segunda-feira, 12 de março de 2012

O Mais Importante


Meditação: … Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, […] alma e […] entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. (Mateus 22:37-38)

Pensamento: A prova de nosso amor por Deus é a nossa obediência aos Seus mandamentos.

Leitura: Mateus 22:34-40.
E os fariseus, ouvindo que ele fizera emudecer os saduceus, reuniram-se no mesmo lugar.
E um deles, doutor da lei, interrogou-o para o experimentar, dizendo:
Mestre, qual é o grande mandamento na lei?
E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.
Este é o primeiro e grande mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. 
 

Mensagem:

            O que é mais importante nos esportes? São os campeonatos? Recordes? Honras? No estádio de basquete da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, uma placa apresenta uma perspectiva diferente sobre o que é mais importante em esportes. Diz o seguinte: “Vencer o jogo é importante. Jogá-lo é ainda mais importante. Mas amar o jogo é o mais importante de todos”. Este lembrete traz à memória que esportes são, no fim das contas, apenas os jogos que jogamos com alegria quando éramos crianças.
            Um líder religioso certa vez perguntou a Jesus sobre o que era mais importante: “… qual é o grande mandamento…?” (Mateus 22:36). Jesus respondeu desafiando aquele líder a amar – amar a Deus e aos outros. Jesus disse: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:37-39).
              36. Qual é o grande mandamento na lei? O propósito máximo do doutor não está muito evidente, e deve-se notar que Jesus tratou a pergunta diretamente e depois elogiou  a sagacidade da resposta do doutor (Mc, 12:34). Costuma-se sugerir que ele desejava levar Jesus a discutir a computação que os rabis fizeram de 613 mandamentos.  
           37-40. Nosso Senhor resumiu as duas tábuas da Lei nas palavras de Dt. 6:5 e Lv. 19:18. Uma devida consideração de Deus e do próximo é a essência das obrigações do homem. Todo o V.T, interpreta e aplica esses princípios (Rm. 13:8).  
              Todo o teu coração. No pensamento hebreu, o coração simboliza a totalidade do ser, que contém a alma e o entendimento, os elementos animador e raciocinador. Um amor a Deus que envolva tudo levará a pessoa a cumprir com todas as obrigações morais. Mas esse padrão inatingível apenas prova a corrupção do coração humano.

            Seja o que nossa fé em Cristo nos estimular a fazer, nada será mais importante do que demonstrar o nosso amor – pois o amor revela o coração de nosso santo Pai celestial. Afinal, “Deus é amor” (1 João 4:8). É fácil distrair-se por coisas menos importantes; nossa atenção deve permanecer no que é maior – amar o nosso Deus. Isso por sua vez, nos capacita a amarmos uns aos outros. Não há nada maior do que isso.

tenham todos uma ótima semana em nome de Jesus.

shallom

quinta-feira, 8 de março de 2012

Manuseie Com Cuidado


Meditação: Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio. (Salmo 90:12)

Pensamento: O ontem já se foi; o amanhã é incerto; o hoje está aqui. Use-o com sabedoria.

Leitura: Salmo 90:1-12.

Mensagem:


            Vivemos numa sociedade assolada com avisos de alerta. De bula de remédios, datas de vencimento em embalagens de sopa, a alertas de risco em motosserras – avisos de alerta chamam nossa atenção para riscos iminentes. Quando compramos algum utensílio ou equipamento eletrônico, o remetente havia colocado no pacote um grande adesivo vermelho que dizia: frágil. Manuseie com cuidado. Quando penso sobre a vida e sua fragilidade, me questiono se não deveríamos todos usar adesivos com tais advertências.
            Não é boa a idéia de excursionar pela vida pensando que somos invencíveis e tudo ficará bem – apenas para descobrirmos que somos muito mais frágeis do que pensávamos. Basta uma ligação do médico nos dizendo que temos uma doença ameaçando nossas vidas, ou o desvio de um motorista descuidado à nossa frente para nos lembrarmos de que a vida é radicalmente incerta. Não há garantias! Nenhum de nós pode ter a garantia de que em seguida poderá respirar. Neste contexto, o salmista tem um conselho importante… um tipo de aviso de alerta: “Ensina-nos a contar nossos dias, para que alcancemos um coração sábio” (Salmo 90:12).
              Embora esta possa ser a meditação de um indivíduo, está claro o seu propósito de proferir o pedido feito por um grupo corporativo. O autor volta os olhos para um longo período da história por vir segundo o seu conceito da ira de Deus. À vista da fragilidade e brevidade da vida humana, ele roga pela restauração do favor de Deus. 
            1-6. A Vida Humana em Contraste com a Eternidade de Deus. Senhor, tu tens sido o nosso refúgio. O salmista começa citando sua confiança na natureza eterna de Deus (cons. Dt. 33:27). Verdadeiramente todas as gerações o têm confirmado. O Senhor é imortal; o homem é mortal. O Senhor está acima da limitação do tempo; o homem sempre está consciente do tempo. O Senhor é de eternidade à eternidade; o homem, como a relva, tem a vida curta. Os símiles dos versículos 4-6 não enfatizam só a brevidade ou fragilidade da vida, mas também a dependência humana do Eterno. O homem certamente está à disposição de Deus, retornando ao pó quando Ele ordena e sendo varrido como por uma enchente. 
           7-12. O Homem Consumido pela Ira de Deus. Pois somos consumidos pela tua ira. Agora o salmista interpreta a razão da transitoriedade da natureza humana e seus sofrimentos. Ele percebe a partir da história e da experiência pessoal que a face divina é como a luz do sol em seu poder de sondar as profundezas do ser humano. Comparado com a eternidade de Deus, o período de vida de setenta ou oitenta anos parece deploravelmente curto. Além disso, este período de anos está cheio de tristeza e sofrimentos. Fora desta visão pessimista da vida parte o clamor plangente para que se conceda ensinamento e sabedoria para auxilia um homem a discernir o verdadeiro significado da vida . 

            Escolhamos viver como se este fosse o nosso último momento na terra amando mais profundamente, perdoando mais prontamente, dando mais generosamente e falando mais gentilmente.
            É assim que se manuseia a vida com cuidado.

tenham um ótimo dia na graça do Senhor Jesus.

Shallom Adonai

terça-feira, 6 de março de 2012

Um Apelo à Experiência Cristã


Meditação: Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. (Filipenses 2:4)

Pensamento: A vida é gratificante se estiver repleta de amor por Deus e pelos outros.

Leitura: Filipenses 2:1-4.
Portanto, se há alguma exortação em Cristo, se alguma consolação de amor, se alguma comunhão do Espírito, se alguns entranháveis afetos e compaixões,
completai o meu gozo, para que tenhais o mesmo modo de pensar, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, pensando a mesma coisa;
nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo;
não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros. 
 

Mensagem:
Um Apelo à Experiência Cristã

           Em quatro compactas cláusulas condicionais, Paulo apresenta a motivação poderosa da harmonia na comunidade cristã. 
1. A primeira categoria das cláusulas condicionais (se) aceita a premissa como verdadeira, e o se costuma ser traduzido para desde que. Exortação em Cristo. O fundamento do apelo é estarem em Cristo. Consolação de amor. O incentivo que o laço de amor fornece. Comunhão do Espírito. A preocupação mútua despertada pelo Espírito de Deus. Entranhados afetos e misericórdias (unindo os dois substantivos). Um apelo à bondade humana.  
2. A alegria de Paulo seria completa se os filipenses continuassem (observem o tempo presente) pensando a mesma coisa, tendo o mesmo amor, sendo unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. A sinceridade do apóstolo se vê em sua expansão quase redundante – tendo o mesmo amor e unidos de alma (simpsikê), tendo o mesmo sentimento.
3. Partidarismo (cons. 1:17) e vanglória (kenodoxia combina as duas palavras "vazio" e "opinião") eram os inimigos teimosos e traiçoeiros da vida da igreja. Deviam ceder lugar à humildade (os gregos defendiam tanto os seus próprios direitos que uma nova palavra precisou ser cunhada) e considerando cada um (estimando) os outros superiores a si mesmo (não necessariamente como se fosse essencialmente superior, mas como merecedor de tratamento preferencial). Muller descreve a humildade como sendo "a visão interior da própria insignificância" (op, cit., pág. 75).  
4. Assim como a humildade (v. 3a) é a antítese da vanglória, a consideração pelos outros (v. 4) é a antítese da contenda (ambições egoístas).

Estas são outras exortações aos deveres cristãos, à unanimidade, à humildade, conforme ao exemplo do Senhor Jesus. A bondade é a lei do Reino de Cristo, a lição de sua escola, o uniforme de sua família.
Mencionam-se diversos motivos para o amor fraternal. Se esperam ou experimentam o benefício das compaixões de Deus para si mesmos, sejam compassivos uns com outros. é o gozo dos ministros ver a unanimidade de sua gente.
Cristo veio a fazer-nos humildes para que não exista entre nós espírito de orgulho. Devemos ser severos com nossas próprias faltas, e rápidos para observar nossos defeitos, mas estar dispostos a favorecer com concessões ao próximo. Devemos cuidar bondosamente dos outros, e não entremeter-nos em assuntos alheios. Não se pode desfrutar de paz interior nem exterior sem humildade.

shallom Adonai



“JACÓ VAI AO EGITO SE ENCONTRAR COM JOSÉ”



LIÇÃO 11 – 11 DE MARÇO DE 2012


TEXTO ÁUREO
“E disse Israel: Basta; ainda vive meu filho José; eu irei e o verei antes que morra”. Gn 45.28
Quando viu os carros e os presentes, e ouviu a mensagem que José lhe enviara, seu espírito reviveu e ele começou a desejar um encontro com seu filho no Egito. Foi um dia de conforto e regozijo para alguém que tinha sofrido tanto.

VERDADE APLICADA
As pegadas na areia do tempo não são deixadas por pessoas sentadas, mas por homens e mulheres que se aventuram em cumprir a vontade de Deus.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar que Deus provê o necessário para cada situação;
Mostrar que sempre é necessário buscar a orientação divina; e
Demonstrar que quando estamos na vontade de Deus em qualquer lugar somos abençoados.

GLOSSÁRIO
Singelo: Que é muito simples, que é fácil, sem complexidade;
Mazela: Aflição, infortúnio, doença, moléstia, enfermidade; e
Ensejar: Dar ensejo a, ser motivo de; motivar; possibilitar.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Gn 47.28
E Jacó viveu na terra do Egito dezessete anos; de sorte que os dias de Jacó, os anos da sua vida, foram cento e quarenta e sete anos.
  • Terça feira: At 7.17
Aproximando-se, porém, o tempo da promessa que Deus tinha feito a Abraão, o povo cresceu e se multiplicou no Egito;
  • Quarta feira: Gn 15.13
Então, disse a Abrão: Saibas, decerto, que peregrina será a tua semente em terra que não é sua; e servi-los-á e afligi-la-ão quatrocentos anos.
  • Quinta feira: Gl 3.17
Mas digo isto: que tendo sido o testamento anteriormente confirmado por Deus, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não o invalida, de forma a abolir a promessa.
  • Sexta feira: Mt 2.15
E esteve lá até a morte de Herodes, para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Do Egito chamei o meu Filho.
  • Sábado: Is 19.25
Porque o SENHOR dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança.

INTRODUÇÃO
Hoje o estudo da lição acompanha a trajetória de Jacó e sua família ao Egito. Narra a alegria do patriarca em reencontrar José - o filho que mais amava - e a providência de Deus na preservação da família da Aliança e a bela recepção de Faraó na sua chegada àquele lugar.

1. A MENSAGEM DE JOSÉ PARA JACÓ (GN 45.5-8)
Finalmente José e seus irmãos fizeram as pazes. Tudo havia acontecido conforme a vontade do Senhor (vs.5-8), para salvar a vida não somente da família de Jacó, bem como, a vida de muitas outras famílias. Chegara o momento de José poder rever seu pai Jacó e isso foi possível através de seus irmãos “Apressai-vos, e subi a meu pai, e dizei-lhe assim tem dito o teu filho José Deus me tem posto por senhor em toda a terra do Egito; desce a mim, e não te demores;” (Gn 45.9). José havia diligentemente esperado por esse momento. Deus tem tudo sob o seu controle, tivera-o na época de José e sempre o terá (Sl 40.1).
1-8. José, não se podendo conter... levantou a voz em choro . . . e disse a seus irmãos: Eu sou José. Quando José não conseguia mais reprimir seus sentimentos, ele soltou a sua voz chorando (literalmente ).
Imediatamente revelou sua identidade e abriu seu grande coração aos seus irmãos. Eles, cheios de confusão e temor, ficaram sem fala. Mas José os confortou. Declarou-lhes: Para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós (v.5).
Que generoso perdão a seus irmãos; que conforto para esses que tinham pecado; e que fé em Deus por ver sua mão nesses 22 anos de saudades de casa, Deus estava aguardando o momento para o próximo passo no cumprimento de seu plano concernente a Israel e à vinda do Messias para redimir o homem e restaurar o domínio. Os dois anos de escassez e os sete anos de abundância somados aos 30 anos que Jose havia vivido antes de ser levantado perante o Faraó (41.46) mostram que Jose tinha 39 anos quando seus irmãos vieram a conhecê-lo novamente, agora como governador de toda terra do Egito.

1.1.Enviando seus irmãos (Gn 45.9)
José insistiu com seus irmãos a que trouxessem seu pai e que viessem morar no Egito. Ele explicou  que a fome ainda duraria mais cinco anos, mas que no Egito ele poderia arranjar um lar e mantimentos ilimitados para Jacó e toda a sua família. Eles podiam se estabelecer na terra de Gósen, que ficava cerca de 64 kms do local da atual Cairo. Situada no delta do Nilo, esta seção era o melhor trecho de terras para o gado e os rebanhos. Ficava perto de Om e também de Mênfis, onde José morava, ficando assim separada dos centros principais da vida egípcia. Ali, os israelitas viveriam isolados dos egípcios e se desenvolveriam como nação.

1.2. Provendo o sustento para o caminho (Gn 45.20,21)
Flavio Josefo Historia Judeu do 1º século em seu livro – A Historia dos Hebreus –- diz: Faraó Presenteou-lhes com carros carregados de trigo e grande quantidade de ouro e prata, para levarem ao seu pai. José entregou-lhes também outros valiosos presentes para em seu nome serem oferecidos a Jacó. Igualmente, distribuiu presentes a todos os irmãos, além de alguns em particular a Benjamim. 2º Livro Cap 3.79
Quando os irmãos partiram de volta para casa, José mandou que levassem carros junto com eles para fazer a mudança e encheu-os de cereais, presentes e provisões de todo tipo.

1.3.O conselho de José (Gn 45.24)
Uma despedida bem diferente da anterior (44.2). Antes ele estava testando-os, agora ele tinha se revelado e eles haviam obtido benção e presentes para levar a Jacó, como prova de que seu amado filho estava vivo. “E despediu os seus irmãos, e partiram; e disse-lhes: Não*contendais pelo caminho”. (45.24) em hebraico quer dizer: não se excedam, fazendo alusão à possibilidade de eles discutirem no caminho. Eles agora tinham de encarar Jacó E contar-lhe a verdade de sua crueldade para com José e como haviam enganado o próprio pai.


2. A DECISÃO DE JACÓ (GN 45.25-28)
 Os filhos de Jacó saíram do Egito e quando chegaram a Canaã foram direto à casa de seu pai. Então foram logo dizendo que José estava vivo e governava todo o Egito. Jacó quase desmaiou e não podia acreditar. Porém, quando lhe contaram tudo que José tinha dito, e viu toda a bagagem que José tinha enviado, Jacó ficou muito animado. E antes que morresse decidiu ir ver José.
Flavio Josefo Historia Judeu do 1º século em seu livro – A Historia dos Hebreus –- Voltaram eles então ao seu país, e Jacó não teve dificuldade em prestar fé à declaração de que o filho por quem havia chorado tanto tempo estava não somente cheio de vida, mas elevado a tão grande autoridade, governando todo o Egito, abaixo somente do rei. Esse fiel servidor recebeu tantas provas da infinita bondade de Deus que delas não podia duvidar. Foi como se os fatos, durante algum tempo, estivessem como que suspensos. Assim, ele não viu impedimento em partir imediatamente, para dar a José e deste receber, ao mesmo tempo, a maior de todas as consola­ções que um e outro poderiam desejar em vida. 2º Livro Cap 3.79
Não há registro da reação de Jacó diante da confissão de seus filhos, exceto que ele foi revigorado e se preparou para ir reencontrar com seu filho antes de morrer. Jacó viveu mais 17 anos depois disso. (47.9,28).

2.1. O reavivamento de Jacó
Enquanto o velho patriarca Jacó ouvia o relatório dos seus filhos, o coração lhe ficou como sem palpitar (desmaiou, E.R.C.), pois não conseguia crer em tão boas notícias sobre o seu filho que estava a tanto tempo perdido (v. 26). Mas quando viu os carros e os presentes, e ouviu a mensagem que José lhe enviara, seu espírito reviveu e ele começou a desejar um encontro com seu filho no Egito. Foi um dia de conforto e regozijo para alguém que tinha sofrido tanto.

2.2. A decisão de Jacó
Ele foi impactado pelas boas noticias e por suas dúvidas sobre a veracidade delas. Ele aprendera quão imprevisíveis seus filhos eram. Ele finalmente se convence da verdade; então disse: “basta. Eu creio. Irei e o verei antes de morrer.”  Note o uso de Jacó quando fraqueza e incredulidade estão envolvidas (v.26,27), e Israel quando se referem à força e à fé (v.28).

2.3. A oferta de Jacó (Gn 46.1-5)
Partiu, pois, Israel...e veio a Berseba. De onde Jacó estava  ate Berseba dava uns 40Km. É quase certo que Jacó, nessa ocasião, estivesse morando no Hebrom. Sua primeira parada nessa momentosa viagem ao Egito foi em Berseba. Ali ofereceu sacrifícios, e ali, em uma visão noturna, Deus lhe falou, encorajando-o a fazer essa viagem e assegurando-lhe incontáveis bênçãos.
Flavio Josefo Historia Judeu do 1º século em seu livro – A Historia dos Hebreus – Quando Jacó chegou aos poços do juramento, ofereceu a Deus um sacrifício, e o seu espírito achou-se então agitado por diversos pensamentos. Isso porque, de um lado, ele temia que a abundância do Egito tentasse os filhos a permanecer lá e os fizesse perder o desejo de voltar à terra de Canaã, da qual Deus lhe prometera a posse, atraindo assim a cólera divina, por terem ousado mudar de país sem consultar ao Senhor. Por outro lado, ele temia morrer antes de ter o consolo de ver José. Livro Cap 4.80

3. JACÓ DESCE AO EGITO
Deus movimenta nações em favor do seu povo. José fora autorizado pelo próprio Faraó para que trouxesse Jacó e sua família para o Egito (Gn 45.17-20), e deveria trazer para o Egito tudo o que possuíssem e se instalarem na fértil terra de Gósen. Jacó chegou ao Egito, viu José e se estabeleceu ali. O encontro de Jacó com José foi cheio de emoção e ele se expressou dizendo “E Israel disse a José morra eu agora, pois já tenho visto o teu rosto, que ainda vives” (Gn 46.30). Antes ele dissera “com choro hei de descer ao meu filho até à sepultura. Assim o chorou seu pai” (Gn 37.35). Deus mudara a sorte de Jacó.

3.1. Deus fala com Jacó
Deus lhe falou, encorajando-o a fazer essa viagem e assegurando-lhe incontáveis bênçãos. Primeiro, renovou a promessa de que os descendentes de Jacó se tornariam uma grande nação. Tornou claro que o Egito seria a terra onde este desenvolvimento aconteceria. Segundo, ele disse: Eu descerei contigo, garantindo-lhe assim proteção e segurança. Terceiro, ele disse: E te farei tornar a subir.

3.2. Deus promete estar com Jacó no Egito (Gn 46.34)
Quando ele lhes perguntasse a respeito de sua ocupação, deviam se apresentar como pastores. Então Faraó lhes indicaria a terra de Gósen para moradia. Gósen tinha excelentes pastos para seus rebanhos e gado. Ficariam todos juntos e, portanto, bem protegidos contra a mistura com os outros povos.
Ficava a leste de Memfis, satisfatório para pastagem, e próximo de Canaã de forma que eles poderiam ser separados dos maus egípcios. Esse foi chamado de o campo de zoan e foi habitado pelos que não eram egípcios e semitas.

3.3. Deus faz mais uma promessa a Jacó (Gn 46.4)
Esta predição seria cumprida depois da morte de Jacó, no Êxodo, quando a poderosa mão de Deus libertaria os Seus escolhidos do poder do Egito e os traria de volta a Canaã. A declaração de que a mão de José fechará os teus olhos era uma profecia de que o ilustre filho realizaria os rituais fúnebres quando da morte do pai.
Era costume o ente mais próximo da família fechar os olhos e beijar o corpo da pessoa amada no momento da morte. Isto deve ter confortado Jacó em saber que seu filho perdido por tanto tempo, iria fazer isto com ele. (50.1)

CONCLUSÃO
Os Israelitas ficaram morando na terra de Gósen (Gn 46.28,29; 47.1,4,6,11). Além de ser uma região muito fértil, tiveram a segurança de viverem fora do alcance dos egípcios (Gn 46.34). Deus cumpriu a Sua Palavra aos da família da Aliança.



Fontes:
Bíblia de Estudo – Dake
Biblia de Estudo Pentecostal
COMENTÁRIO BÍBLICO MOODY – Genesis
A História dos Hebreus – Flavio Josefo
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 11.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

“JACÓ SOFRE PERDAS IMPREVISÍVEIS NA FAMÍLIA”


LIÇÃO 10 – 04 DE MARÇO DE 2012


TEXTO ÁUREO
“E enviaram a túnica de várias cores, mandando levá-la a seu pai, e disseram Temos achado esta túnica; conhece agora se esta será ou não a túnica de teu filho”. Gn 37.32
Parece que a túnica foi enviada a Jacó por seus servos, e só depois mais tarde os filhos foram consolar o pai. A expressão foi dita “a túnica de teu filho”, não a túnica de nosso irmão, para não ocasionar peso na consciência do que eles havia feito a José

VERDADE APLICADA
Para compreendermos o valor da âncora, é preciso enfrentar uma tempestade.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Mostrar que Deus não se esquece das suas promessas;
Demonstrar que a confiança em Deus nos faz avançar nos momentos de adversidades; e
Ensinar que a colheita é o resultado do que plantamos.

GLOSSÁRIO
Irrefutável: Que não se pode refutar (argumento irrefutável); incontestável;
Sabra: Diz-se de pessoa nascida no Estado de Israel; e
Operação cesariana: Cirurgia que consiste em abrir o útero da mãe para retirar o feto.

LEITURAS COMPLEMENTARES
  • Segunda feira: Gn 35.17-21
E aconteceu que, tendo ela trabalho em seu parto, lhe disse a parteira: Não temas, porque também este filho terás.
E aconteceu que, saindo-se-lhe a alma (porque morreu), chamou-lhe Benoni; mas seu pai chamou-lhe Benjamim.
Assim morreu Raquel, e foi sepultada no caminho de Efrata; que é Belém.
E Jacó pôs uma coluna sobre a sua sepultura; esta é a coluna da sepultura de Raquel até o dia de hoje.
Então partiu Israel, e estendeu a sua tenda além de Migdal Eder. 

  • Terça feira: Gn 35.27-29
E Jacó veio a seu pai Isaque, a Manre, a Quiriate-Arba (que é Hebrom), onde peregrinaram Abraão e Isaque.
E foram os dias de Isaque cento e oitenta anos.
E Isaque expirou, e morreu, e foi recolhido ao seu povo, velho e farto de dias; e Esaú e Jacó, seus filhos, o sepultaram.

  • Quarta feira: Rm 4.13
Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé.

  • Quinta feira:  1Jo 2.25
E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna.

  • Sexta feira: Gn 37.11
Seus irmãos, pois, o invejavam; seu pai porém guardava este negócio no seu coração.

  • Sábado:  1Co 15.54-56
E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.
Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?
Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. 

INTRODUÇÃO
Jacó sobe a Betel em obediência à Palavra de Deus, levanta um altar, promove purificação no meio do seu acampamento; levanta uma coluna em testemunho fazendo libação sobre ela e depois de toda a comunhão e adoração a Deus Jacó será imerso em experiências de dores com perdas irreparáveis na família.

1. RENOVANDO A PROMESSA
Deus apareceu a Jacó e renovou a promessa que fizera a Abraão, Isaque e a ele quando,  pela primeira vez, estivera em Betel. Deus conheceu a fragilidade do homem e para que este não desvanecesse de tempo em tempo lhe faz lembrar o que prometeu. Com isso Deus esperou que a humanidade fosse agradecida e que tivesse sempre motivação para continuar fazendo a sua vontade, buscando parecer cada vez mais com Ele, e servindo ao próximo e a Ele de todo o coração “E apareceu Deus outra vez a Jacó, vindo de Padã-Arã, e abençoou-o” (Gn 35.9). Não existem barreiras entre Deus e Jacó e, por isso, ele pôde ser abençoado por Deus.
Ao retornar para Betel e adorar a Deus, o Senhor aparece a ele reafirmando as promessas feitas a seus pais Abraão e Isaque. O El Shaddai = o Deus todo Poderoso reafirma a sua promessa a ele feita anos antes quando ele fugia de seus irmão Esau. Deus conhecia nossas fragilidades, mais mesmo assim ele trabalha com essas fragilidades, para nos tornar fortes e dispostos na sua obra. Deus trabalha é na nossa fraqueza para nos tornar fortes. Você já viu Deus escolhendo os fortes? Não né, ele escolhe os fracos, pois com o tempo ele vai se fortalecendo em sua presença.

1.1.Promessa de crescimento
Vemos a mão de Deus sobre esta nação, pois desde a sua fundação pos exílio em 14 de maio de 1948 quando então foi proclamado o Estado de Israel, no dia seguinte a criação do Estado de Israel, os 6 Estados da Liga Arabe – Jordania, Síria, Libano, Iraque, Egito e Arabia Saudita, invadiram o território de Israel para liquidá-los, guerra esta que só terminou em 1949 com a derrota total dos inimigos do povo de Deus. E outras guerras que anos mais tarde veio a acontecer.
Mesmo com todos esses acontecimentos temos observado a poderosa mão de Deus sobre seu povo, tudo por causa de uma promessa que ele fez a Abraão, Isaque e Jacó. Números 23:19 “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?”

1.2.Promessa da posse da terra
Novamente Deus apareceu a Jacó e assegurou-lhe que seu novo nome, Israel, seria um lembrete constante de seu novo caráter, seu novo relacionamento com Jeová, e sua caminhada real no divino caminho da vida. Ele era o herdeiro das promessas feitas a Abraão. A aliança continuava em pleno vigor, e continuariam a agir sobre ele e seus
descendentes. Ao falar com Jacó, Deus usou o Seu nome, Deus Todo-poderoso, 'El Shadday, "o Todo-suficiente" (v. 11). Jacó podia contar com 'El Shadday para suprir qualquer necessidade e para lhe dar graça para enfrentar qualquer emergência.

1.3.A morte de Raquel
Agora Raquel, que fornecera a  Jacó a inspiração e o amor necessários, chegava ao fim de  sua vida. Morreu dando à luz o seu segundo filho, o qual chamou de Benoni,  filho da minha tristeza. Mas Jacó escolheu o nome Benjamim, filho da minha destra. Raquel deve ter sido sepultada em algum lugar ao sul de Betel, na estrada que vai para o Hebrom (cons. 35:16, 19). Betel ficava 16kms ao norte de Jerusalém, e Belém ficava cerca de 9,6 kms ao  sul de Jerusalém. Conclui-se que Raquel foi sepultada nas imediações de Belém. O lugar tradicional costuma ainda ser apontado para os visitantes da cidade.
O primeiro registro de lapide. Tanto judeus como árabes continuam honrando sua supultura. Agora esta marcada por uma pequena construção com um domo branco. A 1,6Km de Belém e 4.8Km de Jerusalém.
Flavio Josefo historiador judeu do primeiro século diz no seu livro a Historia dos Hebreus - 1º livro cap. 18.59 sobre esse acontecimento. (foi sacrificar em Betei,* no mesmo lugar onde tivera a visão de que acabamos de falar. De lá passou a Efrata, onde Raquel teve um filho e morreu de parto. Ela foi sepultada ali mesmo, sendo a única de sua descen­dência que não foi levada a Hebrom, ao sepulcro de seus antepassados. A morte dela causou grande aflição a ]acó, e ele chamou ao filho Benjamim, porque havia sido causa de dor, ao custo da vida de sua mãe Belém

2. EXPERIÊNCIAS HUMANAS: NASCER E MORRER
Isaque viveu até aos cento e oitenta anos. Viveu por cerca de quarenta anos depois de haver abençoado Jacó e Esaú. A morte passou a todos os homens, como um acidente, pois Deus não criou o homem para que morresse (Rm 5.12). O homem não pode remover este obstáculo, e Jesus veio nos trazer essa libertação. “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.”
Através da transgressão e queda de Adão, o pecado como princípio ou poder ativo conseguiu penetrar na raça humana (vv. 17,19; Gn 3; 1 Co 15.21,22). (1) Duas conseqüências decorrem disso: (a) O pecado e a corrupção penetraram no coração e na vida de Adão; e (b) Adão transmitiu o pecado ao gênero humano, corrompendo todas as pessoas nascidas a partir de então. Todos os seres humanos passaram a nascer propensos ao pecado e ao mal (v. 19; 1.21; 7.24; Gn 6.5,12; 8.21; Sl 14.1-3; Jr 17.9; Mc 7.21,22; 1 Co 2.14; Gl 5.19-21; Ef 2.1-3; Cl 1.21; 1 Jo 5.19). (2) Paulo não explica como o pecado de Adão é transmitido aos seus descendentes.
Nem diz que toda a humanidade estava presente em Adão e que assim ela participou do seu pecado e por isso herda a sua culpa. Paulo não diz, em nenhum lugar, que Adão foi o cabeça coletivo dos seus descendentes, nem que o pecado de Adão foi-lhes imputado. Todos são culpados diante de Deus por causa dos seus próprios pecados pessoais, porque "todos pecaram" (v. 12). O único ensino no tocante a isso, que tem apoio bíblico, é que homens e mulheres herdam uma natureza moral corrupta, bem como a propensão para o pecado e o mal (ver 6.1 nota). (3) A morte entrou no mundo através do pecado e por isso todos estão sujeitos à morte, "por isso que todos pecaram" (vv. 12,14; cf. 3.23; Gn 2.17; 3.19;

2.1 A morte de Isaque (Gn 35.27-29)
Isaque viveu até a volta de Jacó, de Harã. De Berseba mudou-se para Mamre, pertinho da cidade de Hebrom. Ali Abraão comprou a Caverna de Macpela para o sepultamento de Sara. Agora com 189 anos de idade, expirou Isaque e morreu. A palavra hebraica geiwei significa "decair" ou "enfraquecer-se". Na hora do sepultamento, Esaú e Jacó estiveram juntos ao lado da sepultura, em homenagem ao seu pai.
Os irmãos estavam unidos por uma dor comum, como Ismael e Isaque estiveram junto à sepultura de Abraão.
Josefo historiador judeu do primeiro século diz no seu livro a Historia dos Hebreus – 1º livro Cap 19.60 - Jacó não teve a consolação de encontrar Rebeca, sua mãe, ainda com vida, e Isaque viveu muito pouco depois do seu regresso. Esaú e Jacó enterraram-no junto de Rebeca, em Hebrom, no túmulo destinado a toda a sua descendên­cia. Esse homem foi tão ilustre em virtude que mereceu que Deus o cumulasse de bênçãos e não tomasse menos cuidado dele do que de Abraão, seu pai. Viveu cento e oitenta e cinco anos, que então era uma longa idade. Só teve e mereceu louvores durante todo o curso de sua vida.

2.2. O nascimento de Benjamim (Gn 35.16-21)
35.18 CHAMOU O SEU NOME BENONI; MAS SEU PAI O CHAMOU BENJAMIM. Léia e Raquel deram nomes a todos os filhos de Jacó. No entanto, o nome Benoni que significa (filho da minha aflição) teria colocado um ônus terrível de culpa no menino, pois o levaria a pensar que fora culpado da morte da mãe. Jacó mudou seu nome para outro nome mais honroso: Benjamim, que significa (filho da minha mão direita), indicando que ele, como pai, estava jubiloso por ter este filho, apesar de Raquel ter falecido. As crianças não devem ser culpadas por problemas que surgem no lar, sem elas os terem originado.

3. O FAVORITISMO DE JACÓ POR JOSÉ (GN 37.1-36)
O mesmo tipo de favoritismo que Jacó vira sua mãe ter por ele e Isaque ter por Esaú, ele estava tendo por José. Como já foi dito em outra lição o favoritismo dos pais sempre cria males no meio da família. Quando José foi levado para o Egito, o favoritismo de Jacó fora transferido para Benjamim. Ambos foram favorecidos por Jacó por serem filhos de Raquel a quem ele amava.
A história de Jose começa agora, e a de Jacó é interrompida, e só será retomada no cap 46. Jacó tinha 107 anos aproximadamente, e estava de volta a Canaã fazia 10 anos.

3.1. José filho da esposa amada
Josefo historiador judeu do primeiro século diz no seu livro a Historia dos Hebreus - no 2º livro cap. 2.64 - José, que Jacó tivera de Raquel, era o mais querido de todos os seus filhos, fosse por causa das melhores qualidades de espírito e de corpo, em que sobrepujava os outros, fosse por sua grande sabedoria. Esse afeto, que o pai não conseguia esconder, incitou contra José a inveja e o ódio dos irmãos, agrava­dos ainda por causa de alguns sonhos que o moço lhes contara na presença do pai e que lhe pressagiavam uma felicidade extraordinária, capaz mesmo de sus­citar inveja entre as pessoas mais próximas.
De um lado, ele reagia fortemente contra o comportamento imoral e contrário à ética dos seus irmãos, denunciando-os ao seu pai e, assim, levando a fama de intrigante. Para piorar ainda mais a situação, seu pai lhe deu túnicas reais, com longas mangas esvoaçantes, o que o destacava como o mais favorecido do grupo. Deduzimos naturalmente que Jacó havia escolhido José como aquele através do qual as bênçãos divinas continuariam. Além disso, José tinha sonhos que apontavam para sua futura e destacada grandeza, e ele contava seus sonhos aos seus irmãos.

3.2. José, o filho predileto
Os irmãos de Jose eram jovens, Ruben, o mais velho, tinha aproximadamente 29 anos, e benjamim, o mais novo talvez sete ou oito anos. Todos os irmãos que o venderam aos ismaelitas no caminho para o Egito tinham entre 18 e 29 anos – uma fase mais propensa a invejas, a atos imprudentes e despreocupados, do que em outra fase mais madura da vida.
De Hebrom, onde moravam, a Siquém no norte, esses homens foram à procura de pastos para seus rebanhos e gado. Jacó enviou José a Siquém para visitar seus outros filhos e trazer-lhe notícias deles. Quando chegou perto de Siquém, José soube que seus irmãos tinham ido para Dotã, uns 24 kms mais para o norte. Quando os irmãos viram José que vinha chegando, planejaram matá-lo, embora Rúben terrina procurado salvar a vida do rapaz. Rúben convenceu os outros a colocarem José dentro de uma cisterna, esperando retirá-lo de lá mais tarde. Subseqüentemente Judá convenceu seus irmãos que seria melhor retirar o rapaz da cisterna e vendê-lo a uma caravana que passava a caminho do Egito.
No desenrolar dos fatos, José encontrou-se prisioneiro de uma caravana de Ismaelitas (v.25) ou midianitas. Logo mais seria escravo em alguma família egípcia. Ismaelitas e midianitas eram descendentes de Abraão. Talvez o grupo fosse composto de ambos.
Dolorosamente apresentaram a Jacó uma vestimenta manchada de sangue e uma história mentirosa que praticamente quebrou o coração do velho patriarca. Convenceu-se de que o seu filho favorito estava morto. Aquele que, na sua mocidade, fora o campeão dos enganadores, estava sendo agora cruelmente enganado.

3.3. José o filho da velhice
37.3 UMA TÚNICA DE VÁRIAS CORES. A túnica ricamente ornamentada que José recebeu de seu pai, contrasta fortemente com as túnicas comuns usadas por seus irmãos. Ela revelava uma posição especial de favoritismo e honra diante de seu pai. José, o filho mais velho de Raquel, era o predileto de seu pai
Jacó. Por causa disso e por outros motivos ele ficou prejudicado diante dos seus irmãos.
Jacó tinha 91 anos aproximadamente quando Jose nasceu ele não era o filho de sua velhice mais do que os outros. Benjamim nasceu aproximadamente nove anos após Jose. A frase filho da velhice se refere mais a um filho especialmente devotado ao cuidado de Jacó em sua velhice. Após a morte de Raquel, Jose talvez tenha se tornado o principal provedor das necessidades do pai, e um intermediador entre ele e seus irmãos. (v. 2,13,14)

CONCLUSÃO
Depois que Jacó passou a ser modelado por Deus, através de seus sofrimentos, e reconheceu a sua própria fraqueza, é que, gradativamente, ele foi transformado. Tudo o que Deus fez na intrigante história de Jacó é para se aproximar mais e mais dele. E mostrar ao neto de Abraão que sua história terá um final melhor.
“Levanta-te e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras.” Jr 18.2 - Esta parábola contém várias lições importantes sobre a obra de Deus em nossa vida. (1) Nossa submissão a Deus como aquele que molda tanto o nosso caráter quanto o nosso serviço para Ele, determina, em grande parte, o que Ele pode fazer através de nós. (2) Falta de profunda dedicação a Deus, da nossa parte, pode estorvar seu propósito original para nossa vida (cf. v. 10). (3) Deus, se quiser, pode mudar seus planos para a nossa vida (fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos seus olhos fazer, v. 4).
“Mas, agora, ó SENHOR, tu és o nosso Pai; nós, o barro, e tu, o nosso oleiro; e todos nós, obra das tuas mãos.” Is 64;8
Romanos 9.20,21 – “Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura, a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim?” “Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da    mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?”



Fontes:
Bíblia de Estudo – Dake
Biblia de Estudo Pentecostal
COMENTÁRIO BÍBLICO MOODY – Genesis
A Historia dos Hebreus – Flavio Josefo
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 10

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Precisa-se de Ajuda


Meditação: Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade.  (Hebreus 4:16)

 Pensamento: Não permita que a oração seja o seu último recurso em tempos de necessidade; faça-a ser o primeiro.

 Leitura: Hebreus 4:12-16.
Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração.
Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a quem havemos de prestar contas.
Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos,
pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.
Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade.

Mensagem:
Precisa-se de Ajuda

            Durante a Segunda Guerra Mundial, as Ilhas Britânicas representavam a última linha de resistência contra a expansão da opressão nazista na Europa. No entanto, sob incessante ataque e em perigo de colapso, a Inglaterra não tinha os recursos para encerrar o conflito com vitória. Por essa razão, o Primeiro-Ministro britânico Winston Churchill foi à rádio BBC e fez um apelo ao mundo: “Deem-nos as ferramentas e terminaremos o trabalho”. Ele sabia que, sem ajuda externa, não conseguiriam suportar o ataque que estavam enfrentando.
            A vida é assim. Frequentemente, somos inadequados para as tribulações que a vida nos traz e necessitamos de ajuda externa. Como membros do corpo de Cristo, essa ajuda pode, às vezes, vir de nossos irmãos e irmãs em Cristo (Romanos 12:10-13) – e isso é maravilhoso. Desse modo, finalmente, buscamos a ajuda de nosso Pai celestial. A boa e grande novidade é que nosso Deus nos convidou para virmos confiantemente diante dele: “Assim sendo, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade.” (Hebreus 4:16).
            Nesses momentos, nosso maior recurso é a oração, pois ela nos traz à presença de Deus. Na presença divina encontramos, em Sua misericórdia e graça, a ajuda que necessitamos.
         O profeta Jeremias nos convida a clamar o Senhor ‘Clame a mim e eu responderei e lhe direi coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece’. (Jeremias 33:3)
         Como esta a sua confiança em Jesus? Tens entregado sua vida a ele para que ele possa cuidar? Ou estas tão preocupado com as coisas deste mundo que não parou para ver que somente Jesus pode resolver seus problemas e somente ele nos conduz ate a presença de Deus.
         O Salmista diz: “Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do seu coração.” (Salmos 37:4) “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.” (Salmo 37:5)
                Jesus em Mateus em seu sermão ele nos adverte a não nos preocuparmos com as coisas passageiras, pois Deus tudo sabe e tudo provê. “Portanto eu lhes digo: não se preocupem com suas próprias vidas, quanto ao que comer ou beber; nem com seus próprios corpos, quanto ao que vestir. Não é a vida mais importante do que a comida, e o corpo mais importante do que a roupa?
Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas?
Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?
Por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem.

Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles.
Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé?
Portanto, não se preocupem, dizendo: ‘Que vamos comer? ’ ou ‘que vamos beber? ’ ou ‘que vamos vestir? ’
Pois os pagãos é que correm atrás dessas coisas; mas o Pai celestial sabe que vocês precisam delas.
Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas.
Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal". (Mateus 6:25-34)


         Estas precisando de ajuda? Deus é o socorro bem presente na angustia “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.”
(Salmos 46:1)
Clame ao Senhor agora pois ele esta ao seu lado para te ouvir e te ajudar, mais faça com  fé não duvidando “Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte.” (Tiago 1:6)
“Meu filho, se você aceitar as minhas palavras e guardar no coração os meus mandamentos;
se der ouvidos à sabedoria e inclinar o coração para o discernimento;
se clamar por entendimento e por discernimento gritar bem alto,
se procurar a sabedoria como se procura a prata e buscá-la como quem busca um tesouro escondido,
então você entenderá o que é temer ao Senhor e achará o conhecimento de Deus.”(Provérbios 2:1-5)

          Um ótimo fim de semana para todos em nome de Jesus.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

“JACÓ SOBE A BETEL E EDIFICA UM ALTAR A DEUS”


LIÇÃO 9 – 26 DE FEVEREIRO DE 2012


TEXTO ÁUREO
“E edificou ali um altar, e chamou aquele lugar El-Betel; porquanto Deus ali se lhe tinha manifestado, quando fugia da face de seu irmão”. Gn 35.7
Heb. O Deus da casa de Deus. Note que se trata do mesmo lugar e da mesma feita quando Deus apareceu para ele (28. 13-15)

VERDADE APLICADA
Não haverá nenhuma virtude em nosso despertamento se ele não nos levar a obedecer a Deus.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Ensinar o poder da Palavra de Deus;
Mostrar que Deus sempre alcança seu objetivo; e
Acrescentar o desejo da busca do avivamento.

GLOSSÁRIO
Hodierno: Nos dias atuais, hoje em dia;
Impessoal: Que não se refere ou não é dirigido a alguém em especial; e
Libação: Derramamento de um líquido como oferenda a uma divindade.

LEITURAS COMPLEMENTARES
Segunda feira: Gn 12.8
E moveu-se dali para a montanha do lado oriental de Betel, e armou a sua tenda, tendo Betel ao ocidente, e Ai ao oriente; e edificou ali um altar ao SENHOR, e invocou o nome do SENHOR. 

Terça feira: Gn 28.19
E chamou o nome daquele lugar Betel; o nome porém daquela cidade antes era Luz. 

Quarta feira: Js 7.2
Enviando, pois, Josué, de Jericó, alguns homens a Ai, que está junto a Bete-Aven do lado do oriente de Betel, falou-lhes dizendo: Subi, e espiai a terra. Subiram, pois, aqueles homens, e espiaram a Ai. 

Quinta feira:  2 Rs 2.2,3
E disse Elias a Eliseu: Fica-te aqui, porque o SENHOR me enviou a Betel. Porém Eliseu disse: Vive o SENHOR, e vive a tua alma, que não te deixarei. E assim foram a Betel.
Então os filhos dos profetas que estavam em Betel saíram ao encontro de Eliseu, e lhe disseram: Sabes que o SENHOR hoje tomará o teu senhor por sobre a tua cabeça? E ele disse: Também eu bem o sei; calai-vos. 

Sexta feira: Am 7.13
Mas em Betel daqui por diante não profetizes mais, porque é o santuário do rei e casa real. 

Sábado: At. 1-4
E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes. 

INTRODUÇÃO
A lição deste Domingo ensinará como a voz de Deus poderá provocar mudanças significativas na conduta do seu povo. Jacó e sua família são ordenados pelo Senhor a um realimento na sua jornada espiritual. Após assumir uma postura de obediência, a família da promessa volta mais uma vez a estar no centro da vontade de Deus.
Deus permitiu o ocorrido com sua filha para que eles voltassem ao curso da sua viagem de volta a berseba, que apartir de então o Senhor o chama novamente a realidade e a sua missão.

1. DEUS FALA COM JACÓ (GN 35.1-15)
Deus disse a Jacó para que ele se aprontasse e fosse para a cidade de Betel e construísse um altar e dedicasse a Ele, lembrando o episódio em que o Senhor apareceu a ele em Betel quando estava fugindo de Esaú. Jacó então reuniu sua família e todos os que estavam com ele e pediu para que se apartassem de toda a idolatria e purificassem as suas vestes. É interessante que todo verdadeiro despertamento começa quando Deus fala conosco (PV 29.18 Aqui, Deus direciona Jacó para um lugar mais seguro, e coloca medo no coração de outras cidades para que elas não o seguissem. (v.1,5) Despertamento começa quando Deus fala conosco (Pv 29.18) Provérbios 29:18 “ Não havendo profecia, o povo perece; porém o que guarda a lei, esse é bem-aventurado.”

1.1.  Despertamento de Jacó
Jeová enunciou uma ordem severa para Jacó prosseguir no seu alvo: Levanta-te, sobe a Betel, e habita ali; faze ali um altar. Betel ficava 310 ms acima de Siquém e estava situada junto à estrada que levava a Jerusalém, Belém e Hebrom. Jacó já se demorara demais em alcançar este santo lugar. Agora ele deveria retornar e adorar ao Senhor novamente naquele lugar, Deus Também quer que nós nos despertemos para fazermos a sua vontade e sua obra.

1.2.  A obediência à voz de Deus (Gn 35.4-8)
O medo de Jacó era desnecessário. Deus tinha feito muitas promessas de proteção e as mantivera com Abraão (12.17; 20.7,17) Isaque (26.6-31) e assim continuaria com jaco (27.41,42; 31; 32.10-32;33.1-17) portanto era de se esperar que Deus continuasse protegendo-o, pois o plano de Deus para Israel teria de ser completado. O povo dos lugares pelos quais eles passaram estavam tão pasmados com o terror de Deus que não molestaram os peregrinos (v. 5). Quando Jacó chegou a Luz, sabia que estava para pisar em terreno santo. Levantou um altar a Jeová e chamou aquele lugar de El-Betel, o Deus da casa de Deus.

1.3.  O despertamento na família
Imediata e obedientemente, Jacó aprontou-se para a viagem a Betel. Primeiro, convocou sua família semi-pagã e ordenou que todos se purificassem (v. 2), abandonando todos os tereipim ou terafins e representações visíveis de deuses estranhos. Então a família de Jacó prosseguiu em sua santa peregrinação a Betel.

2. TIRANDO OS DEUSES ESTRANHOS (GN 35.4)
Antes de ir embora, Jacó volta a entender a construção de sua história com Deus e manda que todos os ídolos sejam retirados do meio de sua Família. Não que necessariamente houvesse idolatria declarada, mas era comum a algumas famílias terem em suas casas objetos que eram mais superstição do que idolatria. Ele manda que se livrem inclusive dos brincos que usavam em suas orelhas. Eram mais que joias ou enfeites, os brincos eram vistos como amuletos de proteção e eram usados também no culto a deuses estrangeiros (Ex 32.2,3).

2.1. Lançando fora os deuses estranhos
Os brincos que as mulheres entregam a Jacó, eram usados na idolatria, era feitos de bronze, ouro, prato madeira ou marfim e eram freqüentemente adornados com pedras preciosas. Aqui eles eram ligados a idolatria, e é por isso que Jacó ordenou que fossem retirados. Por essa razão, eles foram condenados em Is 3.20; Os. 2.13. na idolatria, eram usados como amuletos e talismãs para desviar o mal. No oriente, eles continuam sendo usados por algum propósito nos dias atuais.

2.2. Purificação
A idolatria fora abolida em Israel (v.2; 31.19). a purificação era sempre necessária quando eles iam a Betel, a casa de Deus. Vemos a purificação sendo exigida do povo de Israel na entrada da terra prometida quando Josue no comando chama o povo para a responsabilidade. Josué 3:5 “Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o SENHOR maravilhas no meio de vós.” Salmos 119:9 “Com que purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra.” I João 1:9 “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.”

2.3. Mudando as vestes
A mudança de vestes fala da santidade que deve haver no servo do Senhor, pois quando estávamos no mundo vivíamos conforme nossos costumes e usávamos o que queríamos, ora para se mostrar, ora para nos identificar com um grupo de pessoas ou tribo. Para nós crentes em Cristo Jesus temos nossas vestes, e elas devem ser santas Apocalipse 3:4,5 “Mas também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram suas vestes, e comigo andarão de branco; porquanto são dignas disso.” “O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.” O vestuário do crente deve ser para glorificar o nome do Senhor em nossas vidas.

3. A TERCEIRA COLUNA LEVANTADA POR JACÓ
Na sua chegada a cidade de Betel a imagem, que se desenha, é de um despertamento coletivo na família de Jacó. O texto diz que assim que Jacó e toda a sua família chegaram à cidade de Luz, que passaria a ser chamada de Betel, ali ele construiu um altar em adoração ao Senhor (Gn 35.6,7). Uma nova etapa sendo construída na família da Aliança.

3.1. Uma coluna de pedras
Devia agora edificar ali um altar, como Abraão o fizera na sua memorável viagem à Palestina. Jacó edificara um massiba, isto é, uma coluna de pedras, depois de sua inesquecível experiência com Jeová, ao fugir para Harã. Esta volta ao lugar santo envolveria uma entrega total de sua vida ao Senhor. Ele negligenciara o altar de Deus. A ênfase espiritual estivera ausente do seu pensamento e vida. Quando Jacó chegou a Luz, sabia que estava para pisar em terreno santo. Levantou um altar a Jeová e chamou aquele lugar de El-Betel, o Deus da casa de Deus.

3.2. Uma libação de azeite
No cap 28.18 Jacó desperta depois de sonhar um sonho em que anjos subiam e desciam e Deus estava no topo da escada. Ele levanta e coloca a pedra que usou como travesseiro e erige como monumento e a ungiu para consagrá-la a Deus como um altar, agora 30 anos mais tarde aproximadamente ele repete esse soto solene no mesmo lugar (35.14) era costume fazer isso quando se comemorava grandes eventos. Êxodo 24:4 “Moisés escreveu todas as palavras do SENHOR, e levantou-se pela manhã de madrugada, e edificou um altar ao pé do monte, e doze monumentos, segundo as doze tribos de Israel;”

3.3. O testemunho do avivamento
Jacó agora feliz por estar na direção do Senhor novamente, e ele renova memorial de sua fé como Deus renovara sua promessa (28.11-22). O testemunho do avivamento tem que ser verdadeiro, e cheio de fé, ao avivar seu povo como prometido Deus estava capacitando para algo muito maior que haveria de acontecer nos últimos dias, a pregação do evangelho. Qual tem sido o seu testemunho sobre o seu avivamento? Deus tem te avivado nesses últimos dias? Ou você está tão preocupado com as coisas seculares que esta se esquecendo de buscar do Senhor a sua vontade? Mateus 6:33 “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Joel 2:28 “E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões.” Atos 2:4 “E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.”

CONCLUSÃO
Urge em nossos dias a necessidade de um despertamento no seio da Igreja. A Palavra de Deus precisa ser pregada sistematicamente através de nossos meios de comunicação, para que o povo de Deus experimente, a cada dia, a sua vontade na sua peregrinação rumo ao céu.

Fontes:
Bíblia de Estudo – Dake
COMENTÁRIO BÍBLICO MOODY – Genesis
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 09.

Reflexão Espiritual

O que os textos originais falam sobre o inferno ?

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