o pulsar de um coração transformado pela Palavra de Deus e enriquecido pela presença do Espírito Santo. Quem usa a preocupação vertical como meio de esquivar de suas responsabilidades está negando o amor de Deus pelo mundo. A solidariedade não é outra coisa senão o cumprimento da lei do amor. Aliás, todas as obrigações morais da Lei cumprem-se na lei do amor (Rm 13.10). O cristão, como ser social, deve denunciar as injustiças sociais, bem como agir com sabedoria, buscando cooperação e bom relacionamento com todos, sempre objetivando servir ao próximo, usando inclusive dos seus próprios recursos, ajudando a minorar o sofrimento das pessoas, principalmente os domésticos da fé (Gl 6.10; Tg 2.17).

“Cristo instrui a agir com preocupação social. Aqui estão os princípios pelos quais os homens serão julgados: como tratam os famintos, os sem lar, os pobres, os doentes e os presos. A preocupação social não pode ser biblicamente separada da vida cristã. Jesus iguala a forma como tratamos os desprovidos com a forma como tratamos a Ele. O que fazemos por eles, fazemos por Ele. Não devemos permitir que a vida cristã seja apenas um empreendimento espiritual, sem ligação com o serviço da humanidade”. (Bíblia de Estudo Plenitude- Sociedade Bíblica do Brasil – 2001. P. 986. Comentário de Mt 25.37. 40).

2.3 O cristão e o meio ambiente
A primeira ordem de Deus ao homem foi para cuidar da natureza (Gn 2.15). Essa incumbência retrata não só a necessidade do homem preservar o objeto do seu usufruto próprio, mas também a criação de Deus. Embora o homem seja coroa da criação (Gn 1.26-28). Deus não lhe deu o direito de abusar da natureza e nem dos animais. Pelo contrário, Ele atribuiu ao homem a responsabilidade pela utilização adequada dos recursos naturais e pela preservação das espécies. A Bíblia apresenta várias passagens nas quais vemos Deus instruindo o homem a lidar adequadamente com a Sua criação (Êx 22.6; Lv 25.1-7; Dt 22.6; Is 45.18). Nessa perspectiva, o cuidado com o meio ambiente é uma exigência divina, sendo responsabilidade de cada Cristão o cuidado com a manutenção da vida na Terra (Gn 1.26). Para o crente, preservar a natureza não é apenas uma questão de sobrevivência. É também reconhecer que Deus é o Senhor da criação, pois, só Ele é soberano sobre todas as coisas (Sl 24.1). A visão bíblica de como devemos nos relacionar com a natureza é uma visão equilibrada, ou seja, não devemos deificá-la, como os panteístas o fazem (Rm 1.15), agentes de destruição daquilo que Deus criou.

“Quando desrespeitamos a natureza e não utilizamos de forma sustentável os rios, as florestas, o solo, o ar, aquilo que é necessário para a vida do planeta, demonstramos a falta de importância dada as gerações futuras. Essa é uma visão completamente fora do propósito de Deus na relação do homem com a natureza”. (Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente).

3. Resultados provenientes da fidelidade
Fidelidade é mais do que uma virtude humana, é fruto do Espírito Santo. Mesmo em seu aspecto social, onde a fidelidade está mais relacionada à observância de regras e preceitos humanos, para o cristão, ser fiel é sempre uma questão de espiritualidade e motivo de recompensa da parte de Deus (Sl 58.11).

3.1 Na dimensão espiritual
A recompensa de Deus para os fiéis diz respeito à vida neste tempo e à vida eterna (Mt 19.27-30; Mc 10.28-30). Aliás, a suprema recompensa que o cristão receberá pela vida de fidelidade a Deus é a vida eterna. Quem tiver deixado “tudo” por amor a Cristo, receberá já no presente também tudo, mas com perseguições; e no futuro, a vida eterna (Mc 10.30). Na expressão: “com perseguições” fica claro que a nossa fidelidade a Deus não nos isenta das perseguições e aflições neste mundo, mas, sem dúvida alguma, nos dá certeza de vitória (Jo 16.33).

3.2 Na dimensão social
Demonstramos nossa espiritualidade ao sermos fieis em todas as dimensões da nossa vida. Quando assim procedemos, estamos obedecendo à Palavra de Deus, como resultado da nossa obediência, Deus nos abençoa com paz e alegria no nosso homem interior (Sl 119.165; Rm 7.22).

3.3 Na dimensão natural
As recompensas de uma vida de fidelidade a Deus podem ser compreendidas no sentido de que colheremos, na dimensão social da nossa vida, mais estabilidade e justiça social, minimização dos sofrimentos humanos e vida mais saudável, dentre muitos outros benefícios. Servir a Deus e ao próximo com amor é certeza de que seremos galardoados aqui e no porvir.

Conclusão
As leis universais da colheita e da semeadura valem para todas as situações e aspectos da vida humana (Gl 6.7b). Ninguém deve brincar com as leis de Deus; pois Ele não as alterará em nosso benefício. O que um homem colhe é o resultado inevitável do que ele semeia. Assim sendo, devemos ser fiéis em toda a nossa maneira de viver para que possamos colher os bons frutos dessa semeadura aqui na Terra e na eternidade.


terça-feira, 5 de março de 2013

“A Bíblia revela a soberana vontade de Deus”


LIÇÃO 10 – 10 de Março DE 2013


Texto Áureo

“Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”. Hb 4.12

Verdade Aplicada

A Bíblia é a Palavra de Deus, por isso nela não há erros. Ela é fonte inesgotável de sabedoria e tem poder pra salvar a todos os que creem em suas palavras.

Objetivos da Lição

►      Definir o que é inerrância;
►      Provar que a Bíblia não con­tém erros;
►      Mostrar o porquê, que a Pala­vra de Deus tem de ser conhe­cida por todos.

Textos de Referência

Sl 119.7     Louvar-te-ei com re­tidão de coração, quando tiver aprendido os teus justos juízos.
Sl 119.8     Observarei os teus estatutos; não me desampares totalmente.
Sl 119.9     Como purificará o jo­vem o seu caminho? Observan­do-o conforme a tua palavra.
Sl 119.10   De todo o meu cora­ção te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos.
Sl 119.11   Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.

INTRODUÇÃO
Como fundamento primário da fé, os cristãos têm que ter as Escrituras Sagradas como verdade inegociável, pelo fato de ser ela inspirada por Deus. A Bíblia é fundamental para que a humanidade possa conhecer não somente o evangelho, mas todo o conselho de Deus. Suas palavras são vida, e tem o poder de transformar o pior dos homens em seres humanos socializados, vivendo de forma digna e honrosa. Ela é infalível, não contém erros e é necessária para todos.

1. As diferentes formas das escrituras
Há muitos tipos de revelação de Deus para a humanidade. Ele fala por meio da natureza (Sl 19.1-6; At 14.17), bem como por intermédio da consciência interna do certo e errado em nosso coração (Rm 2.15). Mas agora vamos tratar da revelação de Deus através de sua voz na Bíblia.

1.1. A Palavra de Deus como decreto
A Bíblia é o livro mais importante que já foi escrito. Ela reivindica ser (não apenas que tem) a própria palavra do Deus todo-poderoso e infinito, dada para revelar a Si mesmo ao homem finito. A Bíblia também é a ferramenta mais importante para o líder ou pastor cristão. A Palavra “viva e eficaz” de Deus é capaz de penetrar os corações e almas daqueles que nós procuramos ganhar para o Senhor. Ela nos equipa para as boas obras, que certamente descrevem o nosso ministério de desenvolver igrejas por toda parte. Ela serva como um padrão pelo qual nós medimos e avaliamos cada doutrina, prática, tradição e cada outro livro. A história, a tradição e o intelecto humano podem se desviar, mas a Bíblia permanece firme como a verdade de Deus. Seu ensino é sempre correto. Suas profecias sempre se cumprirão. Suas palavras ajudam-nos a ganhar o perdido e a resistir ao diabo. A Bíblia é indispensável à nossa vida e ministério cristão.
Visto que nós cremos que a Bíblia foi dada para a nossa instrução, nós precisamos nos aproximar dela com cuidado e manejá-la com precisão (2 Tm 2.15). A natureza divina das Escrituras exige que nós a leiamos com a intenção de aprender dela, ao invés de fazê-la dizer o que nós queremos ouvir. Como nós podemos nos assegurar de que nós compreendemos corretamente a Palavra? O método de estudo indutivo da Bíblia foi projetado para ajudar a cada crente – seja leigo ou pastor – a compreender melhor o ensino da Palavra de Deus. (Seminário Teológico Evangélico Bíblico – estudo bíblico indutivo)

1.2. A Palavra de Deus como aplicação pessoal
A Bíblia é uma revelação de Deus absolutamente fidedigna. Essa afirmativa se baseia na atitude de Jesus para com o Antigo Testamento e no testemunho da própria Bíblia a seu respeito (Mt 5:17-18; Mc 7:1-13; 12:35-37; Jo 5:39-47; 10:34-36; 1 Co 14:37-38; Ef 3:3).
A Bíblia não tem a pretensão de ser uma enciclopédia infalível de informações sobre todos os assuntos e, por isso, não nos fornece a resposta a todas as perguntas que possamos fazer a respeito do mundo a nosso redor. (NEM TUDO NOS É REVELADO!).
“As coisas encobertas pertencem ao SENHOR nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei”. (Dt 29:29).
Ela é escrita na linguagem do povo e não com a terminologia e exatidão científicas do nosso século.   De fato, seria tolice esperar que o fosse, e se, por algum milagre, isso fosse conseguido, o livro se tornaria incompreensível para a maioria de nós, para todos os que nos precederam e, dentro de pouco tempo, a linguagem se tornaria arcaica.
A Bíblia registra uma revelação progressiva de Deus (Is 42:8-9; 44:6-8; Os 6:3; Hb 1:1-2) através de muitos séculos e a povos vários. Não devemos, portanto, tomar suas afirmações isoladamente, mas considerá-las à luz do todo, do contexto. Não podemos basear nossas crenças em versículos isolados, destacados de seu contexto. (Apostila de Introdução Bíblica – Humberto Fontes)

1.3. A Palavra de Deus dita por lábios humanos e na forma escrita
A Bíblia é um livro bem humano, escrita por pessoas, que usaram linguagem de gente, não de anjos. Mas ao mesmo tempo ela afirma - e assim a Igreja o confessa - que é a palavra de Deus, a palavra que Deus inspirou. Ela é, como se diz em certa língua indígena, "a fala de Deus no papel".
A própria Bíblia não explica como se deve entender a inspiração. Na segunda epístola de Pedro se diz que "homens falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo" (2Pe 1.21). O termo que foi traduzido por "movidos" pode também ser entendido como "guiados". Homens foram movidos ou guiados pelo Espírito. O Espírito guiou o quê? Os pensamentos? A escolha das palavras? A mão, ao escrever? A Bíblia não explica. Ela simplesmente diz ser inspirada pelo Espírito Santo (At 1.16; 2Tm 3.16; 2Pe 1.21).
Como palavra de Deus em linguagem humana, a Bíblia é a única norma de fé e de vida. A locução "única norma" expressa o sola Scriptura ("somente a Escritura") da Reforma. Como única norma de fé, a Bíblia diz o quê, ou, melhor, em quem se deve crer. Como norma de vida, ela, e só ela, diz que vida é agradável a Deus (2Tm 3.14-17).
João Ferreira A. de Almeida, o pastor protestante que, lá pela metade do século XVII (1681), traduziu a maior parte da Bíblia para o português, disse o seguinte a respeito dela:
A Escritura Sagrada, por ser a Palavra de Deus divinamente inspirada, tem de Si mesma bastantíssima autoridade, e contém suficientissimamente em Si toda a doutrina necessária para o culto e serviço de Deus e nossa própria salvação, como mui claramente o ensina S. Paulo, nas sua 2 Epistola a Tim. cap. 3 verso 15,16,17 dizendo: Desde a tua meninice sabes as letras sagradas... (ALMEIDA, 1684, pp.37-38) (Princípios de Interpretação Bíblica - Vilson Scholz)

2. a bíblia contém erros?
Muito se discute sobre a possibilidade de haver erros nas Escrituras. Muitas pessoas tentam acabar com a grande influência que as Escrituras têm sobre a história da humanidade, desmerecendo a sua autoridade questionando a sua inerrância. Mas para os cristãos, Ela é a Palavra de Deus preservada na história e apta para todos os tempos.

2.1. Definição de inerrância
Inerrância significa que a verdade é transmitida em palavras que, entendidas no sentido em que foram empregadas e no sentido que realmente se destinavam a ter, não expressam erro algum.
A inspiração garante a inerrância da Bíblia. Inerrância não significa que os escritores não tinham faltas na vida, mas que os seus ensinos foram preservados de erros. Eles podem ter tido concepções errôneas acerca de muitas coisas, mas não as ensinaram; por exemplo, quanto a terra, às estrelas, às leis naturais, à geografia, à vida política e social etc. Quando por exemplo, Josué escreve que o Sol parou, na verdade sabemos que quem parou foi a Terra (deixou de fazer o movimento de rotação em volta do seu próprio eixo) por um milagre, tendo em vista que todos os habitantes seriam arremeçados para o espaço se assim não fosse. Porém Josué não posuia conhecimento científico e não foi interesse de Deus revelar a ele tal conhecimento, até porque ninguém da época entenderia tal explicação científica, exceto Josué por revelação. Por isso foi mais conveniente para Deus “inspirá-lo” a escrever o que ele viu, ou seja, o Sol parado no meio do céu por quase um dia interiro ! Js 10:13.
A inerrância não nega a flexibilidade da linguagem como veículo de comunicação. É muitas vezes difícil transmitir com exatidão um pensamento por causa desta flexibilidade de linguagem ou por causa de possível variação no sentido das palavras. (Doutrina das Sagradas Escrituras Bibliologia - FEST – Filemom Escola Superior de Teologia)

2.2. O que a Bíblia diz sobre a inerrância
A Bíblia revela a fonte de sua magnificência: "Toda Escritura é inspirada por Deus." Isto não significa que Deus "inspirou" os escritores (no sentido de dar-lhes uma “inspiração” apenas), ou seja, que eles apenas interpretaram uma imaginação que lhes foi concedida, mas que a Palavra foi produzida pelo sopro criativo de Deus. Assim como Deus soprou em Adão o "fôlego da vida", Ele soprou também nas Escrituras o hálito de sua vida. Lemos igualmente em 2 Pedro 1:21: "...os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo". Este versículo diz literalmente: "Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada (ou trazida) por vontade humana, entretanto homens falaram da parte de Deus movidos (ou trazidos) pelo Espírito Santo."
A palavra, inspiração  vem do latim e no seu sentido fisiológico, significa respirar para dentro. Ela é usada pela ARC. (Almeida Revista e Corrigida) somente duas vezes no N.T. (IITm.3:16; IIPe.1:21). Este vocábulo, embora consagrado  pelo  uso, e, portanto, pela teologia, não é um termo adequado, pois pode parecer que Deus tenha soprado alguma espécie de vida divina em palavras humanas. Em II Tm 3:16 encontramos o vocábulo grego (theopneustos  - theopneustos), que significa soprado por Deus (e que foi traduzido na ARC como “inspiradas”). Portanto, podemos afirmar que toda a Escritura é soprada ou expirada (expiração do ar para fora) por Deus, e não inspirada  como expressa a ARC. As Escrituras são o próprio sopro de Deus, é o próprio Deus falando (II Sm 23:2). Apesar disso, como é usado o termo inspiração e não expiração em nossas versões portuguesas, pelo menos nas mais antigas, devemos sempre ter em mente que na verdade, as palavras foram expiradas por Deus, dentro dos escritores. (Doutrina das Sagradas Escrituras Bibliologia - FEST – Filemom Escola Superior de Teologia)

2.3. A Bíblia é a única autoridade em questão de fé e prática
Cristo recebeu o A.T. como relato verídico. Ele endossou grande número de ensinamentos do A.T., como, por exemplo: A criação do universo por Deus (Mc.3:19), a criação do homem (Mt.19:4,5), a existência de Satanás (Jo.8:44), o dilúvio (Lc.17:26,27), a destruição de Sodoma e Gomorra (Lc.17:28-30), a revelação de Deus a Moisés na sarça (Mc.12:26), a dádiva do maná (Jo.6:32), a experiência de Jonas dentro do grande peixe (Mt.12:39,40). Como Jesus era Deus manifesto em carne, Ele conhecia os fatos, e não podia se acomodar a idéias errôneas, e, ao mesmo tempo ser honesto. Seu testemunho deve, portanto, ser aceito como verdadeiro ou Ele deve ser rejeitado como Mestre religioso. (Doutrina das Sagradas Escrituras Bibliologia - FEST – Filemom Escola Superior de Teologia)

3. a necessidade das escrituras
A palavra de Deus é necessária para que a humanidade possa conhecer o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Também porque somente a Bíblia pode sustentar a fé espiritual dos cristãos. Ela revela, como fonte segura e com clareza, a vontade soberana de Deus. Ainda que Ela não seja necessária para dizer que Deus existe, é fundamental para que a igreja esteja protegida de toda sorte de ensino que tente adulterar os ensinos de Jesus Cristo.

3.1. Para conhecer o evangelho
Rm 10.14-15 - Há uma série de questões seguidas de citações do VT que enfatizam o ponto de que Israel nunca acatou as mensagens nem os mensageiros de YHWH.  Deus envia mensageiros (profetas,  apóstolos, pregadores, mestres, evangelistas). Tais mensageiros são bênçãos de Deus para um mundo necessitado. Na medida em que Deus envia graciosamente seus mensageiros do evangelho, os ouvintes têm que responder adequadamente à mensagem, aceitando-a. Paulo apegou-se a este pensamento, citando Is 52.7. Paulo expande este versículo do VT para referir-se aos pregadores do evangelho.
A fé salvadora tem diversos  elementos: (1) a mensagem a ser crida; (2) a pessoa a ser recebida;  (3) uma resposta inicial, mas também uma permanente, de fé e arrependimento; (4) uma vida de  obediência; e (5) perseverança (Ver nota em 1.5).
10.15 - Esta é a grande comissão de Romanos. A salvação vem por ouvir e receber o evangelho. Os pregadores são enviados para que "todos" possam ser salvos!
10.16 - Outra vez Paulo usa as declarações proféticas do VT, originalmente referente à mensagem de YHWH para Israel, a fim de referir-se ao evangelho de Jesus, o Messias. Como os judeus do VT rejeitaram a mensagem de Deus, assim os judeus dos dias de Paulo também rejeitaram . Esta é uma  citação de Is 53.1, mas é também relacionada teologicamente à rejeição da mensagem de Deus por   Israel, em Is 6.9-13.
10.17 - O evangelho é primeiro uma mensagem (Gl 3.2), mas a mensagem se torna uma palavra pessoal, "a palavra de Cristo" (Cl 3.15-16).
"a palavra  de Cristo" - Por causa do contexto, isto tem que referir-se à mensagem que era pregada sobre Cristo. A pregação do evangelho é o meio de Deus transmitir a Sua oferta ao mundo, em Cristo.
Há uma variação de manuscrito grego antigo neste ponto: (1) nos MSS P46, N*, B, C, D* consta "a palavra de Cristo", enquanto (2) nos MSS Nc, A, Dc, K, P consta "a palavra de Deus".  A primeira  opção é a mais incomum (Cl 3.16) e, portanto, provavelmente a original (este é um dos pontos básicos  assumidos pelo criticismo textual).  A UBS4 atribui a isso a classificação "A " (correta).  Isto é o único outro lugar em que aparece no NT. A segunda opção, "a palavra de Deus", aparece diversas vezes (Lc  3.2;  Jo 3.34; Ef 6.17; Hb 6.5 e 11.3). (Comentario Biblico - Romanos - Bob Utley)

4:12 "em nenhum outro há salvação" Isto é uma forte NEGATIVA DUPLA. Não há salvação em Abraão ou Moisés (cf. João 14:6; I Tim. 2:5). Que clamor chocante! É bastante restritivo mas também bastante óbvio que Jesus cria que somente através de um relacionamento pessoal com Ele alguém pode conhecer Deus. Pedro ousadamente proclama isto para a elite da liderança Judaica. Isso tem sido chamado com freqüência do escândalo exclusivista do Cristianismo. Não há meio termo aqui. O essa afirmação é verdadeira ou o Cristianismo é falso!
"não há outro nome debaixo dos céus que seja dado entre os homens" o PARTICÍPIO" que seja dado "é um PASSIVO PERFEITO. Deus ordenou isso! Jesus é Sua resposta para a necessidade espiritual da humanidade. Não há plano B! Para ver um bom livro sobre essa afirmativa exclusivista do Cristianismo veja Dissonant Voices: Religioüs Plüralism and the Qüestion of Trüth, de H.A. Netland .
"dentre os homens" Veja o elemento universal (cf. João 3:16; I Tim. 2:5; II Pe. 3:9).
"pelo qual devamos ser salvos" Essa frase tem dos VERBOS
dei, PRESENTE DO INDICATIVO ATIVO,  "devemos "
sõthênai, PASSIVO DO INFINITIVO AORISTO, de sõzõ.
A palavra para "salvo" tem dois usos no NT:
1. Livramento físico (No sentido do VT, cf. Mat. 9:22; Marcos 6:56; Lucas 1:71; 6:9; 7:50; Atos 27:20,31; Tiago 1:21; 2:14; 4:12; 5:20)
2. Salvação espiritual (Usos do NT, cf. Lucas 19:10; Atos 2:21,40,47; 11:14; 15:11; 16:30-31)
A experiência do homem paralítico ilustra ambas. Os líderes religiosos precisam crer em Jesus como sua única esperança para aceitação e perdão! Os homens precisam ser salvos e Jesus é a única maneira para que isso se realize. O VT citado no verso 12 mostra que Ele sempre foi mo plano de Deus (cf. Isa. 8:14-15; 28:14-19; 52:13-53:12). (Comentario Biblico - Atos - Bob Utley)

O Papel de Cristo: Sacrifício e Testemunho (2:5,6). Paulo parece estar novamente fazendo citações. O texto original de 2.5,6 foi reconhecido como poético, sendo certificado com o tal no Novo Testamento grego. Estes versos eram provavelmente um primitivo hino cristão de cinco linhas:
Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens [ou humanidade, anthropon], Jesus Cristo, homem [anthropos], o qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos [o termo “homens” não está presente no texto grego], para servir de testemunho a seu tempo.
Este hino afirma a singularidade e a unidade de Deus como sustentada pelos judeus, então acrescenta a revelação cristã de Jesus Cristo como o mediador ou intermediário. Tal mediação foi possível pela encarnação e culminou na crucificação de Cristo, quando sua vida foi oferecida como o preço pago pela libertação daqueles que estavam escravizados. Tudo isso aconteceu no tempo ordenado por Deus. (Comentário Biblico Pentecostal - 1 e 2 Timóteo - French L. Arrington & Roger Stronstad)

3.2. Para sustentar a fé espiritual
Durante os dois séculos em que o Papado teve poder absoluto na Europa Ocidental (1073-1294), os estudiosos passaram a colocar o credo acima da Bíblia. Enquanto que a maioria deles ainda procurava o apoio das Escrituras para o credo, alguns deles se apegavam a revelações posteriores, transmitidas apenas pela tradição, e não tão dependentes nos ensinamentos da Bíblia.
Fisher diz que durante este período: “a leitura da Bíblia por parte dos leigos ficou sujeita a tantas restrições, especialmente após a ascensão ao poder dos Valdenses, que, se não era absolutamente proibida, era vista com graves suspeitas”. (George P. Fisher, História da Igreja Cristã, pg. 219).
Durante a época da Reforma, quando a Bíblia foi traduzida para a língua do povo, a igreja Católica Romana impôs severas restrições à sua leitura, alegando que as pessoas eram incapazes de interpretá-la. Tinha-se que obter permissão para lê-la, mas mesmo quando essa permissão era dada, era com a condição de que o leitor não tentasse interpretá-la por si só. Muitos deram suas vidas pela simples razão de serem seguidores de Cristo e colocarem sua confiança nas Escrituras.
Newman diz: “Um esforço persistente foi feito pelos romanizantes para eliminar a Bíblia inglesa. Em 1543, um decreto foi passado proibindo terminantemente o uso da versão de Tyndale, e qualquer leitura das Escrituras em assembleias, sem a permissão real”.  (A. H. Newman, Um Manual da História da Igreja, pág. 262).
Na leitura da Bíblia, é Deus quem fala aos corações dos homens. Na leitura dos Salmos, geralmente, somos nós quem falou com Deus. (Apostila de Introdução Bíblica - Humberto Fontes)

3.3. Para conhecer a vontade de Deus
o Antigo Testamento é a Palavra de Deus. é como se o próprio Deus houvesse falado cada palavra do livro. As Escrituras são o resultado da divina inspiração espiritual, da mesma maneira em que o falar humano é efetuado pela respiração pela boca do homem."
"A Bíblia contém a Palavra, em lugar de dizer que é a Palavra de Deus".
Essa teoria nos submergiria num pântano de incertezas, pois quem pode, sem equívoco, julgar o que é e o que não é essencial à salvação? Onde está a autoridade infalível que decida qual parte é a Palavra de Deus e qual não o é? E se a história da Bíblia é falha, então a doutrina também o é, porque a doutrina bíblica se baseia na história bíblica. Finalmente, as Escrituras mesmas reivindicam para si a inspiração plenária. Cristo e seus apóstolos aplicaram o termo "Palavra de Deus" a todo o Antigo Testamento.
Pela expressão verbal de um homem até um cego pode conhecê-lo perfeitamente. Embora se veja ma pessoa e dela se tenha informações, não se conhecerá bastante enquanto ela não falar. A palavra do homem é a expressão de seu caráter. Da mesma maneira, a "Palavra de Deus" é o veiculo mediante o qual Deus se comunica com outros seres, e é o meio pelo qual Deus expressa o seu poder, a sua inteligência e a sua vontade.
Cristo é a Palavra ou Verbo, porque por meio dele, Deus revelou sua atividade, sua vontade e propósito, e por meio dele tem contato com o mundo. Nós nos expressamos por meio de palavras; o eterno Deus se expressa a si mesmo por meio do seu Filho, o qual "é a expressa imagem da sua pessoa" (Heb. 1:3). Cristo é a Palavra de Deus, demonstrando-o em pessoa. Ele não somente traz a mensagem de Deus — ele é a mensagem de Deus.
Pode haver arrependimento verdadeiro sem fé? Ninguém poderá arrepender-se no sentido bíblico sem fé na Palavra de Deus, sem acreditar em suas ameaças do juízo e em suas promessas de salvação.
De que maneira o Espírito Santo ajuda a pessoa a arrepender-se? Ele a ajuda aplicando a Palavra de Deus à consciência, comovendo o coração e fortalecendo o desejo de abandonar o pecado.
A Palavra de Deus desperta os homens a compreenderem a insensatez e impiedade de suas vidas. Quando dão importância à Palavra arrependendo-se e crendo em Cristo, são purificados pela Palavra que lhes fora falada. Esse é o início da purificação que deve continuar através da vida do crente. (Conhecendo as Doutrinas da Bíblia - Myer Pearlman)

CONCLUSÃO
Tendo estudado sobre o tema as Escrituras como Palavra de Deus, todos nós estamos mais preparados para seguir nossa jornada de fé rumo ao alvo que é Cristo. Não podemos esquecer que, somente através do estudo sistemático da Bíblia Sagrada, é que conseguiremos ter uma fé mais forte diante das grandes dificuldades que essa vida nos proporciona. Que possamos amar a Bíblia a semelhança do salmista que disse “Antes tem o seu prazer na Lei do Senhor e na Sua lei medita de dia e de noite” (Sl 1.2).

Fontes:
Bíblia Sagrada – Concordância, Dicionário e Harpa - Editora Betel,
Revista: VIDA CRISTÃ VITORIOSA – Editora Betel - 1º Trimestre 2013 – Lição 10.

Reflexão Espiritual

O que os textos originais falam sobre o inferno ?

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